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	Comentários sobre: Respostas? Perguntas. 2	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Novas fontes de Arturino		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892888</link>

		<dc:creator><![CDATA[Novas fontes de Arturino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 16:13:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É mais fácil copiar os links e colocar isso aqui antes do &quot;https&quot;:

https://sci-hub.se/

Comparem:

https://doi.org/10.2307/2709077

https://sci-hub.se/https://doi.org/10.2307/2709077]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É mais fácil copiar os links e colocar isso aqui antes do &#8220;https&#8221;:</p>
<p><a href="https://sci-hub.se/" rel="nofollow ugc">https://sci-hub.se/</a></p>
<p>Comparem:</p>
<p><a href="https://doi.org/10.2307/2709077" rel="nofollow ugc">https://doi.org/10.2307/2709077</a></p>
<p><a href="https://sci-hub.se/https://doi.org/10.2307/2709077" rel="nofollow ugc">https://sci-hub.se/https://doi.org/10.2307/2709077</a></p>
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		<title>
		Por: Fontes de Arturino		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892876</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fontes de Arturino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 14:46:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Queria apenas destacar que os diversos textos citados pelo Arturino podem ser consultados gratuitamente na Z-library e sites similares.

Segue o artigo da citada Margaret Fay:
https://articles-nerfvf2cmqpv42a3ar5ppr45.1lib.ch/book/27210163/e484b6

O artigo do Isaiah Berlin, &quot;Marx&#039;s Kapital and Darwin&quot;:
https://articles-nerfvf2cmqpv42a3ar5ppr45.1lib.ch/book/27210197/00e99e

Ficarei nestes dois exemplos. Saudações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Queria apenas destacar que os diversos textos citados pelo Arturino podem ser consultados gratuitamente na Z-library e sites similares.</p>
<p>Segue o artigo da citada Margaret Fay:<br />
<a href="https://articles-nerfvf2cmqpv42a3ar5ppr45.1lib.ch/book/27210163/e484b6" rel="nofollow ugc">https://articles-nerfvf2cmqpv42a3ar5ppr45.1lib.ch/book/27210163/e484b6</a></p>
<p>O artigo do Isaiah Berlin, &#8220;Marx&#8217;s Kapital and Darwin&#8221;:<br />
<a href="https://articles-nerfvf2cmqpv42a3ar5ppr45.1lib.ch/book/27210197/00e99e" rel="nofollow ugc">https://articles-nerfvf2cmqpv42a3ar5ppr45.1lib.ch/book/27210197/00e99e</a></p>
<p>Ficarei nestes dois exemplos. Saudações.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892866</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 11:14:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Creio que Marx elogiou bastante Darwin pelo que a teoria de Darwin representava do ponto de visto histórico e científico, e não pelos detalhes e meandros do darwinismo, e muito menos pela aplicabilidade &quot;social&quot; das descobertas &quot;naturais&quot; de Darwin. É preciso lembrar que como herdeiro do iluminismo o contexto era para Marx o de estabelecimento de bases científicas e materialistas em contraposição a preconceitos místicos e religiosos, um processo que inclusive nunca se completou e é cheio de vai-e-vens (os defensores da Terra Plana estão aí para confirmar), e Marx viu na obra de Darwin muitos méritos e se apressou em se colocar junto a ele numa trincheira racionalista. Depois recuou um pouco, conforme percebeu uma ou outra implicação teórica que julgou negativa para sua própria teoria, seja do ponto de vista científico ou político, e como de praxe teve alguma birra e evitou citar Darwin em O Capital, como algum comentador notou acima (algo também comum no meio intelectual). Não me parece uma polêmica interessante que um velho genial do século XIX tenha apoiado e admirado Darwin no século XIX (quem não admirou era reacionário) e tenha dito que suas obras cumpriam funções semelhantes, guardadas as devidas proporções. Um velho genial (me refiro ao Marx, e não ao outro velho genial Darwin) que precisou debater com Hegel, neohegelianos e Feuerbach sobre religião na Alemanha pré unificação. Mais curioso é o fato de haver alguma indignação em pessoas do século XXI quando se aponta um ou outro erro ou preconceito por parte de Marx, e imagino que por isso as piadas sobre marxismo e religião. Sobre isso, inclusive, indico meu texto publicado aqui anos atrás: O longo século XIX. [https://passapalavra.info/2016/03/107658/]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que Marx elogiou bastante Darwin pelo que a teoria de Darwin representava do ponto de visto histórico e científico, e não pelos detalhes e meandros do darwinismo, e muito menos pela aplicabilidade &#8220;social&#8221; das descobertas &#8220;naturais&#8221; de Darwin. É preciso lembrar que como herdeiro do iluminismo o contexto era para Marx o de estabelecimento de bases científicas e materialistas em contraposição a preconceitos místicos e religiosos, um processo que inclusive nunca se completou e é cheio de vai-e-vens (os defensores da Terra Plana estão aí para confirmar), e Marx viu na obra de Darwin muitos méritos e se apressou em se colocar junto a ele numa trincheira racionalista. Depois recuou um pouco, conforme percebeu uma ou outra implicação teórica que julgou negativa para sua própria teoria, seja do ponto de vista científico ou político, e como de praxe teve alguma birra e evitou citar Darwin em O Capital, como algum comentador notou acima (algo também comum no meio intelectual). Não me parece uma polêmica interessante que um velho genial do século XIX tenha apoiado e admirado Darwin no século XIX (quem não admirou era reacionário) e tenha dito que suas obras cumpriam funções semelhantes, guardadas as devidas proporções. Um velho genial (me refiro ao Marx, e não ao outro velho genial Darwin) que precisou debater com Hegel, neohegelianos e Feuerbach sobre religião na Alemanha pré unificação. Mais curioso é o fato de haver alguma indignação em pessoas do século XXI quando se aponta um ou outro erro ou preconceito por parte de Marx, e imagino que por isso as piadas sobre marxismo e religião. Sobre isso, inclusive, indico meu texto publicado aqui anos atrás: O longo século XIX. [https://passapalavra.info/2016/03/107658/]</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Arturino Almeida Coelho Matos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892834</link>

		<dc:creator><![CDATA[Arturino Almeida Coelho Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 03:24:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148108#comment-892834</guid>

					<description><![CDATA[Já não faço a profissão de fé marxista que tanto fiz na minha mocidade, que já não me cai bem. Mas olhem, foi mesmo na altura em que eu era um rapazote de madeixas ao vento que uns quantos doutores se envolveram numa salgalhada em redor da dedicatória de Marx a Darwin.

Para mim, o artigo da Margaret A. Fay, tantas vezes citado, foi de uma clareza ímpar acerca do tema, pena é que a Monthly Review não nos deixe dar-lhe uma espreitadela: https://monthlyreviewarchives.org/index.php/mr/article/view/MR-031-10-1980-03_5

Relembrando os tempos idos, devido à buliçosa polémica que por aqui se arrastou, dediquei parte da minha noite em claro à indagação sobre o assunto. 

Por vossa discussão, fiquei a saber que até mesmo o Isaiah Berlin, que me ensinou o marxismo na mais tenra mocidade, se enfiou nessa embrulhada: em primeiro lugar, para admitir o engano em que se enredou ao difundir a primeira versão da história, e em segundo lugar, para indicar com maior acuidade a fonte em que se apoiou ao ser enganado. 

Com o objetivo de lançar umas achegas para a discussão, partilho convosco as minhas modestas descobertas.

A carta de Darwin a Marx de 1873:
https://www.darwinproject.ac.uk/letter/?docId=letters/DCP-LETT-9080.xml

A carta de Edward Aveling a Darwin:
https://www.darwinproject.ac.uk/letter/?docId=letters/DCP-LETT-12754.xml

A carta de Darwin de 1880:
https://www.darwinproject.ac.uk/letter/?docId=letters/DCP-LETT-12757.xml

Tudo colhido do sítio eletrónico da Universidade de Cambridge, que zela pelos arquivos do Darwin.

A polémica teve princípio com estes artigos:

Ralph Colp, Jr., &quot;The Contacts Between Karl Marx and Charles Darwin&quot;
https://doi.org/10.2307/2708767

Lewis S. Feuer, &quot;Is the ‘Darwin-Marx correspondence’ authentic?&quot;
https://doi.org/10.1080/00033797500200531

Com efeito, não demorou para que outros estudiosos interessados se envolvessem na contenda, apresentando inclusive reprodução e análise grafotécnica da carta de Darwin a Marx de 1873:

Lewis S. Feuer, &quot;The ‘Darwin-Marx correspondence’: a correction and revision&quot;
https://doi.org/10.1080/00033797600200381

Aparece, então, Margaret A. Fay, que tinha chegado de forma autónoma às mesmas conclusões que Lewis S. Feuer e demais doutores:

Margaret A. Fay, &quot;Did Marx Offer to Dedicate Capital to Darwin?: A Reassessment of the Evidence&quot;
https://doi.org/10.2307/2709077

A seguir, Isaiah Berlin apresentou as suas desculpas e algumas corrigendas:

Isaiah Berlin, &quot;Marx&#039;s Kapital and Darwin&quot;
https://doi.org/10.2307/2709395

A partir desse momento, ficou assente que Marx enviara a Darwin em 1873 um exemplar com dedicatória manuscrita da segunda edição alemã do primeiro volume de &quot;O Capital&quot;. Contudo, pareceu pouco verosímil aos académicos que Marx tivesse tido a intenção de dedicar qualquer outra obra sua a Darwin.

A faina detetivesca dos anos 70 trouxe progressos, que vão dar que falar para os zaragateiros:

Gordon Welty, &quot;Marx, Engels and ‘Anti-Dühring’&quot;
https://doi.org/10.1111/j.1467-9248.1983.tb01347.x

Dominique Lecourt &#038; Erika Thomas, &quot;Marx in the Sieve of Darwin&quot;
https://doi.org/10.1080/08935699208658030

Como referi, fui introduzido ao assunto pela revista Monthly Review, de que eu era então assinante. Essa embrulhada já me pareceu um sarilho inextrincável à época da sua publicação, e agora pareceu-me ainda mais labiríntica. Nunca imaginaria tamanho enleio. Não se pode culpar ninguém por não perceber essa trapalhice.

Espero que o meu modesto contributo seja do agrado de todos e permita elevar o nível das discussões. Os contendores deviam acalmar a pólvora, evitar devaneios e retomar o percurso normal dos debates.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não faço a profissão de fé marxista que tanto fiz na minha mocidade, que já não me cai bem. Mas olhem, foi mesmo na altura em que eu era um rapazote de madeixas ao vento que uns quantos doutores se envolveram numa salgalhada em redor da dedicatória de Marx a Darwin.</p>
<p>Para mim, o artigo da Margaret A. Fay, tantas vezes citado, foi de uma clareza ímpar acerca do tema, pena é que a Monthly Review não nos deixe dar-lhe uma espreitadela: <a href="https://monthlyreviewarchives.org/index.php/mr/article/view/MR-031-10-1980-03_5" rel="nofollow ugc">https://monthlyreviewarchives.org/index.php/mr/article/view/MR-031-10-1980-03_5</a></p>
<p>Relembrando os tempos idos, devido à buliçosa polémica que por aqui se arrastou, dediquei parte da minha noite em claro à indagação sobre o assunto. </p>
<p>Por vossa discussão, fiquei a saber que até mesmo o Isaiah Berlin, que me ensinou o marxismo na mais tenra mocidade, se enfiou nessa embrulhada: em primeiro lugar, para admitir o engano em que se enredou ao difundir a primeira versão da história, e em segundo lugar, para indicar com maior acuidade a fonte em que se apoiou ao ser enganado. </p>
<p>Com o objetivo de lançar umas achegas para a discussão, partilho convosco as minhas modestas descobertas.</p>
<p>A carta de Darwin a Marx de 1873:<br />
<a href="https://www.darwinproject.ac.uk/letter/?docId=letters/DCP-LETT-9080.xml" rel="nofollow ugc">https://www.darwinproject.ac.uk/letter/?docId=letters/DCP-LETT-9080.xml</a></p>
<p>A carta de Edward Aveling a Darwin:<br />
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<p>A carta de Darwin de 1880:<br />
<a href="https://www.darwinproject.ac.uk/letter/?docId=letters/DCP-LETT-12757.xml" rel="nofollow ugc">https://www.darwinproject.ac.uk/letter/?docId=letters/DCP-LETT-12757.xml</a></p>
<p>Tudo colhido do sítio eletrónico da Universidade de Cambridge, que zela pelos arquivos do Darwin.</p>
<p>A polémica teve princípio com estes artigos:</p>
<p>Ralph Colp, Jr., &#8220;The Contacts Between Karl Marx and Charles Darwin&#8221;<br />
<a href="https://doi.org/10.2307/2708767" rel="nofollow ugc">https://doi.org/10.2307/2708767</a></p>
<p>Lewis S. Feuer, &#8220;Is the ‘Darwin-Marx correspondence’ authentic?&#8221;<br />
<a href="https://doi.org/10.1080/00033797500200531" rel="nofollow ugc">https://doi.org/10.1080/00033797500200531</a></p>
<p>Com efeito, não demorou para que outros estudiosos interessados se envolvessem na contenda, apresentando inclusive reprodução e análise grafotécnica da carta de Darwin a Marx de 1873:</p>
<p>Lewis S. Feuer, &#8220;The ‘Darwin-Marx correspondence’: a correction and revision&#8221;<br />
<a href="https://doi.org/10.1080/00033797600200381" rel="nofollow ugc">https://doi.org/10.1080/00033797600200381</a></p>
<p>Aparece, então, Margaret A. Fay, que tinha chegado de forma autónoma às mesmas conclusões que Lewis S. Feuer e demais doutores:</p>
<p>Margaret A. Fay, &#8220;Did Marx Offer to Dedicate Capital to Darwin?: A Reassessment of the Evidence&#8221;<br />
<a href="https://doi.org/10.2307/2709077" rel="nofollow ugc">https://doi.org/10.2307/2709077</a></p>
<p>A seguir, Isaiah Berlin apresentou as suas desculpas e algumas corrigendas:</p>
<p>Isaiah Berlin, &#8220;Marx&#8217;s Kapital and Darwin&#8221;<br />
<a href="https://doi.org/10.2307/2709395" rel="nofollow ugc">https://doi.org/10.2307/2709395</a></p>
<p>A partir desse momento, ficou assente que Marx enviara a Darwin em 1873 um exemplar com dedicatória manuscrita da segunda edição alemã do primeiro volume de &#8220;O Capital&#8221;. Contudo, pareceu pouco verosímil aos académicos que Marx tivesse tido a intenção de dedicar qualquer outra obra sua a Darwin.</p>
<p>A faina detetivesca dos anos 70 trouxe progressos, que vão dar que falar para os zaragateiros:</p>
<p>Gordon Welty, &#8220;Marx, Engels and ‘Anti-Dühring’&#8221;<br />
<a href="https://doi.org/10.1111/j.1467-9248.1983.tb01347.x" rel="nofollow ugc">https://doi.org/10.1111/j.1467-9248.1983.tb01347.x</a></p>
<p>Dominique Lecourt &amp; Erika Thomas, &#8220;Marx in the Sieve of Darwin&#8221;<br />
<a href="https://doi.org/10.1080/08935699208658030" rel="nofollow ugc">https://doi.org/10.1080/08935699208658030</a></p>
<p>Como referi, fui introduzido ao assunto pela revista Monthly Review, de que eu era então assinante. Essa embrulhada já me pareceu um sarilho inextrincável à época da sua publicação, e agora pareceu-me ainda mais labiríntica. Nunca imaginaria tamanho enleio. Não se pode culpar ninguém por não perceber essa trapalhice.</p>
<p>Espero que o meu modesto contributo seja do agrado de todos e permita elevar o nível das discussões. Os contendores deviam acalmar a pólvora, evitar devaneios e retomar o percurso normal dos debates.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolismo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892813</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 22:26:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudo faço a difusão do pensamento de João Bernardo há anos, inclusive leio seus textos Manolo, que são melhores que seus comentários geralmente. Mas, não faço parte de igreja alguma, nem a de São Marx, nem a de São João Bernardo. Me desculpe não citá-lo neste caso, mas você ainda não foi canonizado. Mesmo assim, digo e repito, críticas são críticas, mas você rejeita Marx in totum, método que você imputa a ele. Nem João Bernardo faz isso, inclusive ele mesmo recuou nesse texto da sua perspectiva de que a teoria de João Bernardo é independente e antagônica ao marxismo, o que é de fato esculhambar Marx. &quot;Só a mais-valia relativa e totalmente diferente de Marx!&quot;. É serio isso?! Sem Marx, João Bernardo não existiria, ao menos não como pensador. Ou seria qualquer outra coisa, menos, João Bernardo. Esse é o nível do seu antimarxismo, Manolo. Me diga o nome de um antimarxista à esquerda de Marx. Não digo um marxista crítico de Marx, pois isso eu também sou. Me apresente uma corrente política à esquerda da extrema-esquerda do marxismo (conselhistas, bordiguistas, operaístas, etc.) que seja antimarxista. Seu desprezo pelos conselhistas também já ficou bem claro, seja minimizando ou mesmo ocultando sua influência direta sobre João Bernardo, seja afirmando levianamente que nenhum deles fez ciência, mas meros panfletos. Tudo isso para defender a posição de que, ao menos em tese, ainda é possível alguma forma de sindicalismo revolucionário! Assuma suas inclinações anarquistas, não há vergonha alguma nisso. Assuma alguma inclinação política que não seja o &quot;bernardismo&quot;, que não existe enquanto corrente política, quiçá como corrente intelectual, a despeito de suas grandes contribuições. Falando em anarquistas, não separar de forma alguma Marx de Engels é uma manobra tão antiga quanto a manobra contrária, servindo para fazer uma linha direta entre Marx e Stálin. De acordo com uma versão em aramaico antigo que consultei e cito de cabeça pois não a tenho aqui em mãos, de Anti-Duhring e Dialética da Natureza, Marx não é coautor. Assim como Engels seguiu militando após a morte de Marx, sendo totalmente responsável por seus deslizes socialdemocratas (e Marx pelos seus...). Paremos com certas filologias inúteis e nerdologia de esquerda, que soam apenas como arrogância e nada mais. A fila dos &quot;refutadores&quot; de Marx é grande, mas formada totalmente por reacionários e &quot;renegados&quot;, pegue a sua senha. Ou, sejamos apenas honestos marxistas críticos de Marx, esses são poucos, mas também de João Bernardo. Afinal, somos todos ateus...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo faço a difusão do pensamento de João Bernardo há anos, inclusive leio seus textos Manolo, que são melhores que seus comentários geralmente. Mas, não faço parte de igreja alguma, nem a de São Marx, nem a de São João Bernardo. Me desculpe não citá-lo neste caso, mas você ainda não foi canonizado. Mesmo assim, digo e repito, críticas são críticas, mas você rejeita Marx in totum, método que você imputa a ele. Nem João Bernardo faz isso, inclusive ele mesmo recuou nesse texto da sua perspectiva de que a teoria de João Bernardo é independente e antagônica ao marxismo, o que é de fato esculhambar Marx. &#8220;Só a mais-valia relativa e totalmente diferente de Marx!&#8221;. É serio isso?! Sem Marx, João Bernardo não existiria, ao menos não como pensador. Ou seria qualquer outra coisa, menos, João Bernardo. Esse é o nível do seu antimarxismo, Manolo. Me diga o nome de um antimarxista à esquerda de Marx. Não digo um marxista crítico de Marx, pois isso eu também sou. Me apresente uma corrente política à esquerda da extrema-esquerda do marxismo (conselhistas, bordiguistas, operaístas, etc.) que seja antimarxista. Seu desprezo pelos conselhistas também já ficou bem claro, seja minimizando ou mesmo ocultando sua influência direta sobre João Bernardo, seja afirmando levianamente que nenhum deles fez ciência, mas meros panfletos. Tudo isso para defender a posição de que, ao menos em tese, ainda é possível alguma forma de sindicalismo revolucionário! Assuma suas inclinações anarquistas, não há vergonha alguma nisso. Assuma alguma inclinação política que não seja o &#8220;bernardismo&#8221;, que não existe enquanto corrente política, quiçá como corrente intelectual, a despeito de suas grandes contribuições. Falando em anarquistas, não separar de forma alguma Marx de Engels é uma manobra tão antiga quanto a manobra contrária, servindo para fazer uma linha direta entre Marx e Stálin. De acordo com uma versão em aramaico antigo que consultei e cito de cabeça pois não a tenho aqui em mãos, de Anti-Duhring e Dialética da Natureza, Marx não é coautor. Assim como Engels seguiu militando após a morte de Marx, sendo totalmente responsável por seus deslizes socialdemocratas (e Marx pelos seus&#8230;). Paremos com certas filologias inúteis e nerdologia de esquerda, que soam apenas como arrogância e nada mais. A fila dos &#8220;refutadores&#8221; de Marx é grande, mas formada totalmente por reacionários e &#8220;renegados&#8221;, pegue a sua senha. Ou, sejamos apenas honestos marxistas críticos de Marx, esses são poucos, mas também de João Bernardo. Afinal, somos todos ateus&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892809</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 21:37:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148108#comment-892809</guid>

					<description><![CDATA[-&#062; &quot;[...]onde a luta anticapitalista é definida como apropriação, pelos trabalhadores, das técnicas capitalistas, como pré-condição para uma sociedade da abundância autogerida e sem exploração.&quot;

Mais uma vez, de novo e novamente, os seguidores de João Bernardo tropeçam no próprio pé dele. Aliás, até ele mesmo insiste em fazer igual: chocar-se com suas palavras e análises. 

A este respeito já postei vários comentários no Passa Palavra, inclusive no presente artigo. Neste link: 
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449-1f3fc.png" alt="👉🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-888945

Além dos trechos de textos de João Bernardo citados neste comentário anterior, acrescento  outros:

《Longe de serem independentes das determinações do capitalismo, as forças produtivas constituem, ao contrário, uma expressão material e direta das relações sociais do capital. 》

《Por isso a expansão de dadas forças produtivas facilita e apressa o desenvolvimento das relações sociais que as condicionam, e não de quaisquer outras. O desenvolvimento, das relações sociais de tipo novo, antagônicas das hoje prevalecentes, vai por seu turno constituir a condição prévia ao aparecimento de uma nova tecnologia. 》

Uma das principais contribuições se João Bernardo a uma teoria revolucionária não vem de suas diatribes contra a ecologia, muito menos de sua recorrente compulsão em se contradizer, mas exatamente em ter deixado claro ser impossível a apropriação das técnicas capitalistas num modo de produção comunista.

Repito, outra vez numa paráfrase do presente artigo: 《Mas o problema é que, quase sem excepção, os seguidores de João Bernardo o lêem para encontrar respostas, não para fazer perguntas.》

O Passa Palavra poderia ser um dos mais interessantes sites da Web, sendo um dos raros focados no fundamento da Autonomia.

Poderia... Enquanto estiver fechado sobre si mesmo, com características de culto, nunca será. Lastimável.

PS:

-&#062;《O desenvolvimento, das relações sociais de tipo novo, antagônicas das hoje prevalecentes, vai por seu turno constituir a condição prévia ao aparecimento de uma nova tecnologia. 》

É justo a Agroecologia uma destas tecnologias (para usar o termo) desenvolvidas no bojo de relações sociais de tipo novo (incluindo as relações com o meio ambiente, superando o binômio Natureza x Cultura).

***  *** ***

Mateus, 

-&#062; &quot; A grande questão é que as fontes de energias devem ser extraídas no intuito não de reproduzir a acumulação de capital, mas sim de servir aos interesse universais humanos.&quot;

Exato! 

Portanto, o problema não está no petróleo. Muito embora, sem o petróleo (como fonte de energia abundante e barata) não existiria o Capitalismo de alta industrialização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>-&gt; &#8220;[&#8230;]onde a luta anticapitalista é definida como apropriação, pelos trabalhadores, das técnicas capitalistas, como pré-condição para uma sociedade da abundância autogerida e sem exploração.&#8221;</p>
<p>Mais uma vez, de novo e novamente, os seguidores de João Bernardo tropeçam no próprio pé dele. Aliás, até ele mesmo insiste em fazer igual: chocar-se com suas palavras e análises. </p>
<p>A este respeito já postei vários comentários no Passa Palavra, inclusive no presente artigo. Neste link:<br />
👉🏼 <a href="https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-888945" rel="ugc">https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-888945</a></p>
<p>Além dos trechos de textos de João Bernardo citados neste comentário anterior, acrescento  outros:</p>
<p>《Longe de serem independentes das determinações do capitalismo, as forças produtivas constituem, ao contrário, uma expressão material e direta das relações sociais do capital. 》</p>
<p>《Por isso a expansão de dadas forças produtivas facilita e apressa o desenvolvimento das relações sociais que as condicionam, e não de quaisquer outras. O desenvolvimento, das relações sociais de tipo novo, antagônicas das hoje prevalecentes, vai por seu turno constituir a condição prévia ao aparecimento de uma nova tecnologia. 》</p>
<p>Uma das principais contribuições se João Bernardo a uma teoria revolucionária não vem de suas diatribes contra a ecologia, muito menos de sua recorrente compulsão em se contradizer, mas exatamente em ter deixado claro ser impossível a apropriação das técnicas capitalistas num modo de produção comunista.</p>
<p>Repito, outra vez numa paráfrase do presente artigo: 《Mas o problema é que, quase sem excepção, os seguidores de João Bernardo o lêem para encontrar respostas, não para fazer perguntas.》</p>
<p>O Passa Palavra poderia ser um dos mais interessantes sites da Web, sendo um dos raros focados no fundamento da Autonomia.</p>
<p>Poderia&#8230; Enquanto estiver fechado sobre si mesmo, com características de culto, nunca será. Lastimável.</p>
<p>PS:</p>
<p>-&gt;《O desenvolvimento, das relações sociais de tipo novo, antagônicas das hoje prevalecentes, vai por seu turno constituir a condição prévia ao aparecimento de uma nova tecnologia. 》</p>
<p>É justo a Agroecologia uma destas tecnologias (para usar o termo) desenvolvidas no bojo de relações sociais de tipo novo (incluindo as relações com o meio ambiente, superando o binômio Natureza x Cultura).</p>
<p>***  *** ***</p>
<p>Mateus, </p>
<p>-&gt; &#8221; A grande questão é que as fontes de energias devem ser extraídas no intuito não de reproduzir a acumulação de capital, mas sim de servir aos interesse universais humanos.&#8221;</p>
<p>Exato! </p>
<p>Portanto, o problema não está no petróleo. Muito embora, sem o petróleo (como fonte de energia abundante e barata) não existiria o Capitalismo de alta industrialização.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892793</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 19:28:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148108#comment-892793</guid>

					<description><![CDATA[Temos um texto - um novo capítulo de uma obra enorme, caracterizada não só por reflexões teóricas inovadoras mas por uma vasta pesquisa comparada - onde a luta anticapitalista é definida como apropriação, pelos trabalhadores, das técnicas capitalistas, como pré-condição para uma sociedade da abundância autogerida e sem exploração.

No mesmo texto afirma-se que os ecologistas - novamente, com base em farta pesquisa comparada - substituíram tudo isso pela apologia de técnicas pré-capitalistas, que resultam sempre na extração de mais-valia absoluta e no decrescimento econômico. E que a ecologia vem propondo isso desde o princípio, em conexão, naquele momento, com um projeto reacionário de gestão da destruição técnica e humana, onde o limiar das relações capitalistas de trabalho chegou a ser ultrapassado em direção a um escravismo de Estado genocida.

E o que os defensores da ecologia fizeram na seção de comentários? Desviando do argumento central do texto, fizeram de tudo, apelando para todas as autoridades, divinas ou profanas, do &#039;saber&#039; revolucionário, para defender a fé ecológica de qualquer escrutínio da reflexão humana.

Por que mesmo consideramos essas pessoas nossos camaradas? São elas de fato revolucionárias? Não duvido. O fascismo pretendeu ser revolucionário, à sua maneira. Mas são elas do mesmo campo que nós? Tenho grandes e seríssimas dúvidas a respeito. E apesar de o debate ter desviado de outros temas, abordados pelo autor nesta parte e na anterior, talvez isso seja conveniente para mostrar - uma vez mais - quem é quem na luta de classes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos um texto &#8211; um novo capítulo de uma obra enorme, caracterizada não só por reflexões teóricas inovadoras mas por uma vasta pesquisa comparada &#8211; onde a luta anticapitalista é definida como apropriação, pelos trabalhadores, das técnicas capitalistas, como pré-condição para uma sociedade da abundância autogerida e sem exploração.</p>
<p>No mesmo texto afirma-se que os ecologistas &#8211; novamente, com base em farta pesquisa comparada &#8211; substituíram tudo isso pela apologia de técnicas pré-capitalistas, que resultam sempre na extração de mais-valia absoluta e no decrescimento econômico. E que a ecologia vem propondo isso desde o princípio, em conexão, naquele momento, com um projeto reacionário de gestão da destruição técnica e humana, onde o limiar das relações capitalistas de trabalho chegou a ser ultrapassado em direção a um escravismo de Estado genocida.</p>
<p>E o que os defensores da ecologia fizeram na seção de comentários? Desviando do argumento central do texto, fizeram de tudo, apelando para todas as autoridades, divinas ou profanas, do &#8216;saber&#8217; revolucionário, para defender a fé ecológica de qualquer escrutínio da reflexão humana.</p>
<p>Por que mesmo consideramos essas pessoas nossos camaradas? São elas de fato revolucionárias? Não duvido. O fascismo pretendeu ser revolucionário, à sua maneira. Mas são elas do mesmo campo que nós? Tenho grandes e seríssimas dúvidas a respeito. E apesar de o debate ter desviado de outros temas, abordados pelo autor nesta parte e na anterior, talvez isso seja conveniente para mostrar &#8211; uma vez mais &#8211; quem é quem na luta de classes.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mateus Alexandre Alves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892789</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mateus Alexandre Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 17:46:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148108#comment-892789</guid>

					<description><![CDATA[Eu concordo com você: é ruim continuar a discussão se o interesse aqui não for demonstrar a suposta correspondência entre o marxismo (método dialético, materialismo histórico, teoria da sociedade, da realidade etc etc etc) com as ideias darwinianas. Analise de cartas e de supostas dedicatórias no intuito de demonstrar essa correspondência é bastante insuficiente e frágil diante das produções intelectuais de Marx e de sua prática política. O que este seu argumento prova, no final, é o desespero diante daquilo que falta: uma análise rigorosa e total das obras de Marx (que até agora, diga-se de passagem, foi mencionada lateralmente apesar do argumento recair sobre elas, no final das contas). E essa é a base concreta da qual brota os recursos retóricos que nascem para preencher essa lacuna. E pensar que chegamos até aqui por conta de um desmerecimento, sem base alguma, das contribuições marxistas numa análise da relação natureza e ser humano. E olha que paramos em Marx... nem conseguimos avançar para o marxismo autentico depois dele (contribuições de Karl Korsch, e do marxismo autogestionário).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu concordo com você: é ruim continuar a discussão se o interesse aqui não for demonstrar a suposta correspondência entre o marxismo (método dialético, materialismo histórico, teoria da sociedade, da realidade etc etc etc) com as ideias darwinianas. Analise de cartas e de supostas dedicatórias no intuito de demonstrar essa correspondência é bastante insuficiente e frágil diante das produções intelectuais de Marx e de sua prática política. O que este seu argumento prova, no final, é o desespero diante daquilo que falta: uma análise rigorosa e total das obras de Marx (que até agora, diga-se de passagem, foi mencionada lateralmente apesar do argumento recair sobre elas, no final das contas). E essa é a base concreta da qual brota os recursos retóricos que nascem para preencher essa lacuna. E pensar que chegamos até aqui por conta de um desmerecimento, sem base alguma, das contribuições marxistas numa análise da relação natureza e ser humano. E olha que paramos em Marx&#8230; nem conseguimos avançar para o marxismo autentico depois dele (contribuições de Karl Korsch, e do marxismo autogestionário).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892780</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 16:28:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148108#comment-892780</guid>

					<description><![CDATA[Mateus, o problema não está em você, mas no que você diz. Da mesma forma como Engels, mais à frente, criticou a teoria da seleção natural de Darwin por ser (cito de memória) algo como uma transposição da &quot;guerra de todos contra todos&quot; de Hobbes, os argumentos que você usa neste debate sobre Darwin e Marx não são seus, mas de outros, muitos outros, que te antecederam. Assim como o antimalthusianismo militante de Marx, os argumentos que você apresenta têm uma História, surgiram num contexto bem determinado e específico, e é mau, muito mau, que você desconheça tudo isso. Mas não serei eu a usar mais o meu tempo e o seu numa discussão que não paga nem os seus boletos, nem os meus, mesmo porque foi a própria Margaret Fay, que você cita, quem teve acesso ao exemplar de O Capital dedicado à mão por Marx a Darwin, e também a toda a correspondência que citei de memória porque li o artigo dela na Monthly Review há muitos anos e não o tenho mais em mãos. Refutar fatos é perda de tempo.

Quanto aos demais comentaristas, obrigado por provarem, sem qualquer sombra de dúvida, que Marx é um santo com igreja e tudo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mateus, o problema não está em você, mas no que você diz. Da mesma forma como Engels, mais à frente, criticou a teoria da seleção natural de Darwin por ser (cito de memória) algo como uma transposição da &#8220;guerra de todos contra todos&#8221; de Hobbes, os argumentos que você usa neste debate sobre Darwin e Marx não são seus, mas de outros, muitos outros, que te antecederam. Assim como o antimalthusianismo militante de Marx, os argumentos que você apresenta têm uma História, surgiram num contexto bem determinado e específico, e é mau, muito mau, que você desconheça tudo isso. Mas não serei eu a usar mais o meu tempo e o seu numa discussão que não paga nem os seus boletos, nem os meus, mesmo porque foi a própria Margaret Fay, que você cita, quem teve acesso ao exemplar de O Capital dedicado à mão por Marx a Darwin, e também a toda a correspondência que citei de memória porque li o artigo dela na Monthly Review há muitos anos e não o tenho mais em mãos. Refutar fatos é perda de tempo.</p>
<p>Quanto aos demais comentaristas, obrigado por provarem, sem qualquer sombra de dúvida, que Marx é um santo com igreja e tudo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolismo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148108/#comment-892776</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 15:24:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148108#comment-892776</guid>

					<description><![CDATA[&quot;Se eu amo o meu semelhante? Sim. Mas onde encontrar o meu semelhante?&quot;.

Mesmo discordando de Mateus, é impossível concordar com Manolo. A arrogância que Manolo desenvolveu é tão elitista quanto a representada no poema de Mario Quintana. Expressa um individualismo egocêntrico antagônico a qualquer espírito de camaradagem revolucionária. Mal consegue disfarça seu antimarxismo, só não apresenta suas credenciais políticas de onde se origina sua aversão a Marx. Afirma que Marx esculhamba autores e teorias, mas faz o mesmo com Marx. Aliás, de quais &quot;esculhambados&quot; Manolo é uma viúva? Proudhon, Bakunin? Até hoje todo antimarxismo foi reacionário, menos o de Manolo, não é mesmo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se eu amo o meu semelhante? Sim. Mas onde encontrar o meu semelhante?&#8221;.</p>
<p>Mesmo discordando de Mateus, é impossível concordar com Manolo. A arrogância que Manolo desenvolveu é tão elitista quanto a representada no poema de Mario Quintana. Expressa um individualismo egocêntrico antagônico a qualquer espírito de camaradagem revolucionária. Mal consegue disfarça seu antimarxismo, só não apresenta suas credenciais políticas de onde se origina sua aversão a Marx. Afirma que Marx esculhamba autores e teorias, mas faz o mesmo com Marx. Aliás, de quais &#8220;esculhambados&#8221; Manolo é uma viúva? Proudhon, Bakunin? Até hoje todo antimarxismo foi reacionário, menos o de Manolo, não é mesmo?</p>
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