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	Comentários sobre: Vida além do trabalho: a classe operária vai ao paraíso?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983969</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 20:28:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[《Qualquer trabalhador sabe, embora os teóricos por vezes o esqueçam, que o que ele vende ao patrão é o seu tempo e não a concretização do seu esforço. O que vai suceder com os resultados do trabalho, isso não diz respeito ao trabalhador nem lhe interessa. Uma catástrofe pode destruir os objectos fabricados e deixar sem efeito os serviços cumpridos, uma crise pode impedir a venda dos bens, nada disto altera o facto primordial de que o trabalhador foi expropriado do seu tempo, e portanto explorado. 》 
&quot;O tempo – substância do capitalismo&quot;, João Bernardo

Esta PEC vai gerar muita confusão e frustração. Algo que se confirma por toda parte onde ela entra em questão - inclusive aqui nos artigos publicados pelo Passa Palavra.

Por quê? Porque quase todos dão como certo a PEC, junto com a redução da jornada, garantir a não redução salarial. 

Mas não é o caso, absolutamente. Muito embora a justificativa apresentada no texto da PEC se refira (algumas vezes) a este imperativo, a alteração constitucional proposta não o assegura.

E ao se apontar esta perigosa fragilidade temos, invariavelmente, como resposta a possibilidade do texto ser alterado durante sua tramitação. Como se...

Ainda assim, tanto a PEC como em especial o movimento VAT, tratam (mesmo sem o saber) do ponto central da exploração: 《o problema do tempo no cerne do modo de produção capitalista 》.

É a partir desta perspectiva que a análise crítica deve se dar e avançar. Eis o desafio!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>《Qualquer trabalhador sabe, embora os teóricos por vezes o esqueçam, que o que ele vende ao patrão é o seu tempo e não a concretização do seu esforço. O que vai suceder com os resultados do trabalho, isso não diz respeito ao trabalhador nem lhe interessa. Uma catástrofe pode destruir os objectos fabricados e deixar sem efeito os serviços cumpridos, uma crise pode impedir a venda dos bens, nada disto altera o facto primordial de que o trabalhador foi expropriado do seu tempo, e portanto explorado. 》<br />
&#8220;O tempo – substância do capitalismo&#8221;, João Bernardo</p>
<p>Esta PEC vai gerar muita confusão e frustração. Algo que se confirma por toda parte onde ela entra em questão &#8211; inclusive aqui nos artigos publicados pelo Passa Palavra.</p>
<p>Por quê? Porque quase todos dão como certo a PEC, junto com a redução da jornada, garantir a não redução salarial. </p>
<p>Mas não é o caso, absolutamente. Muito embora a justificativa apresentada no texto da PEC se refira (algumas vezes) a este imperativo, a alteração constitucional proposta não o assegura.</p>
<p>E ao se apontar esta perigosa fragilidade temos, invariavelmente, como resposta a possibilidade do texto ser alterado durante sua tramitação. Como se&#8230;</p>
<p>Ainda assim, tanto a PEC como em especial o movimento VAT, tratam (mesmo sem o saber) do ponto central da exploração: 《o problema do tempo no cerne do modo de produção capitalista 》.</p>
<p>É a partir desta perspectiva que a análise crítica deve se dar e avançar. Eis o desafio!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983941</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 17:31:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Meu comentário foi direcionado à Liv, sim.

Liv, respeitosamente, a questão aqui que está sendo colocada é que a luta contra a escala 6x1 não deve ser confundida com o VAT e o PSOL. Você há se concordar, porque duvido que nunca tenha militado, que as lutas são em si contraditórias. São momentos de avanço e retrocesso pendulando ora pra um e ora pra outro lado. Esse tipo de escala sempre foi uma ferida aberta na esquerda, especialmente se levarmos em conta que sua discussão costuma se restringir às mesas de negociação sindical. O que mudou? O estopim para a discussão do 6x1 é bem sintomática de um tipo de resistência coletiva e passiva, longe do enfrentamento, como bem pontuou o Davi. Foi o desabafo de um jovem trabalhador que &quot;furou a bolha&quot; e encontrou identificação entre diversas pessoas que se manifestaram favoravelmente à mudança, mas mesmo assim a luta não ultrapassou o status passivo. A ascensão dos gestores pode ocorrer de vários modos, mas costuma ser a consequência (e não a causa) da passividade crônica de um movimento social.  O PSOL hoje abraça não o VAT como movimento social autonomo, afinal, como poderia ser? Pelo simples fato de o Rick ter se destacado ele contribui pra salvar o carisma do partido e é assim que a estratégia politico-eleitoral do Rick da Erika e do PSOL devem ser entendidos. O conjunto da classe trabalhadora não participa da tramitação do projeto. Só pode apoiá-lo passivamente ou participar da luta concreta por outro horizonte paralelo ao personalismo de Rick Azevedo e Cia. É assim que entendo o debate. Os detalhes técnicos envolvendo a tramitação da PEC, que é evidente um projeto de esquerda mas em hipótese alguma sociaista, refletem a passividade dos trabalhadores em geral com relação ao debate. Não que muitos não tenham tentado. Mas ao que aparenta, o perfil empresarial do VAT é mais um entrave para que esse debate aconteça. Mas ao invés de Liv se pautar por estas contradições, só dá espaço para um simples ressentimento com o PSOL.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu comentário foi direcionado à Liv, sim.</p>
<p>Liv, respeitosamente, a questão aqui que está sendo colocada é que a luta contra a escala 6&#215;1 não deve ser confundida com o VAT e o PSOL. Você há se concordar, porque duvido que nunca tenha militado, que as lutas são em si contraditórias. São momentos de avanço e retrocesso pendulando ora pra um e ora pra outro lado. Esse tipo de escala sempre foi uma ferida aberta na esquerda, especialmente se levarmos em conta que sua discussão costuma se restringir às mesas de negociação sindical. O que mudou? O estopim para a discussão do 6&#215;1 é bem sintomática de um tipo de resistência coletiva e passiva, longe do enfrentamento, como bem pontuou o Davi. Foi o desabafo de um jovem trabalhador que &#8220;furou a bolha&#8221; e encontrou identificação entre diversas pessoas que se manifestaram favoravelmente à mudança, mas mesmo assim a luta não ultrapassou o status passivo. A ascensão dos gestores pode ocorrer de vários modos, mas costuma ser a consequência (e não a causa) da passividade crônica de um movimento social.  O PSOL hoje abraça não o VAT como movimento social autonomo, afinal, como poderia ser? Pelo simples fato de o Rick ter se destacado ele contribui pra salvar o carisma do partido e é assim que a estratégia politico-eleitoral do Rick da Erika e do PSOL devem ser entendidos. O conjunto da classe trabalhadora não participa da tramitação do projeto. Só pode apoiá-lo passivamente ou participar da luta concreta por outro horizonte paralelo ao personalismo de Rick Azevedo e Cia. É assim que entendo o debate. Os detalhes técnicos envolvendo a tramitação da PEC, que é evidente um projeto de esquerda mas em hipótese alguma sociaista, refletem a passividade dos trabalhadores em geral com relação ao debate. Não que muitos não tenham tentado. Mas ao que aparenta, o perfil empresarial do VAT é mais um entrave para que esse debate aconteça. Mas ao invés de Liv se pautar por estas contradições, só dá espaço para um simples ressentimento com o PSOL.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983924</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 14:08:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MELANCOLIA  
&quot;Aprendi que na mesma pessoa convivem - e às vezes se confundem - o melhor e o pior; e que a corrupção do melhor é o que há de pior.&quot; 
Victor Serge - MEMÓRIAS DE UM REVOLUCIONÁRIO]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MELANCOLIA<br />
&#8220;Aprendi que na mesma pessoa convivem &#8211; e às vezes se confundem &#8211; o melhor e o pior; e que a corrupção do melhor é o que há de pior.&#8221;<br />
Victor Serge &#8211; MEMÓRIAS DE UM REVOLUCIONÁRIO</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Liv		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983812</link>

		<dc:creator><![CDATA[Liv]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 02:22:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Camarada com dúvida,
Pelo visto a crítica deve ter sido direcionada a mim...
A parte do proselitismo certamente é projeção (veja aqui um exemplo de perfil proselitista de Alan, que não se conformou com a ausência de comentadores em seu texto e acabou estabelecendo ali uma discussão consigo mesmo: https://passapalavra.info/2021/06/138527/).
Já a parte da &quot;análise concreta da experiência da luta&quot;, trata-se de uma colocação quase vazia de significado. Significa no máximo que ele não concordou com a minha posição. O que eu poderia responder? Como eu já disse muita coisa e de forma bastante clara, nada. Qualquer resposta, aí sim, poderia começar a soar proselitismo já que com esse comentário ele trouxe nada de novo para o debate e, respondendo, eu estaria apenas me repetindo, tentando convencer no debate de ideias alguém que pelo seu histórico aqui no site não está disposto a ser convencido por alguém que se opõe frontalmente ao PSOL.
Agora, a parte da melancolia é a mais interessante. E neste ponto achei até elogiosa a colocação do camarada Alan. Teria ficado ofendida se ele tivesse falado de sobre um proselitismo carnavalesco, que é para mim o estado de espírito mais pobre e irrefletido que há. Num tempo histórico em que as pessoas possuem tantas ferramentas para fingir felicidade, fico até satisfeita em saber que sou capaz de transparecer melancolia. Afinal, ódio contra os exploradores não se nutre com pão, circo e bloquinhos de rua. Acho curiosa a aversão do camarada Alan em relação a um estado de espirito tão reflexivo como é a melancolia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camarada com dúvida,<br />
Pelo visto a crítica deve ter sido direcionada a mim&#8230;<br />
A parte do proselitismo certamente é projeção (veja aqui um exemplo de perfil proselitista de Alan, que não se conformou com a ausência de comentadores em seu texto e acabou estabelecendo ali uma discussão consigo mesmo: <a href="https://passapalavra.info/2021/06/138527/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2021/06/138527/</a>).<br />
Já a parte da &#8220;análise concreta da experiência da luta&#8221;, trata-se de uma colocação quase vazia de significado. Significa no máximo que ele não concordou com a minha posição. O que eu poderia responder? Como eu já disse muita coisa e de forma bastante clara, nada. Qualquer resposta, aí sim, poderia começar a soar proselitismo já que com esse comentário ele trouxe nada de novo para o debate e, respondendo, eu estaria apenas me repetindo, tentando convencer no debate de ideias alguém que pelo seu histórico aqui no site não está disposto a ser convencido por alguém que se opõe frontalmente ao PSOL.<br />
Agora, a parte da melancolia é a mais interessante. E neste ponto achei até elogiosa a colocação do camarada Alan. Teria ficado ofendida se ele tivesse falado de sobre um proselitismo carnavalesco, que é para mim o estado de espírito mais pobre e irrefletido que há. Num tempo histórico em que as pessoas possuem tantas ferramentas para fingir felicidade, fico até satisfeita em saber que sou capaz de transparecer melancolia. Afinal, ódio contra os exploradores não se nutre com pão, circo e bloquinhos de rua. Acho curiosa a aversão do camarada Alan em relação a um estado de espirito tão reflexivo como é a melancolia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dúvida		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983727</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dúvida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 18:06:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Alan, 

Se olharmos as duas posições em discussão aqui, a partir da perspectiva oposta, identificamos um certo proselitismo. Contra quem vai a sua crítica afinal?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Alan, </p>
<p>Se olharmos as duas posições em discussão aqui, a partir da perspectiva oposta, identificamos um certo proselitismo. Contra quem vai a sua crítica afinal?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Silvia Beatriz Adoue		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983702</link>

		<dc:creator><![CDATA[Silvia Beatriz Adoue]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 15:54:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Minha sugestão é que pensemos mais no título que no texto. Lamento que o título não tenha sido desenvolvido. Ele remete ao filme &quot;A classe operária vai ao paraíso&quot;. Assim como a passagem do fordismo para o toyotismo foi vendida como uma saída &quot;emancipadora&quot;. O interessante da iniciativa, para além das intenções da parlamentar que propõe, é que pode ser aproveitada para &quot;mudar o tema de conversa&quot;, colocar em pauta o tempo da vida e o tempo do trabalho. A PEC em si pode levar a uma vitória de Pirro, assim como, no enredo do filme italiano, a mudança na organização do trabalho intensificou a exploração. 

https://desinformemonos.org/brasil-6-x-1-5-x-2-4-x-3-7-x-0/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha sugestão é que pensemos mais no título que no texto. Lamento que o título não tenha sido desenvolvido. Ele remete ao filme &#8220;A classe operária vai ao paraíso&#8221;. Assim como a passagem do fordismo para o toyotismo foi vendida como uma saída &#8220;emancipadora&#8221;. O interessante da iniciativa, para além das intenções da parlamentar que propõe, é que pode ser aproveitada para &#8220;mudar o tema de conversa&#8221;, colocar em pauta o tempo da vida e o tempo do trabalho. A PEC em si pode levar a uma vitória de Pirro, assim como, no enredo do filme italiano, a mudança na organização do trabalho intensificou a exploração. </p>
<p><a href="https://desinformemonos.org/brasil-6-x-1-5-x-2-4-x-3-7-x-0/" rel="nofollow ugc">https://desinformemonos.org/brasil-6-x-1-5-x-2-4-x-3-7-x-0/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983257</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 16:04:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É triste como o proselitismo melancólico substitua a análise concreta da experiência de luta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É triste como o proselitismo melancólico substitua a análise concreta da experiência de luta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedro Seeger		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983162</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro Seeger]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 00:05:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sim camarada, é uma questão prática, obviamente. Mas ainda assim, cá estamos nós, discutindo ela na internet. Não vejo o que no fato de ser uma ação (ou melhor, conjunto de ações) prática impede que se discuta os problemas postos pelas condições que noa foram legadas e o que o futuro reserva para os trabalhadores. Poderia encher aqui de citações de Marx, mas parece mesmo que insistir que seja somente uma questão prática e nos privar de aprofundar qualquer debate em nome da pratica só serve para que lá na frente, se tudo der em merda, possa ser afirmado que poxa, eu não sabia.
Enquanto isso, o capital não perdoa e já andam dizendo que a semana de 4 dias vai salvar o capitalismo:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn7mkpggp8jo

Ah, e tem esse post aqui do Instagram que vi por agora. É coisa de rede social, mas em tempo de influenciador-lider-do-movimento-vereador, me parece intetessante averiguar, mesmo se isso não for uma questão prática e seja só debate na internet.

https://www.instagram.com/p/DCd14VDudgU/?igsh=Ym4yazVteGhwOHZl

De fato, grandes empresas podem absorver, recuperar e implementar pautas como a redução da jornada visando formas mais eficientes de exploração, vide o identitarismo corporativo, já muito bem denunciado e documentado (e nem por isso os militantes pararam de lutar contra o racismo e a discriminação de gênero, mas isao devem ser lá outras cousas praticas…).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim camarada, é uma questão prática, obviamente. Mas ainda assim, cá estamos nós, discutindo ela na internet. Não vejo o que no fato de ser uma ação (ou melhor, conjunto de ações) prática impede que se discuta os problemas postos pelas condições que noa foram legadas e o que o futuro reserva para os trabalhadores. Poderia encher aqui de citações de Marx, mas parece mesmo que insistir que seja somente uma questão prática e nos privar de aprofundar qualquer debate em nome da pratica só serve para que lá na frente, se tudo der em merda, possa ser afirmado que poxa, eu não sabia.<br />
Enquanto isso, o capital não perdoa e já andam dizendo que a semana de 4 dias vai salvar o capitalismo:<br />
<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn7mkpggp8jo" rel="nofollow ugc">https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn7mkpggp8jo</a></p>
<p>Ah, e tem esse post aqui do Instagram que vi por agora. É coisa de rede social, mas em tempo de influenciador-lider-do-movimento-vereador, me parece intetessante averiguar, mesmo se isso não for uma questão prática e seja só debate na internet.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/DCd14VDudgU/?igsh=Ym4yazVteGhwOHZl" rel="nofollow ugc">https://www.instagram.com/p/DCd14VDudgU/?igsh=Ym4yazVteGhwOHZl</a></p>
<p>De fato, grandes empresas podem absorver, recuperar e implementar pautas como a redução da jornada visando formas mais eficientes de exploração, vide o identitarismo corporativo, já muito bem denunciado e documentado (e nem por isso os militantes pararam de lutar contra o racismo e a discriminação de gênero, mas isao devem ser lá outras cousas praticas…).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Liv		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983159</link>

		<dc:creator><![CDATA[Liv]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 23:17:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Camarada Davi, você está muito nervoso. Não é assim que diziam nos debates? Acalme-se, esse descontrole com a CTPS não leva a nada. Leva, no máximo, a cadeiradas. Agora, sobre 2013 eu falei outra coisa. O que falei consta nos comentários dessa publicação aqui: https://passapalavra.info/2024/08/154600/
Não é de hoje que demandas importantes para o bem estar dos explorados são sequestradas e/ou instrumentalizadas para servirem aos interesses eleitorais de partidos da esquerda pró-capital e por seus candidatos cujos projetos são meramente projetos de poder individuais, jamais coletivos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camarada Davi, você está muito nervoso. Não é assim que diziam nos debates? Acalme-se, esse descontrole com a CTPS não leva a nada. Leva, no máximo, a cadeiradas. Agora, sobre 2013 eu falei outra coisa. O que falei consta nos comentários dessa publicação aqui: <a href="https://passapalavra.info/2024/08/154600/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2024/08/154600/</a><br />
Não é de hoje que demandas importantes para o bem estar dos explorados são sequestradas e/ou instrumentalizadas para servirem aos interesses eleitorais de partidos da esquerda pró-capital e por seus candidatos cujos projetos são meramente projetos de poder individuais, jamais coletivos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Davi		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155183/#comment-983120</link>

		<dc:creator><![CDATA[Davi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 17:52:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=155183#comment-983120</guid>

					<description><![CDATA[Liv ignora todos os dados da realidade que o debate atual trouxe, com manifestações de diversos trabalhadores que vivem esta escala, da direita e da esquerda, para continuar focando em dizer que essa luta é inútil porque o texto da PEC contém problemas e porque foi o PSOL que trouxe o debate. O próprio texto do PP, para ela, é equivocado: &quot;No entanto, a maior potencialidade dessa pauta reside justamente na adesão maciça dos trabalhadores que vivem na pele a escala. Basta ver as publicações nas redes sociais de memes diversos, depoimentos de rotinas de trabalho e reclamações variadas.&quot;

Tudo seria uma ficção, tudo marketing e nada disso repercutiu em trabalhadores que vivem a escala 6x1. Esse é o mundo de Liv, a marxista que nem sabe como funciona o processo de tramitação de uma PEC no congresso nacional! Em junho de 2013 ela deve ter dito que não valia a pena lutar pelos 20 centavos, que na verdade aquela vitória histórica foi uma derrota porque a redução das tarifas envolveu desoneração de impostos das empresas de transporte. Mais fácil ficar parado fazendo formação na internet e dizendo pros outros que não vale a pena lutar pela redução da jornada de trabalho. Por isso o PSOL e o movimento VAT conseguiram uma adesão significativa de trabalhadores contra a escala 6x1, porque apesar dos seus limites eles ao menos estão dialogando minimamente cara a cara com esses trabalhadores.

Volto aqui a reforçar o óbvio, a questão principal neste momento é PRÁTICA: como fazer um movimento com amplo apoio popular entre quem vive a escala 6x1 repercutir com ações concretas e organizadas nas empresas que adotam esse modelo de trabalho? Para quem quiser continuar discutindo um texto preliminar de PEC e acha que esse é o melhor caminho, fique à vontade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Liv ignora todos os dados da realidade que o debate atual trouxe, com manifestações de diversos trabalhadores que vivem esta escala, da direita e da esquerda, para continuar focando em dizer que essa luta é inútil porque o texto da PEC contém problemas e porque foi o PSOL que trouxe o debate. O próprio texto do PP, para ela, é equivocado: &#8220;No entanto, a maior potencialidade dessa pauta reside justamente na adesão maciça dos trabalhadores que vivem na pele a escala. Basta ver as publicações nas redes sociais de memes diversos, depoimentos de rotinas de trabalho e reclamações variadas.&#8221;</p>
<p>Tudo seria uma ficção, tudo marketing e nada disso repercutiu em trabalhadores que vivem a escala 6&#215;1. Esse é o mundo de Liv, a marxista que nem sabe como funciona o processo de tramitação de uma PEC no congresso nacional! Em junho de 2013 ela deve ter dito que não valia a pena lutar pelos 20 centavos, que na verdade aquela vitória histórica foi uma derrota porque a redução das tarifas envolveu desoneração de impostos das empresas de transporte. Mais fácil ficar parado fazendo formação na internet e dizendo pros outros que não vale a pena lutar pela redução da jornada de trabalho. Por isso o PSOL e o movimento VAT conseguiram uma adesão significativa de trabalhadores contra a escala 6&#215;1, porque apesar dos seus limites eles ao menos estão dialogando minimamente cara a cara com esses trabalhadores.</p>
<p>Volto aqui a reforçar o óbvio, a questão principal neste momento é PRÁTICA: como fazer um movimento com amplo apoio popular entre quem vive a escala 6&#215;1 repercutir com ações concretas e organizadas nas empresas que adotam esse modelo de trabalho? Para quem quiser continuar discutindo um texto preliminar de PEC e acha que esse é o melhor caminho, fique à vontade.</p>
]]></content:encoded>
		
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