<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Um monotrilho sobre as nossas cabeças	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2020/03/130122/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Apr 2020 00:47:30 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Daniel Caribé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-584557</link>

		<dc:creator><![CDATA[Daniel Caribé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 00:47:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-584557</guid>

					<description><![CDATA[O auto do comentário acima, que é um verdadeiro gênio além de muito gentil, tem a certeza de que o monotrilho é a melhor solução, pois é um modal capaz de passar por cima dos alagamentos sem precisar resolvê-los. Que pequeno detalhe é a vida das pessoas logo abaixo, não é mesmo?  O contrato original previa resolver os problemas de saneamento e de drenagem, mas também é apenas um pequeno detalhe que isso não conste mais nos compromissos. Podemos deixar tudo e todos submersos desde que a água não atinja os 5 metros de altura, não é?

Gean também perde tempo vindo aqui xingar as pessoas que denunciam a forma como tudo se passa em Salvador, porém não tem disponibilidade para um bom debate. Mas é isso, se somos asnos e se a nossa burrice é imensa, por que gastar energia expondo as inúmeras vantagens do monotrilho? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O auto do comentário acima, que é um verdadeiro gênio além de muito gentil, tem a certeza de que o monotrilho é a melhor solução, pois é um modal capaz de passar por cima dos alagamentos sem precisar resolvê-los. Que pequeno detalhe é a vida das pessoas logo abaixo, não é mesmo?  O contrato original previa resolver os problemas de saneamento e de drenagem, mas também é apenas um pequeno detalhe que isso não conste mais nos compromissos. Podemos deixar tudo e todos submersos desde que a água não atinja os 5 metros de altura, não é?</p>
<p>Gean também perde tempo vindo aqui xingar as pessoas que denunciam a forma como tudo se passa em Salvador, porém não tem disponibilidade para um bom debate. Mas é isso, se somos asnos e se a nossa burrice é imensa, por que gastar energia expondo as inúmeras vantagens do monotrilho? </p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: gean		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-584483</link>

		<dc:creator><![CDATA[gean]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 22:15:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-584483</guid>

					<description><![CDATA[Esta luta de poucos indivíduos contra o monotrilho, são de uma burrice imensa, e os protagonistas de tal questionamento, são verdadeiros asnos.
O monotrilho trafega suspenso, transpondo com facilidade as inundações que ocorrem na maioria de todo este percurso, podendo com facilidade vencer inclinações tipo (baixa-fiscal / largo do tanque) por ocasião da ligação com estação existente no retiro.
Em virtude de estar com o tempo curto neste momento, mencionei apenas duas das inúmeras vantagens que este modal possui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta luta de poucos indivíduos contra o monotrilho, são de uma burrice imensa, e os protagonistas de tal questionamento, são verdadeiros asnos.<br />
O monotrilho trafega suspenso, transpondo com facilidade as inundações que ocorrem na maioria de todo este percurso, podendo com facilidade vencer inclinações tipo (baixa-fiscal / largo do tanque) por ocasião da ligação com estação existente no retiro.<br />
Em virtude de estar com o tempo curto neste momento, mencionei apenas duas das inúmeras vantagens que este modal possui.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gilson jesus vieira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-555049</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gilson jesus vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 03:28:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-555049</guid>

					<description><![CDATA[https://youtu.be/v9K4ygaDE9U
Prezado Daniel, esse link acima é de um vídeo atualíssimo que poderá esclarecer muitas dúvidas, questionamentos e permitir que algumas entendam que os nossos posicionamentos sobre o equívoco da escolha do modal monotrilho que o governo estadual, insiste em implantar substituindo a nossa Ferrovia. Tudo que se possa argumentar já foi falado e escrito. Desde as irregularidades técnicas e econômicas detectadas nas auditorias do Tribunal de Contas do Estado, que foram impedidas em serem divulgadas e julgadas, pelo Tribunal de Justiça, por seu então presidente que foi afastado pela Polícia Federal, por envolvimento em corrupção, que negociou com a equipe governamental, deixando sob suspeição essa atitude. Outros fatos graves nesse contrato, como a falta de transparência na mudança do modal de VLT - Veículo Leve sobre Trilhos, que seria  o que atenderia ao que foi aprovado no PDDU. E o governo insiste em propaganda enganosa, sendo paga com recursos públicos, afirmando que esse monotrilho, que é composto de pneus é VLT, para confundir a população e até a imprensa. Entre outros fatores negativos, que o vídeo dar exemplos muito claro de tudo que vimos, de todas as maneiras alertando a todos. Inclusive com respaldo de técnicos especialista em mobilidade, arquitetura e Urbanismo, além de entidades como o CREA, IAB, CAU, Escola Politecnica da UFBA, entidades ambientalistas, e de  Engenharia Ferroviária, entre outras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://youtu.be/v9K4ygaDE9U" rel="nofollow ugc">https://youtu.be/v9K4ygaDE9U</a><br />
Prezado Daniel, esse link acima é de um vídeo atualíssimo que poderá esclarecer muitas dúvidas, questionamentos e permitir que algumas entendam que os nossos posicionamentos sobre o equívoco da escolha do modal monotrilho que o governo estadual, insiste em implantar substituindo a nossa Ferrovia. Tudo que se possa argumentar já foi falado e escrito. Desde as irregularidades técnicas e econômicas detectadas nas auditorias do Tribunal de Contas do Estado, que foram impedidas em serem divulgadas e julgadas, pelo Tribunal de Justiça, por seu então presidente que foi afastado pela Polícia Federal, por envolvimento em corrupção, que negociou com a equipe governamental, deixando sob suspeição essa atitude. Outros fatos graves nesse contrato, como a falta de transparência na mudança do modal de VLT &#8211; Veículo Leve sobre Trilhos, que seria  o que atenderia ao que foi aprovado no PDDU. E o governo insiste em propaganda enganosa, sendo paga com recursos públicos, afirmando que esse monotrilho, que é composto de pneus é VLT, para confundir a população e até a imprensa. Entre outros fatores negativos, que o vídeo dar exemplos muito claro de tudo que vimos, de todas as maneiras alertando a todos. Inclusive com respaldo de técnicos especialista em mobilidade, arquitetura e Urbanismo, além de entidades como o CREA, IAB, CAU, Escola Politecnica da UFBA, entidades ambientalistas, e de  Engenharia Ferroviária, entre outras.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Daniel Caribé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-554467</link>

		<dc:creator><![CDATA[Daniel Caribé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2020 07:24:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-554467</guid>

					<description><![CDATA[LL,

O VLT de Salvador seria construído onde hoje existe uma linha férrea, compartilhando ou não os trilhos com o trem. Isso daria ao VLT de Salvador um desempenho muito acima do que se verifica nas cidades com VLTs em centros históricos ou em bairros com alta densidade populacional. Falando de outra forma, o VLT de Salvador não compartilharia o piso com automóveis e ônibus na maior parte do seu trajeto. Além do mais, alguns trechos poderiam ser vetados aos pedestres, aumentando ainda mais a velocidade do modal. De forma alguma isso faria do VLT mais veloz do que o monotrilho, e essa é a única vantagem do modal que está prestes a ser implementado, porém a referência não deve ser a velocidade dos VLTs dos centros das cidades europeias.
 
O único trecho que o VLT de Salvador compartilharia o piso com automóveis, ônibus e pedestres fica entre a Estação Calçada e o final do bairro do Comércio. Entretanto, o monotrilho sequer poderá fazer todo esse trajeto, tendo sua última estação planejada para o início do bairro do Comércio, pois os impactos de todos os tipos que um monotrilho provocaria ao adentrar um bairro adensado são imensuráveis. Então, nesse trecho, o VLT seria muito superior, pois mesmo com baixa velocidade cortaria todo o bairro do Comércio, enquanto o monotrilho nem existirá aí. Por que, entretanto, o governo do estado não se preocupou em cortar bairros populares e adensados como o de Lobato, mas não ousou fazer o mesmo no bairro do Comércio? 

Quanto aos problemas técnicos apresentados pelos monotrilhos, que costumam ser muitos, é mais um risco que se incorre. Nada que com o tempo não se ajuste, sendo otimista, porém trata-se de uma PPP, o que significa que em caso de retorno abaixo do previsto no contrato, caberá ao governo pagar a conta. Ou seja, quanto mais problemas, mais custos; quanto mais custos, menor retorno; quanto menor retorno, mais caro se torna o modal. E estamos falando do aglomerado de bairros onde estão os piores índices de imobilidade urbana de Salvador. Ainda, e diferentemente das cidades europeias ou de São Paulo, não há previsão de subsídio ao sistema de transporte público daqui. Além dos custos de manutenção elevados, o monotrilho poderá demorar muitos anos até atingir uma demanda suficiente para garantir o retorno do negócio. No final, você sabe onde essa conta vai bater? Isso mesmo, na tarifa. Por último, gostaria de lembrar que os estudos de impacto de vizinha, o projeto executivo e mesmo o estudo de demanda até agora apresentados (os que foram apresentados!) são altamente questionáveis.

Porém, sobre nada disso eu queria falar aqui no Passa Palavra, pois é um assunto muito técnico e o perfil do site é outro: cobrir as lutas. O que interessa mesmo é a sua última questão, e deveria ser esse o centro do debate. Ninguém questiona as remoções. O problema reside na forma como elas estão sendo feitas (casas pichadas, falta de informação, destrato com as famílias etc.), o valor ridículo das indenizações que o governo quer pagar e a falta de um programa de habitação social para acolher aqueles que perderão suas casas. Além do mais, muitas outras famílias serão impactadas, e apesar de não serem desapropriadas, passarão a habitar logo abaixo do monotrilho. E, para essas, nem uma indenização mequetrefe planejam dar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>LL,</p>
<p>O VLT de Salvador seria construído onde hoje existe uma linha férrea, compartilhando ou não os trilhos com o trem. Isso daria ao VLT de Salvador um desempenho muito acima do que se verifica nas cidades com VLTs em centros históricos ou em bairros com alta densidade populacional. Falando de outra forma, o VLT de Salvador não compartilharia o piso com automóveis e ônibus na maior parte do seu trajeto. Além do mais, alguns trechos poderiam ser vetados aos pedestres, aumentando ainda mais a velocidade do modal. De forma alguma isso faria do VLT mais veloz do que o monotrilho, e essa é a única vantagem do modal que está prestes a ser implementado, porém a referência não deve ser a velocidade dos VLTs dos centros das cidades europeias.</p>
<p>O único trecho que o VLT de Salvador compartilharia o piso com automóveis, ônibus e pedestres fica entre a Estação Calçada e o final do bairro do Comércio. Entretanto, o monotrilho sequer poderá fazer todo esse trajeto, tendo sua última estação planejada para o início do bairro do Comércio, pois os impactos de todos os tipos que um monotrilho provocaria ao adentrar um bairro adensado são imensuráveis. Então, nesse trecho, o VLT seria muito superior, pois mesmo com baixa velocidade cortaria todo o bairro do Comércio, enquanto o monotrilho nem existirá aí. Por que, entretanto, o governo do estado não se preocupou em cortar bairros populares e adensados como o de Lobato, mas não ousou fazer o mesmo no bairro do Comércio? </p>
<p>Quanto aos problemas técnicos apresentados pelos monotrilhos, que costumam ser muitos, é mais um risco que se incorre. Nada que com o tempo não se ajuste, sendo otimista, porém trata-se de uma PPP, o que significa que em caso de retorno abaixo do previsto no contrato, caberá ao governo pagar a conta. Ou seja, quanto mais problemas, mais custos; quanto mais custos, menor retorno; quanto menor retorno, mais caro se torna o modal. E estamos falando do aglomerado de bairros onde estão os piores índices de imobilidade urbana de Salvador. Ainda, e diferentemente das cidades europeias ou de São Paulo, não há previsão de subsídio ao sistema de transporte público daqui. Além dos custos de manutenção elevados, o monotrilho poderá demorar muitos anos até atingir uma demanda suficiente para garantir o retorno do negócio. No final, você sabe onde essa conta vai bater? Isso mesmo, na tarifa. Por último, gostaria de lembrar que os estudos de impacto de vizinha, o projeto executivo e mesmo o estudo de demanda até agora apresentados (os que foram apresentados!) são altamente questionáveis.</p>
<p>Porém, sobre nada disso eu queria falar aqui no Passa Palavra, pois é um assunto muito técnico e o perfil do site é outro: cobrir as lutas. O que interessa mesmo é a sua última questão, e deveria ser esse o centro do debate. Ninguém questiona as remoções. O problema reside na forma como elas estão sendo feitas (casas pichadas, falta de informação, destrato com as famílias etc.), o valor ridículo das indenizações que o governo quer pagar e a falta de um programa de habitação social para acolher aqueles que perderão suas casas. Além do mais, muitas outras famílias serão impactadas, e apesar de não serem desapropriadas, passarão a habitar logo abaixo do monotrilho. E, para essas, nem uma indenização mequetrefe planejam dar.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: LL		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-554224</link>

		<dc:creator><![CDATA[LL]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2020 22:41:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-554224</guid>

					<description><![CDATA[Evidente que as falhas de um monotrilho não necessariamente implica na falha de outro, mas essa matéria(https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/03/falhas-no-monotrilho-poem-modelo-expansao-e-concessao-em-xeque-em-sp.shtml) ajuda a pensar nos possíveis problemas operacionais que teriam um monotrilho.
Agora, o VLT não me parece também uma boa alternativa, porque eu acho o deslocamento dele bem lento nas cidades que já circulei. Agora precisa-se de fato levar uma alternativa de progresso a região, e isso implica sim em remover quem mora na margem da ferrovia. A questão é como fazer isso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Evidente que as falhas de um monotrilho não necessariamente implica na falha de outro, mas essa matéria(<a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/03/falhas-no-monotrilho-poem-modelo-expansao-e-concessao-em-xeque-em-sp.shtml" rel="nofollow ugc">https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/03/falhas-no-monotrilho-poem-modelo-expansao-e-concessao-em-xeque-em-sp.shtml</a>) ajuda a pensar nos possíveis problemas operacionais que teriam um monotrilho.<br />
Agora, o VLT não me parece também uma boa alternativa, porque eu acho o deslocamento dele bem lento nas cidades que já circulei. Agora precisa-se de fato levar uma alternativa de progresso a região, e isso implica sim em remover quem mora na margem da ferrovia. A questão é como fazer isso?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Wendell Moreira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-552449</link>

		<dc:creator><![CDATA[Wendell Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 08:55:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-552449</guid>

					<description><![CDATA[Daniel, bom dia! Você é morador do Subúrbio meu ilustre!? Passageiro ativo dos trens!? Acho que não... Toda a aparelhagem atrelada ao consórcio dos trens estão sucateadas, sem infra e margeando as estruturas para a bandidagem. Sem comentar os acidentes e os custos altíssimos! Em um meio de transporte que não nos cabe mais por aqui. Mesmo se tratando de politicagem brasileira, onde a gente sabe como funciona... Gostaríamos de tirar proveito dessa obra e trazer um pouco mais de dignidade, principalmente as pessoas que margeiam as linhas férreas, onde não há estruturas decentes e nem saneamento básico para qualificar suas vidas! Vide períodos chuvosos... E também meu ilustre locais onde o tráfico aproveita desses locais remotos e moradias muitas delas vazias para se instalar e aterrorizar moradores. Talvez com a chegada dessa “modernidade”, as vielas apertadas se tornem vias, praças e parques sejam criados, bases comunitárias de  segurança sejam instaladas, cercas e segurança privada do aparelho também! E um pouco da sensação de presença de “Estado” seja sentida por esse povo trabalhador, honesto e tão discriminado e mau assistido... Sobre trabalhadores informais e moradores que serão deslocados, concordo sim que seja aplicada uma política pública que resolva a situação deles, mas a modernidade não pode ser travada pela minoria, até porque a grande maioria aqui no Subúrbio apoia a chegada do VLT! E não esqueçamos que em Democracia verdadeira, a maioria se sobressai a minoria, mesmo sabendo das insatisfações mas é assim que verdadeiramente funciona! Abraço...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel, bom dia! Você é morador do Subúrbio meu ilustre!? Passageiro ativo dos trens!? Acho que não&#8230; Toda a aparelhagem atrelada ao consórcio dos trens estão sucateadas, sem infra e margeando as estruturas para a bandidagem. Sem comentar os acidentes e os custos altíssimos! Em um meio de transporte que não nos cabe mais por aqui. Mesmo se tratando de politicagem brasileira, onde a gente sabe como funciona&#8230; Gostaríamos de tirar proveito dessa obra e trazer um pouco mais de dignidade, principalmente as pessoas que margeiam as linhas férreas, onde não há estruturas decentes e nem saneamento básico para qualificar suas vidas! Vide períodos chuvosos&#8230; E também meu ilustre locais onde o tráfico aproveita desses locais remotos e moradias muitas delas vazias para se instalar e aterrorizar moradores. Talvez com a chegada dessa “modernidade”, as vielas apertadas se tornem vias, praças e parques sejam criados, bases comunitárias de  segurança sejam instaladas, cercas e segurança privada do aparelho também! E um pouco da sensação de presença de “Estado” seja sentida por esse povo trabalhador, honesto e tão discriminado e mau assistido&#8230; Sobre trabalhadores informais e moradores que serão deslocados, concordo sim que seja aplicada uma política pública que resolva a situação deles, mas a modernidade não pode ser travada pela minoria, até porque a grande maioria aqui no Subúrbio apoia a chegada do VLT! E não esqueçamos que em Democracia verdadeira, a maioria se sobressai a minoria, mesmo sabendo das insatisfações mas é assim que verdadeiramente funciona! Abraço&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Diego		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-551964</link>

		<dc:creator><![CDATA[Diego]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 18:23:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-551964</guid>

					<description><![CDATA[Ninguém repara que não é nem leve, e nem trilho? A tecnologia é sob pneus. 
45 segundos desse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=n-jBwsCOP8w
&quot;Skyrail employs rubber tires unlike metro systems which uses steel rails&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ninguém repara que não é nem leve, e nem trilho? A tecnologia é sob pneus.<br />
45 segundos desse vídeo: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=n-jBwsCOP8w" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=n-jBwsCOP8w</a><br />
&#8220;Skyrail employs rubber tires unlike metro systems which uses steel rails&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Felipe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-551934</link>

		<dc:creator><![CDATA[Felipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 17:28:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-551934</guid>

					<description><![CDATA[Indicação sobre as potenciais consequências sociais, econômicas e infraestruturais da Linha 15: 
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-08032017-135118/pt-br.php]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Indicação sobre as potenciais consequências sociais, econômicas e infraestruturais da Linha 15:<br />
<a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-08032017-135118/pt-br.php" rel="nofollow ugc">https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-08032017-135118/pt-br.php</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Daniel Caribé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-551868</link>

		<dc:creator><![CDATA[Daniel Caribé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 15:10:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-551868</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-551855&quot;&gt;João Bernardo&lt;/a&gt;.

João Bernardo,

São as empresas chinesas citadas pois as empresas nacionais desistiram da empreitada. Caso as empresas nacionais tivessem feito um monotrilho no lugar de um VLT, mereceriam as mesmas críticas. Basta ver as críticas feitas ao Consórcio da Arena Fonte Nova, contrato firmado entre empreiteiras baianas objetivando a construção do estádio de futebol daqui de Salvador. Quem me conhece sabe que eu nunca deixei de criticá-las ou de criticar a PPP que permitiu a construção da Arena. As críticas são tão duras quanto as direcionadas ao consórcio chinês. Portanto, não há nenhuma defesa do capitalismo e das empresas nacionais (muito menos baianas) no texto.

O destaque dado às empreiteiras chineses se deve à emergência do novo momento, no qual muitas das obras em curso ou programadas para a região Nordeste do Brasil estão sendo feitas ou deverão ser feitas por empreiteiras chinesas. Não há como não revelar a informação. Mas são os governos que permitem que as empreiteiras atuem de forma A ou B, mais ou menos violenta, escolham projetos de um tipo e não de outro. Por isso a crítica do texto é centrada no governo da Bahia e no atual governador. 

O texto também fala da revitalização do trem e da defesa do VLT, projeto anterior ao monotrilho e abandonado pelo próprio governo do estado. Não se trata de defender um trem sucateado, abandonado e antigo, e sim um projeto diferente do que está hoje sendo implementado. O monotrilho não é progresso, o monotrilho é retrocesso, ainda mais da forma como vem sendo imposto. Por que o monotrilho é considerado progresso e o VLT, não? Por que um trem recuperado é considerado retrocesso? Todas as demais cidades do mundo que têm seus trens e VLTs em pleno funcionamento estão num passado bucólico enquanto as poucas que adotaram monotrilho estão no futuro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-551855">João Bernardo</a>.</p>
<p>João Bernardo,</p>
<p>São as empresas chinesas citadas pois as empresas nacionais desistiram da empreitada. Caso as empresas nacionais tivessem feito um monotrilho no lugar de um VLT, mereceriam as mesmas críticas. Basta ver as críticas feitas ao Consórcio da Arena Fonte Nova, contrato firmado entre empreiteiras baianas objetivando a construção do estádio de futebol daqui de Salvador. Quem me conhece sabe que eu nunca deixei de criticá-las ou de criticar a PPP que permitiu a construção da Arena. As críticas são tão duras quanto as direcionadas ao consórcio chinês. Portanto, não há nenhuma defesa do capitalismo e das empresas nacionais (muito menos baianas) no texto.</p>
<p>O destaque dado às empreiteiras chineses se deve à emergência do novo momento, no qual muitas das obras em curso ou programadas para a região Nordeste do Brasil estão sendo feitas ou deverão ser feitas por empreiteiras chinesas. Não há como não revelar a informação. Mas são os governos que permitem que as empreiteiras atuem de forma A ou B, mais ou menos violenta, escolham projetos de um tipo e não de outro. Por isso a crítica do texto é centrada no governo da Bahia e no atual governador. </p>
<p>O texto também fala da revitalização do trem e da defesa do VLT, projeto anterior ao monotrilho e abandonado pelo próprio governo do estado. Não se trata de defender um trem sucateado, abandonado e antigo, e sim um projeto diferente do que está hoje sendo implementado. O monotrilho não é progresso, o monotrilho é retrocesso, ainda mais da forma como vem sendo imposto. Por que o monotrilho é considerado progresso e o VLT, não? Por que um trem recuperado é considerado retrocesso? Todas as demais cidades do mundo que têm seus trens e VLTs em pleno funcionamento estão num passado bucólico enquanto as poucas que adotaram monotrilho estão no futuro?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2020/03/130122/#comment-551855</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 14:42:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=130122#comment-551855</guid>

					<description><![CDATA[Daniel Caribé,

Seria dispensável neste seu artigo o relento de nacionalismo económico. Antes o nacionalismo brasileiro era só contra os americanos, mas agora, entre os mais instruídos, já se virou contra os chineses. Este tipo de crítica ao imperialismo limita-se a uma disputa em que os capitalistas de um dado país procuram o apoio dos trabalhadores desse país para se oporem ao poder económico de capitalistas estrangeiros. Se as empresas encarregadas da construção do tal monotrilho fossem baianas, será que você alteraria a análise? E, se não alterasse, para quê destacar que são chinesas, já que a origem do investimento é aqui uma questão secundária?

Mas nem sequer é isso o que mais me choca. Como vem sendo habitual na esquerda em todo o mundo, a única proposta que você apresenta é o regresso ao passado. Desde que ficou banido o conceito de &lt;em&gt;progresso&lt;/em&gt;, a esquerda substituiu a revolução pelo saudosismo.

O problema é que as cidades de ontem, defendidas pelos saudosistas, na sua época implicaram também remodelações, deslocações de pessoas, alterações na paisagem, mudanças nos modos de vida. Não será então mais lógico, em vez de lastimar o desaparecimento do Trem do Subúrbio, exigir o restabelecimento de Salvador tal como a cidade havia sido antes da construção do Trem do Subúrbio? E por aí adiante, ou seja, por aí atrás, interminavelmente. É este mesmo o sentido etimológico da palavra &lt;em&gt;reaccionário&lt;/em&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel Caribé,</p>
<p>Seria dispensável neste seu artigo o relento de nacionalismo económico. Antes o nacionalismo brasileiro era só contra os americanos, mas agora, entre os mais instruídos, já se virou contra os chineses. Este tipo de crítica ao imperialismo limita-se a uma disputa em que os capitalistas de um dado país procuram o apoio dos trabalhadores desse país para se oporem ao poder económico de capitalistas estrangeiros. Se as empresas encarregadas da construção do tal monotrilho fossem baianas, será que você alteraria a análise? E, se não alterasse, para quê destacar que são chinesas, já que a origem do investimento é aqui uma questão secundária?</p>
<p>Mas nem sequer é isso o que mais me choca. Como vem sendo habitual na esquerda em todo o mundo, a única proposta que você apresenta é o regresso ao passado. Desde que ficou banido o conceito de <em>progresso</em>, a esquerda substituiu a revolução pelo saudosismo.</p>
<p>O problema é que as cidades de ontem, defendidas pelos saudosistas, na sua época implicaram também remodelações, deslocações de pessoas, alterações na paisagem, mudanças nos modos de vida. Não será então mais lógico, em vez de lastimar o desaparecimento do Trem do Subúrbio, exigir o restabelecimento de Salvador tal como a cidade havia sido antes da construção do Trem do Subúrbio? E por aí adiante, ou seja, por aí atrás, interminavelmente. É este mesmo o sentido etimológico da palavra <em>reaccionário</em>.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
