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	Comentários sobre: Construir o nosso terreno (7): redes comunitárias de telecomunicação	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Z1010010		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-884298</link>

		<dc:creator><![CDATA[Z1010010]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 19:50:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gustavo G Carlo, você está coberto de razão. Dois dos principais problemas da implementação de redes mesh no Brasil são exatamente esses: financiamento e suporte técnico. Não é impossível conseguir recursos em fundos específicos para a implementação (p. ex., Tactical Tech, Swedish International Development Cooperation Agency (SIDA), Open Society Foundation, União Europeia, etc.), mas estamos falando de alternativas do próprio sistema, não de alternativas anticapitalistas. Mobilizar os recursos para instalar e manter uma rede mesh pode ser muito difícil se não se pensar, junto, em uma infraestrutura capaz de garantir a sustentação (p. ex., uma coooperativa de trabalhadores da tecnologia). Essa infraestrutura coletiva/comunitária pode ser a base para a sustentação financeira (p. ex., usando financiamento colaborativos e vaquinhas), mas é preciso ter recursos o tempo inteiro: cabos se partem, aparelhos queimam, antenas enferrujam... O suporte técnico também é um grande problema. Conhecemos de perto comunidades brasileiras onde ONGs implementaram redes mesh fantásticas, que funcionaram nos primeiros meses para interligar comunidades muito isoladas, mas que deixaram de funcionar no primeiro defeito porque as ONGs só pensaram na instalação e esqueceram a manutenção. Melhor dizendo: acreditaram que algumas oficinas de capacitação substituiriam cursos técnicos de manutenção de redes, e que as pessoas envolvidas estariam &quot;100% engajadas no projeto&quot;, ou seja, que não fariam mais nada da vida além de cuidar da rede mesh. Experiências que conhecemos na África do Sul e na Colômbia, por sua vez, apostaram na formação de longo prazo, em capacitação técnica de gente interessada vinda da própria comunidade, em formação de cooperativas técnicas. São as que melhor funcionam: cobram pelo acesso num preço extremamente mais barato que as provedoras comerciais, mas há fatores específicos da conjuntura das telecomunicações nesses países que faz das redes comunitárias uma alternativa real. Os usuários nesses países não são assim tão diferentes daqueles que, no Brasil, vivem com renda mensal de um a dois salários mínimos (quem disputa osso para o almoço não tem internet nem aqui, nem na África do Sul, nem na Colômbia, nem em lugar algum, sejamos realistas com nossas expectativas quanto ao público).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo G Carlo, você está coberto de razão. Dois dos principais problemas da implementação de redes mesh no Brasil são exatamente esses: financiamento e suporte técnico. Não é impossível conseguir recursos em fundos específicos para a implementação (p. ex., Tactical Tech, Swedish International Development Cooperation Agency (SIDA), Open Society Foundation, União Europeia, etc.), mas estamos falando de alternativas do próprio sistema, não de alternativas anticapitalistas. Mobilizar os recursos para instalar e manter uma rede mesh pode ser muito difícil se não se pensar, junto, em uma infraestrutura capaz de garantir a sustentação (p. ex., uma coooperativa de trabalhadores da tecnologia). Essa infraestrutura coletiva/comunitária pode ser a base para a sustentação financeira (p. ex., usando financiamento colaborativos e vaquinhas), mas é preciso ter recursos o tempo inteiro: cabos se partem, aparelhos queimam, antenas enferrujam&#8230; O suporte técnico também é um grande problema. Conhecemos de perto comunidades brasileiras onde ONGs implementaram redes mesh fantásticas, que funcionaram nos primeiros meses para interligar comunidades muito isoladas, mas que deixaram de funcionar no primeiro defeito porque as ONGs só pensaram na instalação e esqueceram a manutenção. Melhor dizendo: acreditaram que algumas oficinas de capacitação substituiriam cursos técnicos de manutenção de redes, e que as pessoas envolvidas estariam &#8220;100% engajadas no projeto&#8221;, ou seja, que não fariam mais nada da vida além de cuidar da rede mesh. Experiências que conhecemos na África do Sul e na Colômbia, por sua vez, apostaram na formação de longo prazo, em capacitação técnica de gente interessada vinda da própria comunidade, em formação de cooperativas técnicas. São as que melhor funcionam: cobram pelo acesso num preço extremamente mais barato que as provedoras comerciais, mas há fatores específicos da conjuntura das telecomunicações nesses países que faz das redes comunitárias uma alternativa real. Os usuários nesses países não são assim tão diferentes daqueles que, no Brasil, vivem com renda mensal de um a dois salários mínimos (quem disputa osso para o almoço não tem internet nem aqui, nem na África do Sul, nem na Colômbia, nem em lugar algum, sejamos realistas com nossas expectativas quanto ao público).</p>
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		<title>
		Por: Gustavo G Carlo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-884264</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gustavo G Carlo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 11:52:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estou fascinado com a ideia e com a tecnologia escolhida, tudo que está escrito é perfeito, sim um sonho que pode se tornar realidade e pode ser feito e trazer benefícios para muitas pessoas. A descrição técnica teórica e acadêmica está perfeita, faltam algumas definições práticas, organizacionais , origem do investimento para implementar e  manter a rede, frente aos atuais custos dos serviços de dados, análise de custo benefício para decidir pela viabilidade do projeto.
Outra questão é capacitação e mão de obra especializada para implementar e manter uma rede de telecomunicações. Importante deixar claro deixar claro qual a finalidade e o custo total para implementar e manter esses equipamentos, qual vai ser a fonte de recursos dessas redes mesh ? Aonde será implementado ?
Em países desenvolvidos onde a renda percapta é 10 vezes maior que a do Brasil esse custo se dilui facilmente entre a população. Em países como o Brasil onde as pessoas vão para a fila do açougue disputar um pedaço de osso para o almoço fica difícil pensar em grandes projetos sem ter uma  fonte de recursos  bem clara, de onde vem o dinheiro ?.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou fascinado com a ideia e com a tecnologia escolhida, tudo que está escrito é perfeito, sim um sonho que pode se tornar realidade e pode ser feito e trazer benefícios para muitas pessoas. A descrição técnica teórica e acadêmica está perfeita, faltam algumas definições práticas, organizacionais , origem do investimento para implementar e  manter a rede, frente aos atuais custos dos serviços de dados, análise de custo benefício para decidir pela viabilidade do projeto.<br />
Outra questão é capacitação e mão de obra especializada para implementar e manter uma rede de telecomunicações. Importante deixar claro deixar claro qual a finalidade e o custo total para implementar e manter esses equipamentos, qual vai ser a fonte de recursos dessas redes mesh ? Aonde será implementado ?<br />
Em países desenvolvidos onde a renda percapta é 10 vezes maior que a do Brasil esse custo se dilui facilmente entre a população. Em países como o Brasil onde as pessoas vão para a fila do açougue disputar um pedaço de osso para o almoço fica difícil pensar em grandes projetos sem ter uma  fonte de recursos  bem clara, de onde vem o dinheiro ?.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Z1010010		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-837804</link>

		<dc:creator><![CDATA[Z1010010]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 04:45:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lord Bizarro, capitalistas são capitalistas porque produzem? Ou porque exploram quem produz? Se é pela primeira causa, a solução é o boicote até a morte -- do boicotador, claro, porque de tanto boicotar morrerá de fome. Se é pela segunda causa, o recomendado é continuar suas reflexões nas partes seguintes da série.

delito, entre o solucionismo e o que este artigo e os demais da série propõem existe enorme diferença. Todas as &quot;soluções&quot; apresentadas até agora, como qualquer leitura atenta evidencia, não são &quot;soluções&quot;, mas instrumentos para processos coletivos de mobilização social que as precedem. Esta parte da série, e a seguinte, evidenciam este caminho. Estamos chegando ao mesmo lugar por caminhos diferentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lord Bizarro, capitalistas são capitalistas porque produzem? Ou porque exploram quem produz? Se é pela primeira causa, a solução é o boicote até a morte &#8212; do boicotador, claro, porque de tanto boicotar morrerá de fome. Se é pela segunda causa, o recomendado é continuar suas reflexões nas partes seguintes da série.</p>
<p>delito, entre o solucionismo e o que este artigo e os demais da série propõem existe enorme diferença. Todas as &#8220;soluções&#8221; apresentadas até agora, como qualquer leitura atenta evidencia, não são &#8220;soluções&#8221;, mas instrumentos para processos coletivos de mobilização social que as precedem. Esta parte da série, e a seguinte, evidenciam este caminho. Estamos chegando ao mesmo lugar por caminhos diferentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: delito		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-837794</link>

		<dc:creator><![CDATA[delito]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 23:16:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Z1010010,eu estava exatamente buscando pensar fora do solucionismo tecnológico,por que se o arranjo político SOBRE o Nosso Terreno não for feito, não há magia técnica que resolva!! Por isso chamei atenção que nosso problema não são os milhões de canais ou apps,mas a soberania,a falta dela,obre os espaços que queremos pensar e desenvolver.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Z1010010,eu estava exatamente buscando pensar fora do solucionismo tecnológico,por que se o arranjo político SOBRE o Nosso Terreno não for feito, não há magia técnica que resolva!! Por isso chamei atenção que nosso problema não são os milhões de canais ou apps,mas a soberania,a falta dela,obre os espaços que queremos pensar e desenvolver.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lord Bizarro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-837793</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lord Bizarro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 22:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;O primeiro problema enfrentado ao adaptar-se é a péssima qualidade da internet rural: apesar da bela propaganda das operadoras, só onde o agronegócio pautou a implementação de uma infraestrutura de antenas e estações rádio base (ERB) existe sinal de celular e internet adequado às necessidade da chamada “vida moderna”. As alternativas são antenas e modems rurais que entregam sinal já enfraquecido&quot;.

A bizarrice está a olhos vistos e não é percebida.... A expansão do capital deixando de ser função dos capitalistas para ser função dos trabalhadores. É o modo de produção toyotista levado das fábricas aos mais distantes rincões de trabalhadores. É o toytismo combinado com precarização  exponencialmente. A gestão do capital deixa de ser &quot;diretamente&quot; por capitalista e gestores, para ser feito por... trabalhadores...  O controle e a fiscalização da burguesia e do estado é implantada pelas próprias mãos dos trabalhadores... Por que será que São Lula já propunha &quot;internet para todos&quot;? As mesmas mãos que usam um Huawei, Iphone, Sansung, Motorola, Intel, Dell, Asus, Vivo, Claro, Brasil Sat 1, 2, 3..., etc, querem emancipar a classe trabalhadora através da... Huawei, Iphone, Sansung, Motorola, Intel, Dell, Asus, Vivo, Claro, Brasil Sat 1, 2, 3..., etc,  Este é o &quot;nosso terreno&quot;?  Então... &quot;não é cova grande, é cova medida, é a terra que querias ver dividida.  É a parte que te cabe deste latifúndio ...&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O primeiro problema enfrentado ao adaptar-se é a péssima qualidade da internet rural: apesar da bela propaganda das operadoras, só onde o agronegócio pautou a implementação de uma infraestrutura de antenas e estações rádio base (ERB) existe sinal de celular e internet adequado às necessidade da chamada “vida moderna”. As alternativas são antenas e modems rurais que entregam sinal já enfraquecido&#8221;.</p>
<p>A bizarrice está a olhos vistos e não é percebida&#8230;. A expansão do capital deixando de ser função dos capitalistas para ser função dos trabalhadores. É o modo de produção toyotista levado das fábricas aos mais distantes rincões de trabalhadores. É o toytismo combinado com precarização  exponencialmente. A gestão do capital deixa de ser &#8220;diretamente&#8221; por capitalista e gestores, para ser feito por&#8230; trabalhadores&#8230;  O controle e a fiscalização da burguesia e do estado é implantada pelas próprias mãos dos trabalhadores&#8230; Por que será que São Lula já propunha &#8220;internet para todos&#8221;? As mesmas mãos que usam um Huawei, Iphone, Sansung, Motorola, Intel, Dell, Asus, Vivo, Claro, Brasil Sat 1, 2, 3&#8230;, etc, querem emancipar a classe trabalhadora através da&#8230; Huawei, Iphone, Sansung, Motorola, Intel, Dell, Asus, Vivo, Claro, Brasil Sat 1, 2, 3&#8230;, etc,  Este é o &#8220;nosso terreno&#8221;?  Então&#8230; &#8220;não é cova grande, é cova medida, é a terra que querias ver dividida.  É a parte que te cabe deste latifúndio &#8230;&#8221;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Z1010010		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-837787</link>

		<dc:creator><![CDATA[Z1010010]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 19:08:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Delito, duas das fotos ilustrativas deste artigo vêm da construção de uma rede comunitária num quilombo, que aliás integra a Teia dos Povos. No próprio texto você encontra links para contatar diretamente outras comunidades rurais e quilombolas que usam redes comunitárias -- fora, é claro, do fetichismo do meio libertário relativamente à Teia dos Povos, que é a nova moda como foi, no passado, o MST. Suas dúvidas, portanto, já estão respondidas — mas talvez vocẽ não tenha sabido onde procurar as respostas. Não existe &quot;forma simples e eficaz&quot; para construir a autonomia em meio digital; quem o disser, ou está mentindo, ou conta só meia verdade, ou quer te conquistar para o novo aplicativo da moda. Sem autonomia de hardware, não existe autonomia de software, só negociações em torno do que se transmitirá para as mãos do inimigo. Mesmo ao construir conscientemente essas negociações, é preciso mudar hábitos, consolidar novas práticas, aprender novas coisas. Em sua busca, se ler mais atentamente o que já está escrito, você terá muito gosto em ler a parte seguinte desta série, já publicada (https://passapalavra.info/2022/02/141951/), e a última parte, ainda por vir. Se esta parte, e as duas próximas, não responderem ao que você indaga, com todo o respeito, vocẽ está sendo afetado pelo solucionismo tecnológico, e deveria aproveitar a oportunidade para repensar sua relação com a tecnologia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Delito, duas das fotos ilustrativas deste artigo vêm da construção de uma rede comunitária num quilombo, que aliás integra a Teia dos Povos. No próprio texto você encontra links para contatar diretamente outras comunidades rurais e quilombolas que usam redes comunitárias &#8212; fora, é claro, do fetichismo do meio libertário relativamente à Teia dos Povos, que é a nova moda como foi, no passado, o MST. Suas dúvidas, portanto, já estão respondidas — mas talvez vocẽ não tenha sabido onde procurar as respostas. Não existe &#8220;forma simples e eficaz&#8221; para construir a autonomia em meio digital; quem o disser, ou está mentindo, ou conta só meia verdade, ou quer te conquistar para o novo aplicativo da moda. Sem autonomia de hardware, não existe autonomia de software, só negociações em torno do que se transmitirá para as mãos do inimigo. Mesmo ao construir conscientemente essas negociações, é preciso mudar hábitos, consolidar novas práticas, aprender novas coisas. Em sua busca, se ler mais atentamente o que já está escrito, você terá muito gosto em ler a parte seguinte desta série, já publicada (<a href="https://passapalavra.info/2022/02/141951/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2022/02/141951/</a>), e a última parte, ainda por vir. Se esta parte, e as duas próximas, não responderem ao que você indaga, com todo o respeito, vocẽ está sendo afetado pelo solucionismo tecnológico, e deveria aproveitar a oportunidade para repensar sua relação com a tecnologia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Delito		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-837779</link>

		<dc:creator><![CDATA[Delito]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 17:02:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixamos passar, na postagem da Doxa,o fato relevante de a extrema esquerda, ativistas e &quot;esquerda em geral&quot; se recusar a uma abordagem seria do &quot;Nosso Terreno&quot;. Mais que trocentos Canais do Telegram,ou do Zap,ou das miríades de contas no fediverso,sem impacto algum no real, não seria  o modo/jeito de nos comunicarmos que devia ser a canoa dessa travessia que precisamos fazer?

Não sei se a conclusão dos compas Z1010010 &quot;se ninguém usa&quot; isto,ou aquilo,aponta para alguma luz neste obscuro túnel, não foi também o objetivo do texto, é justo pensar assim.

Devíamos buscar uma abordagem capaz de convencer alguém da Teia dos Povos de que o ambiente X (encriptado de ponta a ponta, federado,auto hospedado, etcetera etcetera) é mais seguro, é melhor para o movimento,e seus ativistas, que a entrega sem pudor dos dados de todo o movimento para a Polícia é uma roubada,que existe vida fora do Gafam.... 

Mais que Open Source,existe um núcleo causal que deveria nos levar a buscar formas mais simples e eficazes de uso de ambientes Pró Nosso Terreno. Se eu fosse tomar um café com a Doxa,talvez eu diria: Faz algum sentido você estar em 500 salas do Telegram, não seria melhor difundir em ambientes mais próprios pro Nosso Terreno, incluindo os encontros reais no face a face,além de boas e confiáveis alternativas?

O comentário da Doxa me deixou mais interessado naquilo que não informou.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixamos passar, na postagem da Doxa,o fato relevante de a extrema esquerda, ativistas e &#8220;esquerda em geral&#8221; se recusar a uma abordagem seria do &#8220;Nosso Terreno&#8221;. Mais que trocentos Canais do Telegram,ou do Zap,ou das miríades de contas no fediverso,sem impacto algum no real, não seria  o modo/jeito de nos comunicarmos que devia ser a canoa dessa travessia que precisamos fazer?</p>
<p>Não sei se a conclusão dos compas Z1010010 &#8220;se ninguém usa&#8221; isto,ou aquilo,aponta para alguma luz neste obscuro túnel, não foi também o objetivo do texto, é justo pensar assim.</p>
<p>Devíamos buscar uma abordagem capaz de convencer alguém da Teia dos Povos de que o ambiente X (encriptado de ponta a ponta, federado,auto hospedado, etcetera etcetera) é mais seguro, é melhor para o movimento,e seus ativistas, que a entrega sem pudor dos dados de todo o movimento para a Polícia é uma roubada,que existe vida fora do Gafam&#8230;. </p>
<p>Mais que Open Source,existe um núcleo causal que deveria nos levar a buscar formas mais simples e eficazes de uso de ambientes Pró Nosso Terreno. Se eu fosse tomar um café com a Doxa,talvez eu diria: Faz algum sentido você estar em 500 salas do Telegram, não seria melhor difundir em ambientes mais próprios pro Nosso Terreno, incluindo os encontros reais no face a face,além de boas e confiáveis alternativas?</p>
<p>O comentário da Doxa me deixou mais interessado naquilo que não informou.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedro Ccahua Allauca		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-837662</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro Ccahua Allauca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 01:05:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=141891#comment-837662</guid>

					<description><![CDATA[¡Saludos desde Colombia, compañeros!

Si desean información sobre redes inalámbricas en malla, deben buscar organizaciones como Colnodo. Son excelentes en lo que hacen, sin duda sabrán cómo guiarlos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>¡Saludos desde Colombia, compañeros!</p>
<p>Si desean información sobre redes inalámbricas en malla, deben buscar organizaciones como Colnodo. Son excelentes en lo que hacen, sin duda sabrán cómo guiarlos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Episteme		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-837366</link>

		<dc:creator><![CDATA[Episteme]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 00:07:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=141891#comment-837366</guid>

					<description><![CDATA[Para matar qualquer doxa:

&quot;Existe uma diferença, talvez a mais importante, entre um projeto de rede comunitária e a indicação de uso de um software: um programa ou aplicativo se baixa, instala, usa e pronto; em alguns casos, basta instalar o aplicativo e “esquecê-lo”, pois roda em segundo plano nas máquinas. Uma rede comunitária não pode ser tratada da mesma forma. Nenhum projeto desse porte deslancha se não houver um esforço coletivo, organizado, persistente e disciplinado para que funcione. Não se cria algo assim por brincadeira; o processo pode ser até divertido, mas não pode ser frívolo, efêmero, funcional só enquanto o “desejo” apontar em sua direção. Imagine: estudar a parte técnica, conseguir o material para a implementação, reunir pessoas interessadas, chegar a acordos sobre o funcionamento técnico e social da rede, subir em telhados sob o sol quente, administrar tráfego de rede… pode haver prazer nisso, nunca falta de compromisso.&quot;

Libertário de aplicativo tem a pau. Narcisista de rede social tá sobrando. Revolução é outra coisa: cansaço, suor, sujeira, trabalho. O Passa Palavra está de parabéns por ajudar a gente a separar o joio do trigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para matar qualquer doxa:</p>
<p>&#8220;Existe uma diferença, talvez a mais importante, entre um projeto de rede comunitária e a indicação de uso de um software: um programa ou aplicativo se baixa, instala, usa e pronto; em alguns casos, basta instalar o aplicativo e “esquecê-lo”, pois roda em segundo plano nas máquinas. Uma rede comunitária não pode ser tratada da mesma forma. Nenhum projeto desse porte deslancha se não houver um esforço coletivo, organizado, persistente e disciplinado para que funcione. Não se cria algo assim por brincadeira; o processo pode ser até divertido, mas não pode ser frívolo, efêmero, funcional só enquanto o “desejo” apontar em sua direção. Imagine: estudar a parte técnica, conseguir o material para a implementação, reunir pessoas interessadas, chegar a acordos sobre o funcionamento técnico e social da rede, subir em telhados sob o sol quente, administrar tráfego de rede… pode haver prazer nisso, nunca falta de compromisso.&#8221;</p>
<p>Libertário de aplicativo tem a pau. Narcisista de rede social tá sobrando. Revolução é outra coisa: cansaço, suor, sujeira, trabalho. O Passa Palavra está de parabéns por ajudar a gente a separar o joio do trigo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141891/#comment-837274</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 16:31:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=141891#comment-837274</guid>

					<description><![CDATA[Os comentadores andam tão sem tempo que aparentemente nem chegaram aos últimos parágrafos. No mais, o que não falta são amigos que depois dos 30 mudaram de profissão pra trabalhar com informática... E quem dirá do site do seu Crispiniano!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os comentadores andam tão sem tempo que aparentemente nem chegaram aos últimos parágrafos. No mais, o que não falta são amigos que depois dos 30 mudaram de profissão pra trabalhar com informática&#8230; E quem dirá do site do seu Crispiniano!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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