<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: De uma concepção instrumental do Estado ao marxismo contra-revolucionário: quais as condições para um debate com os anarquistas? (1ª parte)	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2013/11/88710/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2013/11/88710/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Mar 2019 14:11:57 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: TEJO		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88710/#comment-152571</link>

		<dc:creator><![CDATA[TEJO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2013 02:41:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=88710#comment-152571</guid>

					<description><![CDATA[João Aguiar: me refiro à burocracia enquanto &quot;casta&quot;, tal como estudada, dentre outros, n&#039;&quot;A Revolução Traída&quot; trotskyana. E não enquanto aspecto administrativo que, ao meu ver, mesmo no comunismo -quando a &quot;administração das coisas&quot; substituir o &quot;governo de pessoas&quot;- existirá. 

Rodrigo: a burguesia não é unívoca, mas há um Estado Burguês. O proletariado não precisa ser uniforme para ter o seu. Mas, e o ponto é esse, se se busca findar a diferença de classes, também o Estado, mesmo o Operário, se findará cedo ou tarde, sendo o Estado um instrumento de classe. Insisto que mirar o foco no &quot;leviatã&quot; (o que não significa que devemos menosprezá-lo) é atacar mais o efeito que a causa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Aguiar: me refiro à burocracia enquanto &#8220;casta&#8221;, tal como estudada, dentre outros, n'&#8221;A Revolução Traída&#8221; trotskyana. E não enquanto aspecto administrativo que, ao meu ver, mesmo no comunismo -quando a &#8220;administração das coisas&#8221; substituir o &#8220;governo de pessoas&#8221;- existirá. </p>
<p>Rodrigo: a burguesia não é unívoca, mas há um Estado Burguês. O proletariado não precisa ser uniforme para ter o seu. Mas, e o ponto é esse, se se busca findar a diferença de classes, também o Estado, mesmo o Operário, se findará cedo ou tarde, sendo o Estado um instrumento de classe. Insisto que mirar o foco no &#8220;leviatã&#8221; (o que não significa que devemos menosprezá-lo) é atacar mais o efeito que a causa.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo O. Fonseca		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88710/#comment-152401</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo O. Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2013 17:50:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=88710#comment-152401</guid>

					<description><![CDATA[Pablo,
gostei do debate, e em especial dos dois últimos textos, em conjunto. É interessante notar que os dois lados reivindicam o aprofundamento da Revolução Russa, divergindo do seu significado e do seu estancamento. Esse é o miolo da questão, que deixa transparecer o quanto Trotski é um ideólogo do que viria a se consolidar mais adiante - a &quot;consolidação do poder soviético&quot; em meio à &quot;luta entre a cidade e o campo&quot; no dizer da Susana.

Tejo, 
O que seria o aspecto produtivo?
O que caracteriza a jornada pela qual se deve passar? O que determina que um Estado seja saudável?

Como poderemos, ainda que usando dessa linguagem doutrinária, cheia de definições e antecipações, alimentar uma teoria da revolução que nos sirva mesmo quando - porventura - estivermos na oposição a um &quot;Estado operário saudável&quot;?
Ou será que além do Marxismo Uno também existirá um Proletariado transparente, unívoco, harmônico,...? 
Ou as classes se definem pelas posições políticas que adotamos  frente aos Estados (como ocorreu em relação ao &quot;subkulak&quot;)?

João,
parece-me que se nos encaminhamos para uma posição que identifica (ou ao menos aproxima e relaciona) o poder dos Estados ao poder das empresas, avançamos no caráter propriamente proletário da prática política e das transições, nos despindo da metafísica estatista.

Gabriel,
ótimas referências. Me sugere ainda mais que não basta interpretar e criticar o Estado, é preciso transformar a prática política, como suporte do que quer que venha a se constituir enquanto proteção e máquina de guerra da classe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pablo,<br />
gostei do debate, e em especial dos dois últimos textos, em conjunto. É interessante notar que os dois lados reivindicam o aprofundamento da Revolução Russa, divergindo do seu significado e do seu estancamento. Esse é o miolo da questão, que deixa transparecer o quanto Trotski é um ideólogo do que viria a se consolidar mais adiante &#8211; a &#8220;consolidação do poder soviético&#8221; em meio à &#8220;luta entre a cidade e o campo&#8221; no dizer da Susana.</p>
<p>Tejo,<br />
O que seria o aspecto produtivo?<br />
O que caracteriza a jornada pela qual se deve passar? O que determina que um Estado seja saudável?</p>
<p>Como poderemos, ainda que usando dessa linguagem doutrinária, cheia de definições e antecipações, alimentar uma teoria da revolução que nos sirva mesmo quando &#8211; porventura &#8211; estivermos na oposição a um &#8220;Estado operário saudável&#8221;?<br />
Ou será que além do Marxismo Uno também existirá um Proletariado transparente, unívoco, harmônico,&#8230;?<br />
Ou as classes se definem pelas posições políticas que adotamos  frente aos Estados (como ocorreu em relação ao &#8220;subkulak&#8221;)?</p>
<p>João,<br />
parece-me que se nos encaminhamos para uma posição que identifica (ou ao menos aproxima e relaciona) o poder dos Estados ao poder das empresas, avançamos no caráter propriamente proletário da prática política e das transições, nos despindo da metafísica estatista.</p>
<p>Gabriel,<br />
ótimas referências. Me sugere ainda mais que não basta interpretar e criticar o Estado, é preciso transformar a prática política, como suporte do que quer que venha a se constituir enquanto proteção e máquina de guerra da classe.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gabriel		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88710/#comment-150264</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 00:51:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=88710#comment-150264</guid>

					<description><![CDATA[Acho que esse texto, e tambem o do PSTU, ja partem de uma concepção de Estado ja refeita pela tradição do marxismo no sec XX.

A impressão que eu tenho lendo a carta &quot;Sobre a autoridade&quot; do Engels, o conceito de Estado que ele escreve o Origem de uns manuscritos do Marx e de umas pesquisas, relembrando minha leitura de Guerra civil na frança e textos mais novos na tradição marxista tipo Situação da classe trabalhadora, e mesmo saindo do role marx/engels e chegando em outras pessoas(ex: &quot;Estado e a revolução&quot; do lenin) é que o Estado se caracterizava, e por isso a discussão teorica sobre ele tambem colocava ele nesses termos, em ser o monopolio da violencia/repressão e ser formado por uma burocracia
Então a discussão era de a revolução ser violenta com o povo em armas e mantendo as armas ou não, e acho que não por coincidencia o Engels coloca no ultimo paragrafo da carta - A Comuna de Paris teria durado um dia que fosse se não se servisse dessa autoridade do povo armado face aos burgueses? Não será verdade que, pelo contrário, devemos lamentar que não se tenha servido dela suficientemente? - pra cutucar os Proudhonistas que estavam no role da comuna
Os dois textos ja colocam como se a discussão da época ja partisse de um conceito de Estado que só vai surgir bem pra depois dessas discussões acontecerem, pensando no consenso alem da coerção e nas instituições que se aperfeiçoem e se popularizam depois

Esperando a continuação, concordando com a critica central do texto colocando a relação do marxismo do PSTU com o Estado como um reflexo do seu marxismo dos meios de produção]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que esse texto, e tambem o do PSTU, ja partem de uma concepção de Estado ja refeita pela tradição do marxismo no sec XX.</p>
<p>A impressão que eu tenho lendo a carta &#8220;Sobre a autoridade&#8221; do Engels, o conceito de Estado que ele escreve o Origem de uns manuscritos do Marx e de umas pesquisas, relembrando minha leitura de Guerra civil na frança e textos mais novos na tradição marxista tipo Situação da classe trabalhadora, e mesmo saindo do role marx/engels e chegando em outras pessoas(ex: &#8220;Estado e a revolução&#8221; do lenin) é que o Estado se caracterizava, e por isso a discussão teorica sobre ele tambem colocava ele nesses termos, em ser o monopolio da violencia/repressão e ser formado por uma burocracia<br />
Então a discussão era de a revolução ser violenta com o povo em armas e mantendo as armas ou não, e acho que não por coincidencia o Engels coloca no ultimo paragrafo da carta &#8211; A Comuna de Paris teria durado um dia que fosse se não se servisse dessa autoridade do povo armado face aos burgueses? Não será verdade que, pelo contrário, devemos lamentar que não se tenha servido dela suficientemente? &#8211; pra cutucar os Proudhonistas que estavam no role da comuna<br />
Os dois textos ja colocam como se a discussão da época ja partisse de um conceito de Estado que só vai surgir bem pra depois dessas discussões acontecerem, pensando no consenso alem da coerção e nas instituições que se aperfeiçoem e se popularizam depois</p>
<p>Esperando a continuação, concordando com a critica central do texto colocando a relação do marxismo do PSTU com o Estado como um reflexo do seu marxismo dos meios de produção</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88710/#comment-150235</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2013 21:48:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=88710#comment-150235</guid>

					<description><![CDATA[Diz Tejo: «degenerava não por ser Estado, mas sim por ser burocrático». Contra-senso puro, já que não existe Estado sem burocracia.

Por outro lado, não percebo porque as pessoas continuam a querer antagonizar o Estado relativamente às empresas. Não só existem homologias estruturais, como tenho cada vez menos dúvidas de que «o Estado mais não é do que uma empresa de coordenação logística e política das várias fracções das classes dominantes. Tal como hoje em dia o FMI, o BIS, o BCE, a OMC, etc. o são ainda mais à escala transnacional. Aliás, espanta-me os que à esquerda defendem acriticamente o Estado mas que se indignam com estas organizações internacionais, esquecendo que, em boa medida, elas são o desenvolvimento espacial óbvio e inevitável do modo de funcionamento hierárquico, unidireccional e de classe dos próprios Estados nacionais»: http://passapalavra.info/2013/05/77152

De resto, acho o texto do autor muito profícuo no que toca à crítica do fetiche do Estado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diz Tejo: «degenerava não por ser Estado, mas sim por ser burocrático». Contra-senso puro, já que não existe Estado sem burocracia.</p>
<p>Por outro lado, não percebo porque as pessoas continuam a querer antagonizar o Estado relativamente às empresas. Não só existem homologias estruturais, como tenho cada vez menos dúvidas de que «o Estado mais não é do que uma empresa de coordenação logística e política das várias fracções das classes dominantes. Tal como hoje em dia o FMI, o BIS, o BCE, a OMC, etc. o são ainda mais à escala transnacional. Aliás, espanta-me os que à esquerda defendem acriticamente o Estado mas que se indignam com estas organizações internacionais, esquecendo que, em boa medida, elas são o desenvolvimento espacial óbvio e inevitável do modo de funcionamento hierárquico, unidireccional e de classe dos próprios Estados nacionais»: <a href="http://passapalavra.info/2013/05/77152" rel="ugc">http://passapalavra.info/2013/05/77152</a></p>
<p>De resto, acho o texto do autor muito profícuo no que toca à crítica do fetiche do Estado.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: TEJO		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88710/#comment-149909</link>

		<dc:creator><![CDATA[TEJO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2013 01:41:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=88710#comment-149909</guid>

					<description><![CDATA[Rodrigo: eu penso que, justamente, é quando se perde de vista o aspecto produtivo que as coisas saem dos trilhos. O Estado não pode meter medo apenas por ser Estado; ele é sempre instrumento de classe e mudar a classe no poder não alterará isso. Mas, enquanto instrumento, adota novas formas, novas maneiras de se manifestar, rumo a sua própria dissolução. 

Nesse sentido, o Estado é, sim, secundário.

Marx no &quot;18 Brumário&quot;: &quot;Todas as revoluções aperfeiçoaram essa máquina [estatal], em vez de a destruir&quot;. Precisamente, para destruir o Estado burguês há que tomá-lo, transformá-lo, dar-lhe outro caráter, convertê-lo em Operário e, conforme as condições concretas possibilitem, torná-lo cada vez mais supérfluo até que desapareça. 

O anarquista não admite essa época transicional. Quer chegar ao fim da jornada sem passar pela jornada.

Acho que Trotsky e Lênin erraram em combater a Oposição Operária com a veemência com a qual combateram. O &quot;ovo da serpente&quot; soviético poderia estar começando a eclodir aí. Em dado momento o Partido tentou reagir, mas já era tarde: o Estado Operário degenerava a passos largos. Mas degenerava não por ser Estado, mas sim por ser burocrático. Há o Estado Operário saudável mas, e é esse o ponto dos anarquista, se é Estado não pode ser saudável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo: eu penso que, justamente, é quando se perde de vista o aspecto produtivo que as coisas saem dos trilhos. O Estado não pode meter medo apenas por ser Estado; ele é sempre instrumento de classe e mudar a classe no poder não alterará isso. Mas, enquanto instrumento, adota novas formas, novas maneiras de se manifestar, rumo a sua própria dissolução. </p>
<p>Nesse sentido, o Estado é, sim, secundário.</p>
<p>Marx no &#8220;18 Brumário&#8221;: &#8220;Todas as revoluções aperfeiçoaram essa máquina [estatal], em vez de a destruir&#8221;. Precisamente, para destruir o Estado burguês há que tomá-lo, transformá-lo, dar-lhe outro caráter, convertê-lo em Operário e, conforme as condições concretas possibilitem, torná-lo cada vez mais supérfluo até que desapareça. </p>
<p>O anarquista não admite essa época transicional. Quer chegar ao fim da jornada sem passar pela jornada.</p>
<p>Acho que Trotsky e Lênin erraram em combater a Oposição Operária com a veemência com a qual combateram. O &#8220;ovo da serpente&#8221; soviético poderia estar começando a eclodir aí. Em dado momento o Partido tentou reagir, mas já era tarde: o Estado Operário degenerava a passos largos. Mas degenerava não por ser Estado, mas sim por ser burocrático. Há o Estado Operário saudável mas, e é esse o ponto dos anarquista, se é Estado não pode ser saudável.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88710/#comment-149805</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2013 20:27:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=88710#comment-149805</guid>

					<description><![CDATA[Bom texto pra somar pro debate. 

Deixo abaixo, pra quem interessar, os links de um debate similar que está ocorrendo também pela internet e envolvendo PSTU e anarquismo, em especial quanto ao fenômeno &quot;black bloc&quot;. Ressalto uma frase muito sintética, do segundo artigo: 

&quot;A esquerda oficial, autoritária na prática, quer ter o monopólio da direção. Tudo o que não se subordina aos seus ditames não tem valor, ou é entendido como &#039;esquerdismo, uma doença infantil&#039; ou fascismo&quot;.

1)
http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/3648-nossas-diferencas-com-os-black-blocs-uma-falsa-questao-pedagogica
Susana Gutierrez

2)
http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/3679-as-reais-diferencas-entre-o-black-bloc-e-o-pstu
Wallace dos Santos de Moraes

3)
http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/3687-anarquismo-e-marxismo-o-debate-segue
Susana Gutierrez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom texto pra somar pro debate. </p>
<p>Deixo abaixo, pra quem interessar, os links de um debate similar que está ocorrendo também pela internet e envolvendo PSTU e anarquismo, em especial quanto ao fenômeno &#8220;black bloc&#8221;. Ressalto uma frase muito sintética, do segundo artigo: </p>
<p>&#8220;A esquerda oficial, autoritária na prática, quer ter o monopólio da direção. Tudo o que não se subordina aos seus ditames não tem valor, ou é entendido como &#8216;esquerdismo, uma doença infantil&#8217; ou fascismo&#8221;.</p>
<p>1)<br />
<a href="http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/3648-nossas-diferencas-com-os-black-blocs-uma-falsa-questao-pedagogica" rel="nofollow ugc">http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/3648-nossas-diferencas-com-os-black-blocs-uma-falsa-questao-pedagogica</a><br />
Susana Gutierrez</p>
<p>2)<br />
<a href="http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/3679-as-reais-diferencas-entre-o-black-bloc-e-o-pstu" rel="nofollow ugc">http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/3679-as-reais-diferencas-entre-o-black-bloc-e-o-pstu</a><br />
Wallace dos Santos de Moraes</p>
<p>3)<br />
<a href="http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/3687-anarquismo-e-marxismo-o-debate-segue" rel="nofollow ugc">http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/3687-anarquismo-e-marxismo-o-debate-segue</a><br />
Susana Gutierrez</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
