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	Comentários sobre: Qual vitória para a esquerda?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-920909</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2024 14:49:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Será interessante observar, para retomar a discussão, que no protesto de 10/01/2024 contra o aumento da tarifa do transporte coletivo em São Paulo, a Polícia Militar prendeu vários manifestantes, que em seguida foram levados à delegacia e indiciados por... abolição violenta do Estado democrático, pelo simples fato de estarem protestando contra o aumento da tarifa.

Ver aqui: https://www.redebrasilatual.com.br/politica/policia-de-sp-tenta-igualar-jovens-presos-em-ato-do-mpl-aos-golpistas-de-8-de-janeiro/.

Portanto, quando o Passa Palavra afirmou no artigo acima que &quot;na falta de vitórias que possa chamar de suas, a esquerda ilude-se com a vitória de uma fração de seus inimigos sobre a outra, não percebendo que, no exato momento em que cogitar recolocar na ordem do dia a luta social anticapitalista, será ela mesma a nova vítima — e uma vítima privilegiada — do sistema de justiça&quot;, ele acertou no mosca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será interessante observar, para retomar a discussão, que no protesto de 10/01/2024 contra o aumento da tarifa do transporte coletivo em São Paulo, a Polícia Militar prendeu vários manifestantes, que em seguida foram levados à delegacia e indiciados por&#8230; abolição violenta do Estado democrático, pelo simples fato de estarem protestando contra o aumento da tarifa.</p>
<p>Ver aqui: <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/policia-de-sp-tenta-igualar-jovens-presos-em-ato-do-mpl-aos-golpistas-de-8-de-janeiro/" rel="nofollow ugc">https://www.redebrasilatual.com.br/politica/policia-de-sp-tenta-igualar-jovens-presos-em-ato-do-mpl-aos-golpistas-de-8-de-janeiro/</a>.</p>
<p>Portanto, quando o Passa Palavra afirmou no artigo acima que &#8220;na falta de vitórias que possa chamar de suas, a esquerda ilude-se com a vitória de uma fração de seus inimigos sobre a outra, não percebendo que, no exato momento em que cogitar recolocar na ordem do dia a luta social anticapitalista, será ela mesma a nova vítima — e uma vítima privilegiada — do sistema de justiça&#8221;, ele acertou no mosca.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-906986</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 18:11:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O YouTube removeu (censurou) o vídeo sobre o 08-JAN no link abaixo (agora mo PeerTube), sob alegação de &quot;nudez e conteúdo sexual&quot;.
Após uma rigorosa análise de nosso próprio assistente de IA, chegamos a conclusão de o único &quot;conteúdo sexual&quot; apresentado é o lumpen-bolsominion se fu*endo.
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6d1.png" alt="🛑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/270a-1f3fc.png" alt="✊🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />VÍDEO CENSURADO NO YOUTUBE:08-JAN: Tomar o poder NÃO É depredar palácios vazios (2023)
O poder não reside nos palácios, nem mesmo nas instituições e no próprio Estado. O poder é exercido através de relações sociais. Para mudar seu exercício, é preciso mudar estas relações sociais.
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f447-1f3fd.png" alt="👇🏽" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 
https://kolektiva.media/w/n5LfLWWrHbD4wpwLVHqrzm
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f447-1f3fd.png" alt="👇🏽" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />
https://todon.nl/@kolektiva@kolektiva.social/111153572042118972]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O YouTube removeu (censurou) o vídeo sobre o 08-JAN no link abaixo (agora mo PeerTube), sob alegação de &#8220;nudez e conteúdo sexual&#8221;.<br />
Após uma rigorosa análise de nosso próprio assistente de IA, chegamos a conclusão de o único &#8220;conteúdo sexual&#8221; apresentado é o lumpen-bolsominion se fu*endo.<br />
🛑 ✊🏼VÍDEO CENSURADO NO YOUTUBE:08-JAN: Tomar o poder NÃO É depredar palácios vazios (2023)<br />
O poder não reside nos palácios, nem mesmo nas instituições e no próprio Estado. O poder é exercido através de relações sociais. Para mudar seu exercício, é preciso mudar estas relações sociais.<br />
👇🏽<br />
<a href="https://kolektiva.media/w/n5LfLWWrHbD4wpwLVHqrzm" rel="nofollow ugc">https://kolektiva.media/w/n5LfLWWrHbD4wpwLVHqrzm</a><br />
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<a href="https://todon.nl/@kolektiva@kolektiva.social/111153572042118972" rel="nofollow ugc">https://todon.nl/@kolektiva@kolektiva.social/111153572042118972</a></p>
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		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-906699</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2023 02:00:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O editorial &lt;em&gt;constata&lt;/em&gt; duas derrotas da esquerda, aponta os problemas da falta de reconhecimento destas duas derrotas, critica que a esquerda assuma como vitórias suas o que na verdade são embates entre inimigos da esquerda, e foca aí, com detalhamento técnico. Nisto, o editorial faz muito bem, e merece aplausos.

Novamente: o editorial &lt;em&gt;constata&lt;/em&gt; derrotas que estão aí para quem as queira ver. Não &lt;em&gt;tripudia&lt;/em&gt; sobre os derrotados, não os &lt;em&gt;esculacha&lt;/em&gt;. Só &lt;em&gt;constata&lt;/em&gt; que foram derrotados, e indica problemas em torno desta derrota.

Gabriel, por sua vez, parte de indagações válidas e inquietações sinceras, mas, ao argumentar, estabelece premissas e tira conclusões contrárias, ambas, ao que evidencia a experiência histórica.

1) Olhando para o fascismo histórico enquanto objeto histórico, não faz sentido algum a pergunta sobre quando a esquerda &quot;como esquerda&quot; ter conseguido derrotá-lo. Pelo contrário, o fascismo surge (é esse o consenso entre historiadores nos mais diversos quadrantes ideológicos) quando movimentos revolucionários de trabalhadores foram derrotados. Não havia como &quot;a esquerda&quot; derrotar o fascismo, porque o fascismo histórico é um dos subproduto de uma derrota histórica do movimento de trabalhadores, e da esquerda em geral, nas três primeiras décadas do século XX. Foram necessários, no mínimo, uns trinta anos depois dessas grandes derrotas dos movimentos de trabalhadores que precederam o facismo até que novas condições políticas, econômicas e sociais engendrassem, por suas contradições, novos movimentos de trabalhadores capazes de por em causa o próprio capitalismo e, de quebra, empolgar grandes massas em vários cantos do planeta. Tal como colocada, a pergunta de Gabriel equivale a indagar por que um soldado morto numa trincheira não se defende quando as tropas adversárias pisoteiam seu cadáver ao avançar; ora, em vez de olhar para o pobre defunto, é estrategicamente mais interessante focar nos movimentos de reorganização das tropas para a defesa e eventual contra-ataque. É disso o que trata este editorial, e de nada mais.

2) A pergunta sobre a proporcionalidade da pena se concentra num aspecto do artigo -- aliás marginal à argumentação, apesar de ocupar muitas linhas -- para fazer o debate orbitar em torno de tecnicalidades jurídicas inócuas. Debater na internet se caberia mais ou menos tempo na pena é inócuo, infrutífero e ineficaz quando não se é o(s) advogado(s) envolvido(s) no caso, ou quando não há mais o que fazer em termos de revisão das penas. Não é esse o centro do debate do artigo. O que o artigo indaga, critica e questiona é certo fetichismo que vai sendo criado na esquerda em torno da atuação &quot;justiceira&quot;, &quot;vingadora&quot;, de Xandão &#038; Cia., sem que se perceba que pau que dá em Chico, dá em Francisco, ou que se olhe para a recomposição conservadora que se opera bem diante de nossos olhos enquanto os peixes pequenos vão caindo na rede. Já disse eu mesmo, &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2023/01/147195&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;em outra oportunidade&lt;/a&gt;, que essas ilegalidades, violações a direitos processuais e o diabo a quatro são &lt;em&gt;a regra&lt;/em&gt; quando os órgãos máximos do Estado (como é o STF) entram em &quot;modo de autodefesa&quot;, e que nós, na esquerda, deveríamos aprender algo desse episódio além de fazer memes com gafes de advogados incultos e nervosos com suas sustentações orais. Deveríamos preparar respostas nossas. O que se vê entre nós na esquerda, entretanto, é a euforia catártica. Nada contra catarses, mas quando só a elas se chega, e quando só elas bastam, temos problemas sérios.

3) No que diz respeito às eleições passadas e &quot;o que deveríamos ter feito&quot;, é outro questionamento inócuo, que pretende trazer para dentro do campo &quot;é Bolsonaro vs. é Lula&quot; problemas sociais, políticos e econômicos bem mais complexos. Veja, aqui onde estou, acontece um enfrentamento multifacetado entre as forças do Estado e pelo menos outros dois Estados paralelos, que conhecemos como &quot;crime organizado&quot; porque aquele primeiro Estado, o &quot;oficial&quot;, assim os nomeia. Só em setembro já foram pelo menos 77 mortos nesses enfrentamentos, e olhe que já perdi as contas há pelo menos duas semanas. É essa a nossa rotina desde sempre por aqui; a coisa agravou agora porque os cabeças caras da segurança pública decidiram que era hora de passar o rodo e &quot;prestar contas&quot; a setores cada vez mais numerosos da população que clamavam por penas de morte. Enquanto isso acontece, movimentos de luta por moradia continuam se mobilizando, e preparam algumas ações. Veja, enquanto &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2023/09/150087/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;em São Paulo movimentos de luta por moradia têm uma cara&lt;/a&gt;, na Bahia movimentos muito semelhantes existem, mas há outros que ainda conseguem, cada qual a seu modo, &quot;correr por fora&quot; desses esquemas de gestão do sofrimento e da vida alheia. Entretanto, a deterioração da vida social é muito parecida, a &quot;sevirologia&quot; diária é muito parecida, e as pressões coletivas nesses movimentos são muito parecidas. As figuras que aparecem nas reuniões com maior frequência, se perguntar, votaram em Lula, com certeza, e votaram em Jerônimo Rodrigues com maior certeza ainda; entretanto, vá ver figuras nos prédios e terrenos ocupados, e todo mundo tem seu bolsominion de estimação: o cabo eleitoral do vereador picareta, o pastor, o obreiro, o coroa do dominó, a tia do lanche... É para isso que estou olhando. Para essas contradições, para esses problemas. Tenho minha posição quanto a eleições, mas não sou fiscal de cu alheio, que dirá de voto. 

Futurologia por futurologia, prefiro acreditar que viveremos, em breve, num tempo em que todos seremos úberes ou côxes. Quem tira uma renda melhorzinha se uberizando vai ser côxe para tirar dinheiro dos demais úberes com treinamentos motivacionais picaretas. Quando tudo o mais dá merda porque já se disse tudo o que havia a dizer, o côxe volta a ser úber, completando o ciclo. Mas é verdade, já vivemos assim, não é futurologia... e agora? Que fazer?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O editorial <em>constata</em> duas derrotas da esquerda, aponta os problemas da falta de reconhecimento destas duas derrotas, critica que a esquerda assuma como vitórias suas o que na verdade são embates entre inimigos da esquerda, e foca aí, com detalhamento técnico. Nisto, o editorial faz muito bem, e merece aplausos.</p>
<p>Novamente: o editorial <em>constata</em> derrotas que estão aí para quem as queira ver. Não <em>tripudia</em> sobre os derrotados, não os <em>esculacha</em>. Só <em>constata</em> que foram derrotados, e indica problemas em torno desta derrota.</p>
<p>Gabriel, por sua vez, parte de indagações válidas e inquietações sinceras, mas, ao argumentar, estabelece premissas e tira conclusões contrárias, ambas, ao que evidencia a experiência histórica.</p>
<p>1) Olhando para o fascismo histórico enquanto objeto histórico, não faz sentido algum a pergunta sobre quando a esquerda &#8220;como esquerda&#8221; ter conseguido derrotá-lo. Pelo contrário, o fascismo surge (é esse o consenso entre historiadores nos mais diversos quadrantes ideológicos) quando movimentos revolucionários de trabalhadores foram derrotados. Não havia como &#8220;a esquerda&#8221; derrotar o fascismo, porque o fascismo histórico é um dos subproduto de uma derrota histórica do movimento de trabalhadores, e da esquerda em geral, nas três primeiras décadas do século XX. Foram necessários, no mínimo, uns trinta anos depois dessas grandes derrotas dos movimentos de trabalhadores que precederam o facismo até que novas condições políticas, econômicas e sociais engendrassem, por suas contradições, novos movimentos de trabalhadores capazes de por em causa o próprio capitalismo e, de quebra, empolgar grandes massas em vários cantos do planeta. Tal como colocada, a pergunta de Gabriel equivale a indagar por que um soldado morto numa trincheira não se defende quando as tropas adversárias pisoteiam seu cadáver ao avançar; ora, em vez de olhar para o pobre defunto, é estrategicamente mais interessante focar nos movimentos de reorganização das tropas para a defesa e eventual contra-ataque. É disso o que trata este editorial, e de nada mais.</p>
<p>2) A pergunta sobre a proporcionalidade da pena se concentra num aspecto do artigo &#8212; aliás marginal à argumentação, apesar de ocupar muitas linhas &#8212; para fazer o debate orbitar em torno de tecnicalidades jurídicas inócuas. Debater na internet se caberia mais ou menos tempo na pena é inócuo, infrutífero e ineficaz quando não se é o(s) advogado(s) envolvido(s) no caso, ou quando não há mais o que fazer em termos de revisão das penas. Não é esse o centro do debate do artigo. O que o artigo indaga, critica e questiona é certo fetichismo que vai sendo criado na esquerda em torno da atuação &#8220;justiceira&#8221;, &#8220;vingadora&#8221;, de Xandão &amp; Cia., sem que se perceba que pau que dá em Chico, dá em Francisco, ou que se olhe para a recomposição conservadora que se opera bem diante de nossos olhos enquanto os peixes pequenos vão caindo na rede. Já disse eu mesmo, <a href="https://passapalavra.info/2023/01/147195" rel="ugc">em outra oportunidade</a>, que essas ilegalidades, violações a direitos processuais e o diabo a quatro são <em>a regra</em> quando os órgãos máximos do Estado (como é o STF) entram em &#8220;modo de autodefesa&#8221;, e que nós, na esquerda, deveríamos aprender algo desse episódio além de fazer memes com gafes de advogados incultos e nervosos com suas sustentações orais. Deveríamos preparar respostas nossas. O que se vê entre nós na esquerda, entretanto, é a euforia catártica. Nada contra catarses, mas quando só a elas se chega, e quando só elas bastam, temos problemas sérios.</p>
<p>3) No que diz respeito às eleições passadas e &#8220;o que deveríamos ter feito&#8221;, é outro questionamento inócuo, que pretende trazer para dentro do campo &#8220;é Bolsonaro vs. é Lula&#8221; problemas sociais, políticos e econômicos bem mais complexos. Veja, aqui onde estou, acontece um enfrentamento multifacetado entre as forças do Estado e pelo menos outros dois Estados paralelos, que conhecemos como &#8220;crime organizado&#8221; porque aquele primeiro Estado, o &#8220;oficial&#8221;, assim os nomeia. Só em setembro já foram pelo menos 77 mortos nesses enfrentamentos, e olhe que já perdi as contas há pelo menos duas semanas. É essa a nossa rotina desde sempre por aqui; a coisa agravou agora porque os cabeças caras da segurança pública decidiram que era hora de passar o rodo e &#8220;prestar contas&#8221; a setores cada vez mais numerosos da população que clamavam por penas de morte. Enquanto isso acontece, movimentos de luta por moradia continuam se mobilizando, e preparam algumas ações. Veja, enquanto <a href="https://passapalavra.info/2023/09/150087/" rel="ugc">em São Paulo movimentos de luta por moradia têm uma cara</a>, na Bahia movimentos muito semelhantes existem, mas há outros que ainda conseguem, cada qual a seu modo, &#8220;correr por fora&#8221; desses esquemas de gestão do sofrimento e da vida alheia. Entretanto, a deterioração da vida social é muito parecida, a &#8220;sevirologia&#8221; diária é muito parecida, e as pressões coletivas nesses movimentos são muito parecidas. As figuras que aparecem nas reuniões com maior frequência, se perguntar, votaram em Lula, com certeza, e votaram em Jerônimo Rodrigues com maior certeza ainda; entretanto, vá ver figuras nos prédios e terrenos ocupados, e todo mundo tem seu bolsominion de estimação: o cabo eleitoral do vereador picareta, o pastor, o obreiro, o coroa do dominó, a tia do lanche&#8230; É para isso que estou olhando. Para essas contradições, para esses problemas. Tenho minha posição quanto a eleições, mas não sou fiscal de cu alheio, que dirá de voto. </p>
<p>Futurologia por futurologia, prefiro acreditar que viveremos, em breve, num tempo em que todos seremos úberes ou côxes. Quem tira uma renda melhorzinha se uberizando vai ser côxe para tirar dinheiro dos demais úberes com treinamentos motivacionais picaretas. Quando tudo o mais dá merda porque já se disse tudo o que havia a dizer, o côxe volta a ser úber, completando o ciclo. Mas é verdade, já vivemos assim, não é futurologia&#8230; e agora? Que fazer?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-906691</link>

		<dc:creator><![CDATA[Irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 23:20:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriel, após quase 15 anos de assédio institucional e Burnout, aquilo que já era escasso desapareceu quase completamente...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gabriel, após quase 15 anos de assédio institucional e Burnout, aquilo que já era escasso desapareceu quase completamente&#8230;</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-906690</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 23:14:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriel, de todo o artigo, leu apenas a parte relativa à proporcionalidade da pena, pelo visto. Passou longe dos demais argumentos. E insiste, clama, suplica, verdadeiramente apela para que o Passa Palavra faça a correta dosimetria da pena, como se tribunal fosse. No entanto, a insistência de Gabriel chama a atenção, pois revela uma adesão integral ao próprio procedimento do STF e demais órgãos envolvidos nos julgamentos. Na cabeça de Gabriel, todo o procedimento que levou à condenação dos réus do 8 de janeiro, criticado no artigo, está perfeitamente de acordo com a ideia de um julgamento justo: resta apenas definir o tamanho da pena. Mas eu me lembro da época em que a esquerda defendia julgamentos justos e denunciava violações à lei cometidas pelos próprios agentes do Estado, ditadas pelo apetite repressivo de empresários e tecnocratas; me lembro de quando isso ainda era importante e fazia sentido para as pessoas, mas nessa época elas ainda se organizavam e incomodavam os donos do poder; hoje escrevem comentários na internet aplaudindo os donos do poder, contanto que os donos do poder façam coisas que elas não têm a capacidade de fazer. Mas, enfim, o artigo reflete ainda sobre outras questões: a principal, da qual Gabriel se esquiva mais do que o Diabo da cruz, é a da abertura de precedentes, que poderão ser utilizados para criminalizar lutas que apontem no sentido da ruptura com o capitalismo e o Estado, bem na contramão da militância fascista que está sendo punida. Mas, como Gabriel parece ter aderido por completo a esse Estado, talvez isso não lhe preocupe, como não preocupa aos outros inúmeros Gabriéis por aí afora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gabriel, de todo o artigo, leu apenas a parte relativa à proporcionalidade da pena, pelo visto. Passou longe dos demais argumentos. E insiste, clama, suplica, verdadeiramente apela para que o Passa Palavra faça a correta dosimetria da pena, como se tribunal fosse. No entanto, a insistência de Gabriel chama a atenção, pois revela uma adesão integral ao próprio procedimento do STF e demais órgãos envolvidos nos julgamentos. Na cabeça de Gabriel, todo o procedimento que levou à condenação dos réus do 8 de janeiro, criticado no artigo, está perfeitamente de acordo com a ideia de um julgamento justo: resta apenas definir o tamanho da pena. Mas eu me lembro da época em que a esquerda defendia julgamentos justos e denunciava violações à lei cometidas pelos próprios agentes do Estado, ditadas pelo apetite repressivo de empresários e tecnocratas; me lembro de quando isso ainda era importante e fazia sentido para as pessoas, mas nessa época elas ainda se organizavam e incomodavam os donos do poder; hoje escrevem comentários na internet aplaudindo os donos do poder, contanto que os donos do poder façam coisas que elas não têm a capacidade de fazer. Mas, enfim, o artigo reflete ainda sobre outras questões: a principal, da qual Gabriel se esquiva mais do que o Diabo da cruz, é a da abertura de precedentes, que poderão ser utilizados para criminalizar lutas que apontem no sentido da ruptura com o capitalismo e o Estado, bem na contramão da militância fascista que está sendo punida. Mas, como Gabriel parece ter aderido por completo a esse Estado, talvez isso não lhe preocupe, como não preocupa aos outros inúmeros Gabriéis por aí afora.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gabriel		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-906678</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 21:44:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Professor &quot;irado&quot;: anos atrás fui seu aluno e sempre em aulas excelentes, mas a paciência não era a sua melhor marca, rs.
Ao onanista pós-fascista: no dicionário - Ulisses, em sentido figurado, é visto como astucioso e velhaco. Um evidente exagero!
Arkx - &quot;Caso não quisermos ser toscos e tolos, todos nós muito temos a aprender com o 08-JAN&quot;. De pleno acordo.
Insisto na indagação inicial: Afinal, qual seria a &quot;condenação justa&quot; para os editorialistas do Passa Palavra?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Professor &#8220;irado&#8221;: anos atrás fui seu aluno e sempre em aulas excelentes, mas a paciência não era a sua melhor marca, rs.<br />
Ao onanista pós-fascista: no dicionário &#8211; Ulisses, em sentido figurado, é visto como astucioso e velhaco. Um evidente exagero!<br />
Arkx &#8211; &#8220;Caso não quisermos ser toscos e tolos, todos nós muito temos a aprender com o 08-JAN&#8221;. De pleno acordo.<br />
Insisto na indagação inicial: Afinal, qual seria a &#8220;condenação justa&#8221; para os editorialistas do Passa Palavra?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: marcos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-906670</link>

		<dc:creator><![CDATA[marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 20:12:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[toda vez que vi a esquerda de fato intervir na luta sindical aqui na região de campinas,aí sim, a esquerda virou um mito. 
esquerda de fato atou e atua consistentemente para fazer da esquerda apenas um mito, mesmo. em conversa com militantes mais experimentados da esquerda mítica as histórias se avolumam nas decs, de 80 e 90, já em seu fim dessa elas rareiam. após os anos 2000 é só lamentação - e assassinato; agora é só lembrança. cada vez mais pálida. e os papos cada vez mais mitológicos, astrológicos e demagógicos.
não à toa que &quot;ressurgiu&quot; uma importante OUTRA (!) eleição: conselho tutelar... é com isso q a esquerda factual, de fato, se preocupa. mitologias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>toda vez que vi a esquerda de fato intervir na luta sindical aqui na região de campinas,aí sim, a esquerda virou um mito.<br />
esquerda de fato atou e atua consistentemente para fazer da esquerda apenas um mito, mesmo. em conversa com militantes mais experimentados da esquerda mítica as histórias se avolumam nas decs, de 80 e 90, já em seu fim dessa elas rareiam. após os anos 2000 é só lamentação &#8211; e assassinato; agora é só lembrança. cada vez mais pálida. e os papos cada vez mais mitológicos, astrológicos e demagógicos.<br />
não à toa que &#8220;ressurgiu&#8221; uma importante OUTRA (!) eleição: conselho tutelar&#8230; é com isso q a esquerda factual, de fato, se preocupa. mitologias.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-906647</link>

		<dc:creator><![CDATA[Irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 14:26:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriel, sabe quando um aluno fala: &quot;Professor, tenho uma pergunta, mas acho ela meio idiota&quot;, e o professor responde, magnânimo: &quot;Jovem, não existem perguntas idiotas&quot;. Então, ele está mentindo. Quanto à minha paciência, eu a reservo para a sala de aula, onde sou pago para isso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gabriel, sabe quando um aluno fala: &#8220;Professor, tenho uma pergunta, mas acho ela meio idiota&#8221;, e o professor responde, magnânimo: &#8220;Jovem, não existem perguntas idiotas&#8221;. Então, ele está mentindo. Quanto à minha paciência, eu a reservo para a sala de aula, onde sou pago para isso.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-906644</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 14:17:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desconcertante récua em G: Gebrail, anacoreta e sodomita; Gibrael, grafômano e apedeuta; Giabrel, transgêner@ e ativista LGBTQIa+(b,c,d…,x,y,z), aditad@s a Cordame de Notre Cunda, bordigo-kardecista e ‘analfabeta de nascença’, como a mãe do Nine Fingers.
    O rodapé do PP continua sendo uma festa imodesta…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desconcertante récua em G: Gebrail, anacoreta e sodomita; Gibrael, grafômano e apedeuta; Giabrel, transgêner@ e ativista LGBTQIa+(b,c,d…,x,y,z), aditad@s a Cordame de Notre Cunda, bordigo-kardecista e ‘analfabeta de nascença’, como a mãe do Nine Fingers.<br />
    O rodapé do PP continua sendo uma festa imodesta…</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/150090/#comment-906641</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 13:54:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriel -&#062; &quot;Acham que a classe trabalhadora “de esquerda” algum dia poderá invadir as mesmas instalações dos poderes públicos?&quot;

Caso não quisermos ser toscos e tolos, todos nós muito temos a aprender com o 08-JAN.

Tomar o poder NÃO É depredrar palácios vazios. O poder não reside nos palácios, nem mesmo nas instituições e no próprio Estado. O poder é exercido através de relações sociais. Para mudar seu exercício, é preciso mudar estas relações sociais.

Embora a horda BolsoNazi estivesse genuinamente convencida de estar desfechando um golpe de Estado, esqueceram-se de combinar com quem manda: os donos e gestores do Capital. 

E para estes o golpe nunca esteve em pauta, pois em sua grande maioria estão com Lula-lá.

Não é outro o motivo da tentativa atual (tosca e tola) de recomposição do mesmo sistema político falido em Junho de 2013. Para isto os mandantes do 08-JAN serão,  em sua maioria, poupados. Enquanto à base lumpen-bolsominion caberá o sacrificío. 

《Não que a base bolsonarista seja inocente e inofensiva, mas é o seu sacrifício que possibilita uma recomposição governista pelo alto, ainda mais à direita do que nos governos anteriores do Partido dos Trabalhadores (PT).》]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gabriel -&gt; &#8220;Acham que a classe trabalhadora “de esquerda” algum dia poderá invadir as mesmas instalações dos poderes públicos?&#8221;</p>
<p>Caso não quisermos ser toscos e tolos, todos nós muito temos a aprender com o 08-JAN.</p>
<p>Tomar o poder NÃO É depredrar palácios vazios. O poder não reside nos palácios, nem mesmo nas instituições e no próprio Estado. O poder é exercido através de relações sociais. Para mudar seu exercício, é preciso mudar estas relações sociais.</p>
<p>Embora a horda BolsoNazi estivesse genuinamente convencida de estar desfechando um golpe de Estado, esqueceram-se de combinar com quem manda: os donos e gestores do Capital. </p>
<p>E para estes o golpe nunca esteve em pauta, pois em sua grande maioria estão com Lula-lá.</p>
<p>Não é outro o motivo da tentativa atual (tosca e tola) de recomposição do mesmo sistema político falido em Junho de 2013. Para isto os mandantes do 08-JAN serão,  em sua maioria, poupados. Enquanto à base lumpen-bolsominion caberá o sacrificío. </p>
<p>《Não que a base bolsonarista seja inocente e inofensiva, mas é o seu sacrifício que possibilita uma recomposição governista pelo alto, ainda mais à direita do que nos governos anteriores do Partido dos Trabalhadores (PT).》</p>
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