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	Comentários sobre: Prosperidade para quem? Uma leitura do plano de governo do candidato Jair Bolsonaro a partir do Direito do Trabalho e do Direito Previdenciário	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Vinícius de Rezende		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/10/123045/#comment-339266</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vinícius de Rezende]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 14:53:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prezados,
eu havia escrito um comentário ontem à noite, mas parece que ocorreu algum erro ao enviá-lo.
Para além da polêmica entre nomear ou não Bolsonaro nas redes, seja para evitar a manipulação das informações por meio dos algoritmos ou para ridicularizá-lo, escrevo aqui o que escrevi em mensagem privada ao João Bernardo: agradeço o puxão de orelha, que tomei como estímulo para erguer a cabeça nesse momento de resistência ao fascismo.
Amigos e amigas têm relatado um sentimento de medo, desespero e imobilismo. Isso é assumir a derrota de antemão.
Parto do pressuposto de que a maior parte dos leitores do passapalavra não compartilha da concepção de que se derrotará o fascismo exclusivamente nas urnas, mas acredito que tampouco estão dispostos a embarcar na estratégia do quanto pior melhor.
E nesse sentido, superarmos o enfrentamento de cunho exclusivamente culturalista é urgente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,<br />
eu havia escrito um comentário ontem à noite, mas parece que ocorreu algum erro ao enviá-lo.<br />
Para além da polêmica entre nomear ou não Bolsonaro nas redes, seja para evitar a manipulação das informações por meio dos algoritmos ou para ridicularizá-lo, escrevo aqui o que escrevi em mensagem privada ao João Bernardo: agradeço o puxão de orelha, que tomei como estímulo para erguer a cabeça nesse momento de resistência ao fascismo.<br />
Amigos e amigas têm relatado um sentimento de medo, desespero e imobilismo. Isso é assumir a derrota de antemão.<br />
Parto do pressuposto de que a maior parte dos leitores do passapalavra não compartilha da concepção de que se derrotará o fascismo exclusivamente nas urnas, mas acredito que tampouco estão dispostos a embarcar na estratégia do quanto pior melhor.<br />
E nesse sentido, superarmos o enfrentamento de cunho exclusivamente culturalista é urgente.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/10/123045/#comment-339051</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Oct 2018 16:03:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[SEO Consultant,

Já conhecia o argumento, que me parece um tanto cândido e, pior ainda, entra inteiramente no jogo. Mas a situação torna-se verdadeiramente grave quando nas mensagens pessoais que me enviam o nome de Bolsonaro é igualmente evitado. Mais ainda. Há dias eu jantava com uns amigos brasileiros e todos eles só mencionavam o «coiso». Por isso o argumento que você invocou parece-me um pretexto para justificar inibições profundas — e nocivas. Em Portugal há uma expressão que diz que tem de se pegar o touro pelos cornos. Chamar o touro por outro nome não dá resultado.

Mas o principal nisto tudo, e que me parece ser a síntese deste artigo e do outro que mencionei, é o facto de a candidatura de Bolsonaro ter sido enfrentada no plano dos identitarismos e não no das relações de exploração da força de trabalho. Em vez de servir de oportunidade para tentar reconstruir uma unidade de classe trabalhadora, essa campanha tem servido mais uma vez para dar voz à fragmentação.

Quanto ao resto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SEO Consultant,</p>
<p>Já conhecia o argumento, que me parece um tanto cândido e, pior ainda, entra inteiramente no jogo. Mas a situação torna-se verdadeiramente grave quando nas mensagens pessoais que me enviam o nome de Bolsonaro é igualmente evitado. Mais ainda. Há dias eu jantava com uns amigos brasileiros e todos eles só mencionavam o «coiso». Por isso o argumento que você invocou parece-me um pretexto para justificar inibições profundas — e nocivas. Em Portugal há uma expressão que diz que tem de se pegar o touro pelos cornos. Chamar o touro por outro nome não dá resultado.</p>
<p>Mas o principal nisto tudo, e que me parece ser a síntese deste artigo e do outro que mencionei, é o facto de a candidatura de Bolsonaro ter sido enfrentada no plano dos identitarismos e não no das relações de exploração da força de trabalho. Em vez de servir de oportunidade para tentar reconstruir uma unidade de classe trabalhadora, essa campanha tem servido mais uma vez para dar voz à fragmentação.</p>
<p>Quanto ao resto&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcelo de Marchi Mazzoni		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/10/123045/#comment-339045</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo de Marchi Mazzoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Oct 2018 13:17:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ps: De outro lado, temos, por exemplo, o filme pós-moderno &quot;Bastardo Inglórios&quot;. Lá os nomes aparecem, mas a realidade saí pela janela para dar lugar ao identitarismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ps: De outro lado, temos, por exemplo, o filme pós-moderno &#8220;Bastardo Inglórios&#8221;. Lá os nomes aparecem, mas a realidade saí pela janela para dar lugar ao identitarismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcelo de Marchi Mazzoni		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/10/123045/#comment-339012</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo de Marchi Mazzoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Oct 2018 05:33:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para constar dois: enquanto o general gostava de flertar a foto de um outro militar. Tínhamos Charlie Chaplin fazendo um dos filmes mais combativos da segunda guerra mundial: O grande ditador. Não escutei nele nenhuma vez Hitler, ou Mussolini, nazismo ou fascismo. Mas a mensagem é tão universal e concreta que vai além da palavra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para constar dois: enquanto o general gostava de flertar a foto de um outro militar. Tínhamos Charlie Chaplin fazendo um dos filmes mais combativos da segunda guerra mundial: O grande ditador. Não escutei nele nenhuma vez Hitler, ou Mussolini, nazismo ou fascismo. Mas a mensagem é tão universal e concreta que vai além da palavra.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: SEO Consultant		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/10/123045/#comment-338983</link>

		<dc:creator><![CDATA[SEO Consultant]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Oct 2018 16:25:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=123045#comment-338983</guid>

					<description><![CDATA[Para constar: não escrever o nome de Bolsonaro nos textos que circulam via internet é uma tática adaptada ao meio. Aqui, quanto mais um nome aparece, independentemente de um contexto bom ou mau, mais ele sobe no Google e outros buscadores, porque para eles importa a palavra, não o contexto. Uma campanha de crítica pesada que marcasse bem o nome dele terminaria fazendo campanha para ele sem querer. São as tragédias de nossos tempos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para constar: não escrever o nome de Bolsonaro nos textos que circulam via internet é uma tática adaptada ao meio. Aqui, quanto mais um nome aparece, independentemente de um contexto bom ou mau, mais ele sobe no Google e outros buscadores, porque para eles importa a palavra, não o contexto. Uma campanha de crítica pesada que marcasse bem o nome dele terminaria fazendo campanha para ele sem querer. São as tragédias de nossos tempos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/10/123045/#comment-338976</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Oct 2018 14:23:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=123045#comment-338976</guid>

					<description><![CDATA[Caro Vinícius,

O que me preocupa não é a truculência dos apoiantes do Bolsonaro. Essa era previsível e, aliás, para a prever bastariam conhecimentos históricos sumários. O que realmente me preocupa é o estado de espírito de tanta gente de esquerda, assustada, incapaz de fazer frente e já a fugir antes ainda de o Bolsonaro ter ganho. Quer um exemplo? Durante a segunda guerra mundial, nas campanhas no Norte de África, o comandante das forças aliadas, Montgomery, teve sempre na sua mesa de trabalho uma fotografia do comandante das tropas do Eixo, Rommel. Ele considerava que precisava de entender ao máximo o inimigo e que para isso tinha de o encarar objectivamente. E colocar a fotografia dele à sua frente, sobre a mesa de trabalho, era um dos instrumentos dessa objectividade. Pelo contrário, o que faz a esquerda brasileira? Recusa-se até a pronunciar o nome de Bolsonaro. Uns chamam-lhe «o coiso», você chama-lhe «o Boçal», e pensam que assim o combatem melhor? Não, assim vocês estão a enfiar um saco na vossa cabeça, tal como aquelas crianças que se escondem sob o lençol para não ver o fantasma. 

Eu sei por experiência própria o que é combater o fascismo, e sei o que é combatê-lo tanto à luz do dia como em organizações clandestinas. Foi assim que me formei. Mas tal como grande parte da esquerda brasileira está reagindo, pode ter-se a certeza de que não é desse modo que se combate o Bolsonaro. E é isto que verdadeiramente me preocupa. 

Mas a raiz desta preocupação é mais funda. Concordo inteiramente consigo quando você destaca a importância deste artigo de Renata Dutra e Valdemiro Xavier pelo facto de ele se dirigir directamente ao centro da questão, a exploração da classe trabalhadora. Já João, num artigo aqui publicado ontem ( http://passapalavra.info/2018/10/123037 ), pretendeu inflectir nesta perspectiva a atenção da esquerda, escrevendo nomeadamente: «A maior clarividência possível é poeira, e de nada vale, quando não conseguimos nos mover politicamente dentro dos locais de exploração e reprodução da força de trabalho. A tarefa dos revolucionários continua sendo o esforço para erguer as formas de poder própria dos trabalhadores, irreversíveis, desde o chão das empresas.» Não pode haver palavras mais justas. 

A grande dificuldade, caro Vinícius, e tal como o seu comentário desconsoladamente reconhece, é que a candidatura de Bolsonaro tem sido enfrentada no plano dos identitarismos, e não no das relações de exploração da força de trabalho. E assim a campanha contra Bolsonaro, em vez de servir de oportunidade para tentar reconstruir uma unidade de classe trabalhadora, serviu mais uma vez para dar voz à fragmentação. Reside aqui a raiz do problema. Para a ascensão de Bolsonaro podem encontrar-se na história muitos casos. Mas para a luta que inevitavelmente se seguirá não há exemplos nem modelos, porque nunca os capitalistas estiveram tão unidos e os trabalhadores tão fragmentados. 

Será necessário partir do zero, o que é muito difícil mas, afinal, talvez tenha algumas vantagens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Vinícius,</p>
<p>O que me preocupa não é a truculência dos apoiantes do Bolsonaro. Essa era previsível e, aliás, para a prever bastariam conhecimentos históricos sumários. O que realmente me preocupa é o estado de espírito de tanta gente de esquerda, assustada, incapaz de fazer frente e já a fugir antes ainda de o Bolsonaro ter ganho. Quer um exemplo? Durante a segunda guerra mundial, nas campanhas no Norte de África, o comandante das forças aliadas, Montgomery, teve sempre na sua mesa de trabalho uma fotografia do comandante das tropas do Eixo, Rommel. Ele considerava que precisava de entender ao máximo o inimigo e que para isso tinha de o encarar objectivamente. E colocar a fotografia dele à sua frente, sobre a mesa de trabalho, era um dos instrumentos dessa objectividade. Pelo contrário, o que faz a esquerda brasileira? Recusa-se até a pronunciar o nome de Bolsonaro. Uns chamam-lhe «o coiso», você chama-lhe «o Boçal», e pensam que assim o combatem melhor? Não, assim vocês estão a enfiar um saco na vossa cabeça, tal como aquelas crianças que se escondem sob o lençol para não ver o fantasma. </p>
<p>Eu sei por experiência própria o que é combater o fascismo, e sei o que é combatê-lo tanto à luz do dia como em organizações clandestinas. Foi assim que me formei. Mas tal como grande parte da esquerda brasileira está reagindo, pode ter-se a certeza de que não é desse modo que se combate o Bolsonaro. E é isto que verdadeiramente me preocupa. </p>
<p>Mas a raiz desta preocupação é mais funda. Concordo inteiramente consigo quando você destaca a importância deste artigo de Renata Dutra e Valdemiro Xavier pelo facto de ele se dirigir directamente ao centro da questão, a exploração da classe trabalhadora. Já João, num artigo aqui publicado ontem ( <a href="http://passapalavra.info/2018/10/123037" rel="ugc">http://passapalavra.info/2018/10/123037</a> ), pretendeu inflectir nesta perspectiva a atenção da esquerda, escrevendo nomeadamente: «A maior clarividência possível é poeira, e de nada vale, quando não conseguimos nos mover politicamente dentro dos locais de exploração e reprodução da força de trabalho. A tarefa dos revolucionários continua sendo o esforço para erguer as formas de poder própria dos trabalhadores, irreversíveis, desde o chão das empresas.» Não pode haver palavras mais justas. </p>
<p>A grande dificuldade, caro Vinícius, e tal como o seu comentário desconsoladamente reconhece, é que a candidatura de Bolsonaro tem sido enfrentada no plano dos identitarismos, e não no das relações de exploração da força de trabalho. E assim a campanha contra Bolsonaro, em vez de servir de oportunidade para tentar reconstruir uma unidade de classe trabalhadora, serviu mais uma vez para dar voz à fragmentação. Reside aqui a raiz do problema. Para a ascensão de Bolsonaro podem encontrar-se na história muitos casos. Mas para a luta que inevitavelmente se seguirá não há exemplos nem modelos, porque nunca os capitalistas estiveram tão unidos e os trabalhadores tão fragmentados. </p>
<p>Será necessário partir do zero, o que é muito difícil mas, afinal, talvez tenha algumas vantagens.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vinícius de Rezende		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2018/10/123045/#comment-338973</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vinícius de Rezende]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Oct 2018 12:50:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=123045#comment-338973</guid>

					<description><![CDATA[Prezadxs,
partindo do pressuposto de que os leitores do passapalavra não cogitariam votar no Boçal, considero a publicação uma grande contribuição para demonstrar a miopia de grande parte da esquerda.
O movimento #elenão e as inúmeras manifestações contrárias ao Boçal nas redes sociais centraram-se quase que exclusivamente nas denúncias de autoritarismo, misoginia, machismo, racismo e homofobia. Nada disso foi capaz de diminuir a adesão ao pitoresco personagem. Ao contrário.
Pela simples razão de que parte significativa da população é misógina, machista, racista e homofóbica.
Se não era possível evitar a centralidade do elemento culturalista nas manifestações, era imprescindível ter agregado a denúncia do desastre que o arremedo de projeto do Boçal significará para quem vive do próprio trabalho.
Sindicatos e centrais estão mais preocupados em tentar sobreviver por meio da eleição de seus velhos burocratas.
Agora talvez seja tarde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezadxs,<br />
partindo do pressuposto de que os leitores do passapalavra não cogitariam votar no Boçal, considero a publicação uma grande contribuição para demonstrar a miopia de grande parte da esquerda.<br />
O movimento #elenão e as inúmeras manifestações contrárias ao Boçal nas redes sociais centraram-se quase que exclusivamente nas denúncias de autoritarismo, misoginia, machismo, racismo e homofobia. Nada disso foi capaz de diminuir a adesão ao pitoresco personagem. Ao contrário.<br />
Pela simples razão de que parte significativa da população é misógina, machista, racista e homofóbica.<br />
Se não era possível evitar a centralidade do elemento culturalista nas manifestações, era imprescindível ter agregado a denúncia do desastre que o arremedo de projeto do Boçal significará para quem vive do próprio trabalho.<br />
Sindicatos e centrais estão mais preocupados em tentar sobreviver por meio da eleição de seus velhos burocratas.<br />
Agora talvez seja tarde.</p>
]]></content:encoded>
		
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