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	Comentários sobre: Acerto de contas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Nossa Senhora da Imaculada Autonomia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-950176</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nossa Senhora da Imaculada Autonomia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 14:20:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os &quot;autonomistas&quot; de hoje são a versão &quot;classista&quot; do &quot;lugar de fala&quot;. Cada qual com seu &quot;lugar de luta&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os &#8220;autonomistas&#8221; de hoje são a versão &#8220;classista&#8221; do &#8220;lugar de fala&#8221;. Cada qual com seu &#8220;lugar de luta&#8221;.</p>
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		Por: Fernando Paz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-950032</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Paz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 19:58:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Exemplos, se tu entende o que é uma &quot;ação vanguardista descolada da realidade&quot; é fácil encontrar exemplos dela, e de suas variantes, na história. Provavelmente tu aprendeu isso a partir de exemplos concretos que posteriormente analisados possibilitaram o surgimento e o uso da expressão. O próximo passo é selecionar manifestações e lutas atuais e compará-las com as que foram selecionadas anteriores, no que muito provavelmente tu chegará ao seu objetivo, e por conta própria, o que é bem melhor, não? Bom, eu falava em tendência, então, caso tu venha a se jogar numa empreitada dessas, de conhecer um pouco mais dessa tendência, talvez seja obrigatório gastar também um tempo encontrando coletivos políticos atuais e lendo o que eles dizem sobre eles mesmos, quem sabe conversar e entrevistar militantes desses coletivos lhe ajude também, e aí comparar esses discursos com as lutas. Se eu tivesse toda essa sua curiosidade com a questão provavelmente eu pegaria o restante do seu comentário, sobre o qual eu também não tenho nada a falar, e o usaria na formulação de perguntas, e essas as usaria durante a realização dessas comparações que falei anteriormente por duas vezes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exemplos, se tu entende o que é uma &#8220;ação vanguardista descolada da realidade&#8221; é fácil encontrar exemplos dela, e de suas variantes, na história. Provavelmente tu aprendeu isso a partir de exemplos concretos que posteriormente analisados possibilitaram o surgimento e o uso da expressão. O próximo passo é selecionar manifestações e lutas atuais e compará-las com as que foram selecionadas anteriores, no que muito provavelmente tu chegará ao seu objetivo, e por conta própria, o que é bem melhor, não? Bom, eu falava em tendência, então, caso tu venha a se jogar numa empreitada dessas, de conhecer um pouco mais dessa tendência, talvez seja obrigatório gastar também um tempo encontrando coletivos políticos atuais e lendo o que eles dizem sobre eles mesmos, quem sabe conversar e entrevistar militantes desses coletivos lhe ajude também, e aí comparar esses discursos com as lutas. Se eu tivesse toda essa sua curiosidade com a questão provavelmente eu pegaria o restante do seu comentário, sobre o qual eu também não tenho nada a falar, e o usaria na formulação de perguntas, e essas as usaria durante a realização dessas comparações que falei anteriormente por duas vezes.</p>
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		<title>
		Por: Exemplos?		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-950001</link>

		<dc:creator><![CDATA[Exemplos?]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 16:40:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fernando, fiquei curioso com relação ao caso dos padeiros e dos jardineiros. Algum exemplo mais palpável que tragar esse caso para a realidade hoje? Pode dar nomes aos bois? Digo isso porque, no primeiro caso que você coloca, dos jardineiros que fazem a ação com alguns poucos padeiros mas conquistam a pauta através de uma massificação de luta, me parece que esses jardineiros não eram tão alienígenas assim aos padeiros - caso contrário não conseguiriam nunca a massificação e o apoio dos padeiros. Já o segundo caso, me parece um exemplo clássico de ação vanguardista descolada da realidade dos padeiros. De qualquer forma, creio não é o papel PRINCIPAL dos militantes dar início à processos de luta social, embora eu considere que sim, iniciar lutas e se envolver nelas é sim uma atividade muito importante da militância. Do contrário temos os militantes que nada fazem, ficam a espreita das coisas analisando do alto sem se envolver ou esperando as tais das condições materiais estarem maduras o suficiente para, aí sim, se meterem na esperança de desenvolver a verdadeira linha revolucionária. Creio que as lutas dos padeiros não devem se limitar aos padeiros assim como as lutas dos jardineiros não devem se limitar aos jardineiros, e acabar com essa divisão é também papel dos militantes revolucionarios. Do contrário estamos fortalecendo uma perspectiva corporativista, não uma perspectiva de classe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando, fiquei curioso com relação ao caso dos padeiros e dos jardineiros. Algum exemplo mais palpável que tragar esse caso para a realidade hoje? Pode dar nomes aos bois? Digo isso porque, no primeiro caso que você coloca, dos jardineiros que fazem a ação com alguns poucos padeiros mas conquistam a pauta através de uma massificação de luta, me parece que esses jardineiros não eram tão alienígenas assim aos padeiros &#8211; caso contrário não conseguiriam nunca a massificação e o apoio dos padeiros. Já o segundo caso, me parece um exemplo clássico de ação vanguardista descolada da realidade dos padeiros. De qualquer forma, creio não é o papel PRINCIPAL dos militantes dar início à processos de luta social, embora eu considere que sim, iniciar lutas e se envolver nelas é sim uma atividade muito importante da militância. Do contrário temos os militantes que nada fazem, ficam a espreita das coisas analisando do alto sem se envolver ou esperando as tais das condições materiais estarem maduras o suficiente para, aí sim, se meterem na esperança de desenvolver a verdadeira linha revolucionária. Creio que as lutas dos padeiros não devem se limitar aos padeiros assim como as lutas dos jardineiros não devem se limitar aos jardineiros, e acabar com essa divisão é também papel dos militantes revolucionarios. Do contrário estamos fortalecendo uma perspectiva corporativista, não uma perspectiva de classe.</p>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-949679</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 15:46:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O comentário do JB não poderia ser mais pertinente&#038;percuciente. Sobretudo, oportuno - no melhor sentido (kairós) do termo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comentário do JB não poderia ser mais pertinente&amp;percuciente. Sobretudo, oportuno &#8211; no melhor sentido (kairós) do termo.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-949678</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 15:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tenho reflectido sobre uma questão e continuo com a dúvida. Este Flagrante Delito, narrando uma reacção individual e alheia a qualquer movimentação colectiva, obteve até agora 40 comentários. No entanto, o Passa Palavra tem uma secção intitulada Movimentos em Luta que, como o nome indica, divulga acções colectivas, e são ali muito raros os comentários. Além disso, nos últimos meses foram publicados dois artigos, &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2023/12/150931/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;A Seita&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2024/03/151903/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;Ikea, a grande mentira&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, em que o Passa Palavra foi usado como plataforma para facilitar uma mobilização colectiva dos trabalhadores dessa grande empresa. Ora, ambos estes artigos contam, somados, 25 comentários e, exceptuando 3, todos os outros se devem a trabalhadores da Ikea. Portanto, a publicação dos dois artigos sobre a Ikea serviu efectivamente para reforçar uma mobilização interna.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho reflectido sobre uma questão e continuo com a dúvida. Este Flagrante Delito, narrando uma reacção individual e alheia a qualquer movimentação colectiva, obteve até agora 40 comentários. No entanto, o Passa Palavra tem uma secção intitulada Movimentos em Luta que, como o nome indica, divulga acções colectivas, e são ali muito raros os comentários. Além disso, nos últimos meses foram publicados dois artigos, <em><a href="https://passapalavra.info/2023/12/150931/" rel="ugc">A Seita</a></em> e <em><a href="https://passapalavra.info/2024/03/151903/" rel="ugc">Ikea, a grande mentira</a></em>, em que o Passa Palavra foi usado como plataforma para facilitar uma mobilização colectiva dos trabalhadores dessa grande empresa. Ora, ambos estes artigos contam, somados, 25 comentários e, exceptuando 3, todos os outros se devem a trabalhadores da Ikea. Portanto, a publicação dos dois artigos sobre a Ikea serviu efectivamente para reforçar uma mobilização interna.</p>
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		<title>
		Por: Fernando Paz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-949501</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Paz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 01:07:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu meti os pés aqui dizendo, entre outras coisas, o seguinte: &quot;&#039;Convém [Ulisses] nos lembrarmos do que tu escreveu, sim.&quot; E foi isso que mostrou, desde o meu primeiro comentário, uma parte da minha preocupação com a questão. Foi no meu segundo comentário, quando Souvarine ainda não tinha sido lembrado, que eu disse que se alguém chamar uma ação dessas de merda eu concordo. Não é porque eu já a fiz que ela não seja uma merda - um narcisista pensaria justamente o contrário?; eu expliquei porque eu acho essas ações umas merdas. Depois veio uma série de comentários, inclusive alguns meus, tratando de refletir sobre ações indivuais e ações coletivas - o que eu acho bom demais para um site como esse. Então mostrei um pouco desse caminho trilhado pelos comentários, inclusive o dos meus próprios. Estes últimos permitem que percebamos que eu entendo, entre outras tantas coisas que já escrevi anteriormente, que a necessidade empurra alguns para ações de recuperação de salário não pago, como entendo que esse tipo de ação não muda nada além disso que ela é: recuperação de salário não pago. Ou seja, muda só um tantinho no bolso de quem estava sendo roubado; sem falar dos riscos e das dores no fígado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu meti os pés aqui dizendo, entre outras coisas, o seguinte: &#8220;&#8216;Convém [Ulisses] nos lembrarmos do que tu escreveu, sim.&#8221; E foi isso que mostrou, desde o meu primeiro comentário, uma parte da minha preocupação com a questão. Foi no meu segundo comentário, quando Souvarine ainda não tinha sido lembrado, que eu disse que se alguém chamar uma ação dessas de merda eu concordo. Não é porque eu já a fiz que ela não seja uma merda &#8211; um narcisista pensaria justamente o contrário?; eu expliquei porque eu acho essas ações umas merdas. Depois veio uma série de comentários, inclusive alguns meus, tratando de refletir sobre ações indivuais e ações coletivas &#8211; o que eu acho bom demais para um site como esse. Então mostrei um pouco desse caminho trilhado pelos comentários, inclusive o dos meus próprios. Estes últimos permitem que percebamos que eu entendo, entre outras tantas coisas que já escrevi anteriormente, que a necessidade empurra alguns para ações de recuperação de salário não pago, como entendo que esse tipo de ação não muda nada além disso que ela é: recuperação de salário não pago. Ou seja, muda só um tantinho no bolso de quem estava sendo roubado; sem falar dos riscos e das dores no fígado.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Nossa Senhora da Imaculada Autonomia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-949480</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nossa Senhora da Imaculada Autonomia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 23:30:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parece-me que a &quot;intelligentsia autonomista&quot; ganhou total autonomia, em relação à vida dos trabalhadores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me que a &#8220;intelligentsia autonomista&#8221; ganhou total autonomia, em relação à vida dos trabalhadores.</p>
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		<title>
		Por: Fernando não quer guerra, mas com quem?		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-949475</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando não quer guerra, mas com quem?]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 23:00:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Merda, Fernando Paz, é não receber o seu salário, mas isso você demonstrou que sabe. Se isto é ou não o início de uma luta, é outra história. Lendo e relendo o tão polêmico relato, não vejo indícios de que alguém estivesse defendendo isso como método de luta coletiva, apenas descrevendo uma situação de ação direta, na luta (agora sim) pela sobrevivência em condições adversas. Suas críticas posteriores me parecem ir no sentido de querer agradar certos comentaristas, com medo de ser você rotulado como o Souvarine da vez. Não há a coerência em seus comentários, que você procura demonstrar. Você muda abruptamente sua posição, que antes era a de validar a história relatada, mas depois se tornou uma &quot;merda&quot;. Uma &quot;merda&quot; que você próprio já precisou fazer. Você está se autopunindo para agradar quem?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Merda, Fernando Paz, é não receber o seu salário, mas isso você demonstrou que sabe. Se isto é ou não o início de uma luta, é outra história. Lendo e relendo o tão polêmico relato, não vejo indícios de que alguém estivesse defendendo isso como método de luta coletiva, apenas descrevendo uma situação de ação direta, na luta (agora sim) pela sobrevivência em condições adversas. Suas críticas posteriores me parecem ir no sentido de querer agradar certos comentaristas, com medo de ser você rotulado como o Souvarine da vez. Não há a coerência em seus comentários, que você procura demonstrar. Você muda abruptamente sua posição, que antes era a de validar a história relatada, mas depois se tornou uma &#8220;merda&#8221;. Uma &#8220;merda&#8221; que você próprio já precisou fazer. Você está se autopunindo para agradar quem?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Paz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-949410</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Paz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 15:19:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nuvem, tu deve ter lido os meus comentários e percebido que desde o primeiro eu mostro as minhas preocupações. No segundo eu já dizia claramente que são umas grandes merdas essas ações de recuperação de salário não pago, depois segui explicando a razão delas serem umas merdas. Adiante eu entrei na questão da existência de uma tendência na esquerda, e nunca falei de indivíduos isolados, mas sim organizados, o que é fundamental na indentificação das tendências. Eu não vejo os indivíduos nas lutas sociais, eles podem até existir em outros cantos - será mesmo que o indivíduo existe? -, nas lutas eu estou buscando sempre olhar - na verdade eu aprendi isso ao longo dos últimos 15 anos - a forma e o conteúdo delas, ambos construções coletivas, do contrário não é luta social.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nuvem, tu deve ter lido os meus comentários e percebido que desde o primeiro eu mostro as minhas preocupações. No segundo eu já dizia claramente que são umas grandes merdas essas ações de recuperação de salário não pago, depois segui explicando a razão delas serem umas merdas. Adiante eu entrei na questão da existência de uma tendência na esquerda, e nunca falei de indivíduos isolados, mas sim organizados, o que é fundamental na indentificação das tendências. Eu não vejo os indivíduos nas lutas sociais, eles podem até existir em outros cantos &#8211; será mesmo que o indivíduo existe? -, nas lutas eu estou buscando sempre olhar &#8211; na verdade eu aprendi isso ao longo dos últimos 15 anos &#8211; a forma e o conteúdo delas, ambos construções coletivas, do contrário não é luta social.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nuven		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152786/#comment-949378</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nuven]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 14:03:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De todo o comentário feito, a única parte que lhe chamou atenção foi a frase &quot;ações coletivas que nunca esteve em vias de acontecer&quot;? E a única razão (culpa a ser atribuída) que você consegue imaginar é a ação mal refletida e abortiva de pessoas que se colocam no papel solitário de incendiários da luta? Pois foi por esse motivo fiz questão de contar um pouco mais a respeito da obra de Zola. Me parece que o risco maior não é a ação desses indivíduos isolados (que sinceramente são exceções inofensivas, se é que de fato existem, se é que não são recorrentemente lançadas nos debates como método dissimulação que visa desviar o debate para a desimportância imediata e prática de um ou outro lunático). Pelo contrário, me parece que o risco (e a culpa) é a ação muito bem refletida de indivíduos que se colocam como colaboradores de causas comuns, defensores da ação coletiva, senão até como lideres de turbas revoltadas, e que na prática funcionam como verdadeiros anticorpos no sistema imunológico do capital. Neutralizam a revolta: a turba sai morta ou ainda mais pauperizada, enquanto o colaborador/líder carismático e perverso sai com botas novas e alguns quilinhos mais gordo. Esses indivíduos, que não são os incendiários solitários, me preocupam muito mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De todo o comentário feito, a única parte que lhe chamou atenção foi a frase &#8220;ações coletivas que nunca esteve em vias de acontecer&#8221;? E a única razão (culpa a ser atribuída) que você consegue imaginar é a ação mal refletida e abortiva de pessoas que se colocam no papel solitário de incendiários da luta? Pois foi por esse motivo fiz questão de contar um pouco mais a respeito da obra de Zola. Me parece que o risco maior não é a ação desses indivíduos isolados (que sinceramente são exceções inofensivas, se é que de fato existem, se é que não são recorrentemente lançadas nos debates como método dissimulação que visa desviar o debate para a desimportância imediata e prática de um ou outro lunático). Pelo contrário, me parece que o risco (e a culpa) é a ação muito bem refletida de indivíduos que se colocam como colaboradores de causas comuns, defensores da ação coletiva, senão até como lideres de turbas revoltadas, e que na prática funcionam como verdadeiros anticorpos no sistema imunológico do capital. Neutralizam a revolta: a turba sai morta ou ainda mais pauperizada, enquanto o colaborador/líder carismático e perverso sai com botas novas e alguns quilinhos mais gordo. Esses indivíduos, que não são os incendiários solitários, me preocupam muito mais.</p>
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