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	Comentários sobre: Autogestão e massificação de técnicas produtivas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2017 21:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2017/04/111306/#comment-316830&quot;&gt;Fernando Paz&lt;/a&gt;.

&lt;em&gt;Bens materiais&lt;/em&gt;: estão sujeitos à lei da gravidade. &lt;em&gt;Bens imateriais&lt;/em&gt;: não estão sujeitos à lei da gravidade. Entre estes, ainda há, entre outros, os &lt;em&gt;bens simbólicos&lt;/em&gt; (ou seja, meros signos) e os &lt;em&gt;bens afetivos&lt;/em&gt; (ou seja, aqueles ligados à manipulação dos afetos humanos, quando não se referem aos próprios afetos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2017/04/111306/#comment-316830">Fernando Paz</a>.</p>
<p><em>Bens materiais</em>: estão sujeitos à lei da gravidade. <em>Bens imateriais</em>: não estão sujeitos à lei da gravidade. Entre estes, ainda há, entre outros, os <em>bens simbólicos</em> (ou seja, meros signos) e os <em>bens afetivos</em> (ou seja, aqueles ligados à manipulação dos afetos humanos, quando não se referem aos próprios afetos).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Fernando Paz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/04/111306/#comment-316830</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Paz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2017 15:53:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manolo, o que é um bem afetivo?
Obrigado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo, o que é um bem afetivo?<br />
Obrigado!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Rodrigo Araújo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2017/04/111306/#comment-315649</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 18:12:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manolo, esta é uma questão que tem me afligindo há muito, mas que por diversos motivos não tive ocasião de sistematizar em uma publicação. Como você mesmo aponta, é uma reflexão inicial, mas que urge ser posta e reposta no âmbito dos mais diversos movimentos sociais que não pretendem se constituir em instâncias de tutela dos lutares. O controle das técnicas (com o vislumbre de desenvolvimento de novas tecnologias de relacionamento entre trabalhadores e técnicas) é condição material indispensável à abertura de novos campos e espaços de luta, me deixando por isso inteiramente de acordo com suas colocações. Em verdade, na esteira da forma como expôs aqui a questão, me parece claro que o caráter eminentemente objetivo do debate sobre a técnica (quanto aos seus horizontes de realização) nos movimentos sociais transforma esse &quot;campo&quot; de lutas  espaço privilegiado para articulação entre setores de trabalhadores menos produtivos (de mais-valia absoluta) com os outros educados para produção em regime de mais-valia relativa. Tal aspecto traz esse debate ao centro do que acredito ser um dos maiores nós das lutas contemporâneas, posto que a fragmentação dos trabalhadores é marca distintiva de nosso tempo. Além do mais, creio que este espaço de lutas tem também potencial na arregimentação de outros eventuais lutadores desgastados pelas constantes disputas meramente ideológicas entre os diversos agrupamentos militantes (aspecto que é de certa forma secundário frente ao proposto pelo texto). De toda forma, não posso deixar de perceber as oposições ativas a um projeto deste tipo, que variariam entre os vários capitalistas de ontem e hoje, mas que também encontraria nos vários identitarismos o que me parece ser o avesso de uma proposição desse tipo (devido ao irracionalismo de tais orientações que são hoje o centro do debate militante). Me parece que além dos obstáculos próprios a uma proposição como esta sobre a apropriação da técnica como condição de desenvolvimento das lutas, hoje um tal projeto de aglutinação de setores da classe trabalhadora sofreria oposição direta destes vários grupos, tanto por conta da propensão desses ao estilhaçamento da classe, quanto em relação ao desprezo que nutrem pela apropriação da técnica e pelo desenvolvimento de novas tecnologias entendendo-as como condições indispensáveis para a efetivação da emancipação social. Talvez este seja um aspecto a ser desenvolvimento futuramente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo, esta é uma questão que tem me afligindo há muito, mas que por diversos motivos não tive ocasião de sistematizar em uma publicação. Como você mesmo aponta, é uma reflexão inicial, mas que urge ser posta e reposta no âmbito dos mais diversos movimentos sociais que não pretendem se constituir em instâncias de tutela dos lutares. O controle das técnicas (com o vislumbre de desenvolvimento de novas tecnologias de relacionamento entre trabalhadores e técnicas) é condição material indispensável à abertura de novos campos e espaços de luta, me deixando por isso inteiramente de acordo com suas colocações. Em verdade, na esteira da forma como expôs aqui a questão, me parece claro que o caráter eminentemente objetivo do debate sobre a técnica (quanto aos seus horizontes de realização) nos movimentos sociais transforma esse &#8220;campo&#8221; de lutas  espaço privilegiado para articulação entre setores de trabalhadores menos produtivos (de mais-valia absoluta) com os outros educados para produção em regime de mais-valia relativa. Tal aspecto traz esse debate ao centro do que acredito ser um dos maiores nós das lutas contemporâneas, posto que a fragmentação dos trabalhadores é marca distintiva de nosso tempo. Além do mais, creio que este espaço de lutas tem também potencial na arregimentação de outros eventuais lutadores desgastados pelas constantes disputas meramente ideológicas entre os diversos agrupamentos militantes (aspecto que é de certa forma secundário frente ao proposto pelo texto). De toda forma, não posso deixar de perceber as oposições ativas a um projeto deste tipo, que variariam entre os vários capitalistas de ontem e hoje, mas que também encontraria nos vários identitarismos o que me parece ser o avesso de uma proposição desse tipo (devido ao irracionalismo de tais orientações que são hoje o centro do debate militante). Me parece que além dos obstáculos próprios a uma proposição como esta sobre a apropriação da técnica como condição de desenvolvimento das lutas, hoje um tal projeto de aglutinação de setores da classe trabalhadora sofreria oposição direta destes vários grupos, tanto por conta da propensão desses ao estilhaçamento da classe, quanto em relação ao desprezo que nutrem pela apropriação da técnica e pelo desenvolvimento de novas tecnologias entendendo-as como condições indispensáveis para a efetivação da emancipação social. Talvez este seja um aspecto a ser desenvolvimento futuramente.</p>
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