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	Comentários sobre: Trashing: o lado sombrio da sororidade	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Marco Tulio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-563810</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marco Tulio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2020 18:31:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ae rapaziada, em tempos de pandemia,  mas segue a tradução completa do artigo da Jo Freeman,  a tirania das organizações sem estrutura: 
https://jacobin.com.br/2020/03/a-tirania-das-organizacoes-sem-estrutura/

A versão no link da matéria é uma tradução boa, mas incompleta do texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ae rapaziada, em tempos de pandemia,  mas segue a tradução completa do artigo da Jo Freeman,  a tirania das organizações sem estrutura:<br />
<a href="https://jacobin.com.br/2020/03/a-tirania-das-organizacoes-sem-estrutura/" rel="nofollow ugc">https://jacobin.com.br/2020/03/a-tirania-das-organizacoes-sem-estrutura/</a></p>
<p>A versão no link da matéria é uma tradução boa, mas incompleta do texto.</p>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-376189</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Dec 2018 01:12:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Discordo Manolo.

Thrashing, na explicação da Jo Freeman nesse texto (ou seja, na concepção que ela utiliza) não se limita a escracho, no sentido político usual da palavra no Brasil. O thrashing, diz a Freeman, pode ser feito pelas costas... Acho que escracho é um instrumento de trashing, mas o trashing não se reduz ao escracho... entram as fofoquinhas, o falar mal pela frente e por trás etc.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discordo Manolo.</p>
<p>Thrashing, na explicação da Jo Freeman nesse texto (ou seja, na concepção que ela utiliza) não se limita a escracho, no sentido político usual da palavra no Brasil. O thrashing, diz a Freeman, pode ser feito pelas costas&#8230; Acho que escracho é um instrumento de trashing, mas o trashing não se reduz ao escracho&#8230; entram as fofoquinhas, o falar mal pela frente e por trás etc.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-376110</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Dec 2018 21:54:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma entrevista recente com Asad Heider (https://theintercept.com/2018/06/01/politica-identitaria-asad-haider/) apresentou a melhor tradução para &lt;em&gt;thrashing&lt;/em&gt;, que já se usa no dia a dia: &lt;strong&gt;escracho&lt;/strong&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma entrevista recente com Asad Heider (<a href="https://theintercept.com/2018/06/01/politica-identitaria-asad-haider/" rel="nofollow ugc">https://theintercept.com/2018/06/01/politica-identitaria-asad-haider/</a>) apresentou a melhor tradução para <em>thrashing</em>, que já se usa no dia a dia: <strong>escracho</strong>.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Heloísa Flores		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-285641</link>

		<dc:creator><![CDATA[Heloísa Flores]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2015 21:14:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[só vim apontar: perfeita a última colocação de Leo Vinicius.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>só vim apontar: perfeita a última colocação de Leo Vinicius.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-284296</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2015 18:00:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-284291&quot;&gt;Carmen Donegá&lt;/a&gt;.

O mais impressionante, Leo, é que as/os feministas que defendem o segregacionismo sexual não percebem, como você bem colocou, que se trata de algo muito semelhante ao nacionalismo, só que numa versão &lt;em&gt;micro&lt;/em&gt;: enquanto o nacionalismo se preocupa com (&lt;em&gt;macro&lt;/em&gt;)identidades, e com a criação de espaços que sirvam à sua afirmação, procura-se hoje criar espaços que sirvam ao &lt;em&gt;empoderamento feminino&lt;/em&gt;, à afirmação de uma (&lt;em&gt;micro&lt;/em&gt;)identidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-284291">Carmen Donegá</a>.</p>
<p>O mais impressionante, Leo, é que as/os feministas que defendem o segregacionismo sexual não percebem, como você bem colocou, que se trata de algo muito semelhante ao nacionalismo, só que numa versão <em>micro</em>: enquanto o nacionalismo se preocupa com (<em>macro</em>)identidades, e com a criação de espaços que sirvam à sua afirmação, procura-se hoje criar espaços que sirvam ao <em>empoderamento feminino</em>, à afirmação de uma (<em>micro</em>)identidade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carmen Donegá		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-284291</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carmen Donegá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2015 13:52:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bem, dos anos 60 e 70 para cá tivemos alguns avanços no Brasil como o reconhecimento da ideologia feminista na Constituição de 1988, isto é, que as mulheres tenham os mesmos direitos que os homens à liberdade, ao respeito e à dignidade. Porém, nosso avanço como protagonistas em cargos políticos para validarmos esse avanço foi pequeno.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, dos anos 60 e 70 para cá tivemos alguns avanços no Brasil como o reconhecimento da ideologia feminista na Constituição de 1988, isto é, que as mulheres tenham os mesmos direitos que os homens à liberdade, ao respeito e à dignidade. Porém, nosso avanço como protagonistas em cargos políticos para validarmos esse avanço foi pequeno.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-284264</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2015 18:20:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=101362#comment-284264</guid>

					<description><![CDATA[Totalmente impressionante os comentários acima reclamando da &quot;apropriação&quot; desse texto por &quot;homens&quot;. Como bem indicou o Worker, por que será que não reclamam o mesmo do &quot;Tirania das Organizações em Estrutura&quot; que também foi escrito a partir da experiência do movimento feminista que Jo Freeman militava?
É tão infantil quanto seria um anarquista reclamar que marxistas estão lendo Bakunin ou marxistas reclamarem que anarquistas estão lendo Marx.

Nesses comentários temos o exemplo escancarado de como o identitarismo necessariamente exclui, é reacionário, não possui nada de progressista, a semelhança dos nacionalismos, por exemplo.

Enquanto os zapatistas dizem &quot;tudo para todos, nada para nós&quot;, esse identitarismo que vimos acima em comentários diz &quot;tudo para nós, nada para os outros&quot;. Se não tens a nacionalidade nossa, se não tens o sexo nosso, se não falas a nossa língua, e não tens a nossa cor da pele, não mereces...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Totalmente impressionante os comentários acima reclamando da &#8220;apropriação&#8221; desse texto por &#8220;homens&#8221;. Como bem indicou o Worker, por que será que não reclamam o mesmo do &#8220;Tirania das Organizações em Estrutura&#8221; que também foi escrito a partir da experiência do movimento feminista que Jo Freeman militava?<br />
É tão infantil quanto seria um anarquista reclamar que marxistas estão lendo Bakunin ou marxistas reclamarem que anarquistas estão lendo Marx.</p>
<p>Nesses comentários temos o exemplo escancarado de como o identitarismo necessariamente exclui, é reacionário, não possui nada de progressista, a semelhança dos nacionalismos, por exemplo.</p>
<p>Enquanto os zapatistas dizem &#8220;tudo para todos, nada para nós&#8221;, esse identitarismo que vimos acima em comentários diz &#8220;tudo para nós, nada para os outros&#8221;. Se não tens a nacionalidade nossa, se não tens o sexo nosso, se não falas a nossa língua, e não tens a nossa cor da pele, não mereces&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Worker		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-284248</link>

		<dc:creator><![CDATA[Worker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2015 05:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Talvez desagrade algumas pessoas, mas o fato é que este não é um texto de &quot;reflexão INTERNA das feministas&quot;. Pelo contrário, é uma reflexão PÚBLICA de uma militante - publicada originalmente em uma revista na década de 1970, mais recentemente disponibilizada no site da autora e, finalmente, traduzida ao português aqui.
Quer dizer, é uma discussão do movimento social sendo colocada abertamente, para além de suas fronteiras anteriores. Lamento o que gostariam as(?) comentadoras &quot;Sem mainsplaining&quot; e &quot;Mainsplaining não&quot;, mas foi a própria Jo Freeman quem fez deste um debate aberto, de mulheres e homens, negros e brancos, jovens e velhos, ianquees e tupiniquins, gordos e magros.
Aliás, a autora explica exatamente isso nos parágrafos iniciais do artigo! E, como fica mais claro ao longo do texto, são justamente atividades como essa (elaborar publicamente a reflexão crítica sobre o movimento) que tornam uma militante alvo de &quot;detonação&quot;/trashing.
Ora, e por que? A quem interessa encerrar o debate dentro do próprio movimento, como um problema interno, a ponto de atacar tão baixo a dissidência? Interessa exatamente às burocracias internas do movimento, para quem o que mais incomoda é que os problemas sejam levados para fora. E foi Jo Freeman quem fez uma das análises mais contundentes sobre burocratização do movimento na época: &quot;A Tirania das Organizações Sem Estrutura&quot; (curioso, aliás, que esse artigo seja tão discutido no Brasil, enquanto este aqui só tenha sido traduzido agora, não?).
Em &quot;Trashing&quot;, Jo Freeman continua a analisar as dinâmicas da burocracia no movimento feminista, apontando suas táticas mais cruéis. Mas acontece que, assim como a &quot;Tirania das Organizações Sem Estrutura&quot; não é um problema apenas do movimento feminista estadunidense dos anos 1970 (e sim do movimento social em geral), o &quot;Trashing&quot; também não acontece só entre mulheres e mulheres dentro de uma organização feminista. Mesmo com outros nomes, baseado em outras ideologias (que podem usar como pretexto raça, nacionalidade, renda, religião, sexualidade, ou qualquer outra identidade que convir), o trashing está aí sendo sempre usado como arma das burocracias e das disputas de poder no interior das organizações. Quer melhor exemplo disso que no Brasil se tem chamado de &quot;escracho&quot;?
O resultado disso é a fragmentação interna das organizações que deveriam servir como ferramentas da classe trabalhadora em seu combate, é o linchamento e banimento de pessoas que poderiam lutar nas mesmas fileiras, enfim, é um motor da derrota que vem dentro.
E mais maluco é ver que tem gente que leu este artigo, acredita concordar com ele, e já na seção dos comentários põe em prática os artifícios que estão sendo criticados. Jo Freeman coloca que: &quot;É o que se é, e não o que se faz, que é objetado, e essas objeções não podem ser facilmente expressas em termos de comportamentos indesejáveis específicos. (...) Não existe retificação de erros passados, porque esses são tratados como sintomas e não como erros.&quot;, e aqui nos comentários alguém diz que: &quot;os homens são o “inimigo lá fora” (...) E não venham chorar dizendo que não são opressores: todo homem é em uma supremacia masculina.&quot;

No mais, espero que o debate siga, e deixo a recomendação de um outro texto que casa com este - trata do tema da política de &quot;identidades&quot; -, que li aqui mais ou menos na mesma época deste. Também dos EUA (se a gente sofre por aqui, imagina ser de esquerda por lá, deve ser o paraíso do multiculturalismo):
&quot;Teoria dos privilégios: uma política da derrota&quot; Por Will: http://passapalavra.info/2014/12/101505]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez desagrade algumas pessoas, mas o fato é que este não é um texto de &#8220;reflexão INTERNA das feministas&#8221;. Pelo contrário, é uma reflexão PÚBLICA de uma militante &#8211; publicada originalmente em uma revista na década de 1970, mais recentemente disponibilizada no site da autora e, finalmente, traduzida ao português aqui.<br />
Quer dizer, é uma discussão do movimento social sendo colocada abertamente, para além de suas fronteiras anteriores. Lamento o que gostariam as(?) comentadoras &#8220;Sem mainsplaining&#8221; e &#8220;Mainsplaining não&#8221;, mas foi a própria Jo Freeman quem fez deste um debate aberto, de mulheres e homens, negros e brancos, jovens e velhos, ianquees e tupiniquins, gordos e magros.<br />
Aliás, a autora explica exatamente isso nos parágrafos iniciais do artigo! E, como fica mais claro ao longo do texto, são justamente atividades como essa (elaborar publicamente a reflexão crítica sobre o movimento) que tornam uma militante alvo de &#8220;detonação&#8221;/trashing.<br />
Ora, e por que? A quem interessa encerrar o debate dentro do próprio movimento, como um problema interno, a ponto de atacar tão baixo a dissidência? Interessa exatamente às burocracias internas do movimento, para quem o que mais incomoda é que os problemas sejam levados para fora. E foi Jo Freeman quem fez uma das análises mais contundentes sobre burocratização do movimento na época: &#8220;A Tirania das Organizações Sem Estrutura&#8221; (curioso, aliás, que esse artigo seja tão discutido no Brasil, enquanto este aqui só tenha sido traduzido agora, não?).<br />
Em &#8220;Trashing&#8221;, Jo Freeman continua a analisar as dinâmicas da burocracia no movimento feminista, apontando suas táticas mais cruéis. Mas acontece que, assim como a &#8220;Tirania das Organizações Sem Estrutura&#8221; não é um problema apenas do movimento feminista estadunidense dos anos 1970 (e sim do movimento social em geral), o &#8220;Trashing&#8221; também não acontece só entre mulheres e mulheres dentro de uma organização feminista. Mesmo com outros nomes, baseado em outras ideologias (que podem usar como pretexto raça, nacionalidade, renda, religião, sexualidade, ou qualquer outra identidade que convir), o trashing está aí sendo sempre usado como arma das burocracias e das disputas de poder no interior das organizações. Quer melhor exemplo disso que no Brasil se tem chamado de &#8220;escracho&#8221;?<br />
O resultado disso é a fragmentação interna das organizações que deveriam servir como ferramentas da classe trabalhadora em seu combate, é o linchamento e banimento de pessoas que poderiam lutar nas mesmas fileiras, enfim, é um motor da derrota que vem dentro.<br />
E mais maluco é ver que tem gente que leu este artigo, acredita concordar com ele, e já na seção dos comentários põe em prática os artifícios que estão sendo criticados. Jo Freeman coloca que: &#8220;É o que se é, e não o que se faz, que é objetado, e essas objeções não podem ser facilmente expressas em termos de comportamentos indesejáveis específicos. (&#8230;) Não existe retificação de erros passados, porque esses são tratados como sintomas e não como erros.&#8221;, e aqui nos comentários alguém diz que: &#8220;os homens são o “inimigo lá fora” (&#8230;) E não venham chorar dizendo que não são opressores: todo homem é em uma supremacia masculina.&#8221;</p>
<p>No mais, espero que o debate siga, e deixo a recomendação de um outro texto que casa com este &#8211; trata do tema da política de &#8220;identidades&#8221; -, que li aqui mais ou menos na mesma época deste. Também dos EUA (se a gente sofre por aqui, imagina ser de esquerda por lá, deve ser o paraíso do multiculturalismo):<br />
&#8220;Teoria dos privilégios: uma política da derrota&#8221; Por Will: <a href="http://passapalavra.info/2014/12/101505" rel="ugc">http://passapalavra.info/2014/12/101505</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: homemplanando		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-284246</link>

		<dc:creator><![CDATA[homemplanando]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2015 03:56:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[você vem com seu pseudônimo imperialista dizer que a bola é tua e ninguém pode jogar?
e ainda rebaixa a mulher dizendo que os homens são a prova viva de sua superioridade...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>você vem com seu pseudônimo imperialista dizer que a bola é tua e ninguém pode jogar?<br />
e ainda rebaixa a mulher dizendo que os homens são a prova viva de sua superioridade&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mansplaining não		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101362/#comment-284227</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mansplaining não]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2015 22:19:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E ainda vêm chorar que o homens brancos estão sofrendo linchamento na esquerda haha. Isso tem cheiro de defesa de assediador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E ainda vêm chorar que o homens brancos estão sofrendo linchamento na esquerda haha. Isso tem cheiro de defesa de assediador.</p>
]]></content:encoded>
		
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