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	Comentários sobre: Nem John le Carré imaginaria	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/03/156026/#comment-1094063</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:06:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A minha posição quanto a esse assunto está claramente expressa num artigo publicado em Junho de 2010, &lt;em&gt;De Perseguidos a Perseguidores: A Lição do Sionismo&lt;/em&gt;, &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2010/06/24723/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.

A posição tomada pelo Passa Palavra encontra-se especialmente &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2023/10/150356/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2023/12/150842/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A minha posição quanto a esse assunto está claramente expressa num artigo publicado em Junho de 2010, <em>De Perseguidos a Perseguidores: A Lição do Sionismo</em>, <a href="https://passapalavra.info/2010/06/24723/" rel="ugc">aqui</a>.</p>
<p>A posição tomada pelo Passa Palavra encontra-se especialmente <a href="https://passapalavra.info/2023/10/150356/" rel="ugc">aqui</a> e <a href="https://passapalavra.info/2023/12/150842/" rel="ugc">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: bairrista		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/03/156026/#comment-1094058</link>

		<dc:creator><![CDATA[bairrista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 10:19:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João, e no caso Palestina e Israel? Qual lado você defende?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João, e no caso Palestina e Israel? Qual lado você defende?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Irrelevante		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/03/156026/#comment-1093747</link>

		<dc:creator><![CDATA[Irrelevante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 16:38:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois desse comentário de João Bernardo, o Passa Palavra já pode fechar. Foi um prazer, camaradas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois desse comentário de João Bernardo, o Passa Palavra já pode fechar. Foi um prazer, camaradas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/03/156026/#comment-1093568</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 22:18:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Davi,

Não sei responder-lhe. Pior ainda, não creio que haja resposta.

Para que um movimento de deserção se desenvolva num processo pacifista e internacionalista é necessário que ele ocorra simultaneamente de ambos os lados, como sucedeu durante a primeira guerra mundial. A situação foi muito diferente na segunda guerra mundial, quando um conflito militar entre imperialismos rivais se sobrepôs a um conflito ideológico entre fascismo e antifascismo, o que fez com que a esquerda tomasse activamente partido por um dos lados no confronto. Senão, o que sucederia? Vou narrar um caso.

Em França, quando se ia já no décimo dia da guerra, uma das mais importantes personalidades anarquistas, Louis Lecoin, redigiu um abaixo-assinado, que intitulou &lt;em&gt;Paz Imediata&lt;/em&gt;, distribuído em cem mil exemplares, apelando à deposição das armas pelos exércitos beligerantes. Mas só o lado francês podia tomar conhecimento deste voto pio, porque é claro que aquele manifesto não foi distribuído entre as tropas do Terceiro Reich. E assim o panfleto de Louis Lecoin, ao mesmo tempo que recolheu as assinaturas de outros anarquistas de renome, como Henry Poulaille, da figura mais destacada da extrema-esquerda socialista, Marceau Pivert, bem como de catorze sindicalistas, recolheu também as assinaturas de Marcel Déat, que viria a ser um dos dois principais chefes do fascismo francês, e de alguns personagens próximos de outro político fascista, Gaston Bergery. Os fascistas franceses estavam, evidentemente, interessados em tudo o que desmobilizasse o exército do seu país, e não é ocasional a semelhança deste caso com o que sucede hoje perante a invasão russa da Ucrânia.

Os comunistas europeus, ou o pouco que deles agora resta, simpatizam com o autoritarismo do regime russo e com os seus anseios expansionistas, e Putin joga com um pau de dois bicos, usando por um lado essa extrema-esquerda e, por outro lado, recorrendo à força muito mais poderosa da extrema-direita, não só directamente, para desmobilizar o apoio à Ucrânia, mas também indirectamente, para minar a coesão interna da União Europeia e para fragmentá-la. E em ambos os objectivos tem-lhe sido crucial o auxílio prestado por Trump.

Nesta situação, o que pode fazer a esquerda anticapitalista? Não pode fazer nada de significativo sem que haja na Rússia um movimento crescente de deserção e de crítica à guerra. Uma vez mais — e agora de maneira trágica — a esquerda anticapitalista mostra a sua irrelevância nas lutas sociais contemporâneas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Davi,</p>
<p>Não sei responder-lhe. Pior ainda, não creio que haja resposta.</p>
<p>Para que um movimento de deserção se desenvolva num processo pacifista e internacionalista é necessário que ele ocorra simultaneamente de ambos os lados, como sucedeu durante a primeira guerra mundial. A situação foi muito diferente na segunda guerra mundial, quando um conflito militar entre imperialismos rivais se sobrepôs a um conflito ideológico entre fascismo e antifascismo, o que fez com que a esquerda tomasse activamente partido por um dos lados no confronto. Senão, o que sucederia? Vou narrar um caso.</p>
<p>Em França, quando se ia já no décimo dia da guerra, uma das mais importantes personalidades anarquistas, Louis Lecoin, redigiu um abaixo-assinado, que intitulou <em>Paz Imediata</em>, distribuído em cem mil exemplares, apelando à deposição das armas pelos exércitos beligerantes. Mas só o lado francês podia tomar conhecimento deste voto pio, porque é claro que aquele manifesto não foi distribuído entre as tropas do Terceiro Reich. E assim o panfleto de Louis Lecoin, ao mesmo tempo que recolheu as assinaturas de outros anarquistas de renome, como Henry Poulaille, da figura mais destacada da extrema-esquerda socialista, Marceau Pivert, bem como de catorze sindicalistas, recolheu também as assinaturas de Marcel Déat, que viria a ser um dos dois principais chefes do fascismo francês, e de alguns personagens próximos de outro político fascista, Gaston Bergery. Os fascistas franceses estavam, evidentemente, interessados em tudo o que desmobilizasse o exército do seu país, e não é ocasional a semelhança deste caso com o que sucede hoje perante a invasão russa da Ucrânia.</p>
<p>Os comunistas europeus, ou o pouco que deles agora resta, simpatizam com o autoritarismo do regime russo e com os seus anseios expansionistas, e Putin joga com um pau de dois bicos, usando por um lado essa extrema-esquerda e, por outro lado, recorrendo à força muito mais poderosa da extrema-direita, não só directamente, para desmobilizar o apoio à Ucrânia, mas também indirectamente, para minar a coesão interna da União Europeia e para fragmentá-la. E em ambos os objectivos tem-lhe sido crucial o auxílio prestado por Trump.</p>
<p>Nesta situação, o que pode fazer a esquerda anticapitalista? Não pode fazer nada de significativo sem que haja na Rússia um movimento crescente de deserção e de crítica à guerra. Uma vez mais — e agora de maneira trágica — a esquerda anticapitalista mostra a sua irrelevância nas lutas sociais contemporâneas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Davi		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/03/156026/#comment-1093190</link>

		<dc:creator><![CDATA[Davi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 14:38:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João Bernardo,

Nos últimos tempos entramos em um período cada vez mais beligerante, e a invasão russa à Ucrânia se insere cada vez mais num contexto de disputas imperialistas globais. A esquerda dita radical se mostrou dividida desde o início sobre como lidar com a questão dessa guerra em particular, com a maior parte se alinhando à Rússia na disputa contra a Ucrânia, de modo a bater no imperialismo americano, outra parte adotando o discurso antimilitarista de que não valia lutar em nenhum dos lados, e uma parte minoritária defendendo o direito da Ucrânia se defender da invasão.

Dentro da população ucraniana vemos uma mudança após os 4 anos de guerra. No início houve um apoio entusiasmado e um sentimento de unificação nacional contra a conquista pelos russos, o que nos primeiros dias do conflito gerou uma reação extraordinária por parte dos militares ucranianos, que conseguiram repelir as tropas russas para as regiões fronteiriças do leste. Grupos de esquerda dentro e fora da Ucrânia organizaram campanhas de solidariedade em defesa do território. Mas, conforme o conflito evoluiu e os recursos dados pelos países da OTAN e EUA não se mostraram suficientes para desequilibrar a disputa no campo de batalha, já há anos que as regiões em disputa têm suas fronteiras praticamente congeladas. Essa perspectiva de estagnação se acentuou após a eleição de Donald Trump nos EUA, que se mostrou muito mais amistoso à Moscou e esta semana aliviou as sanções ao petróleo russo por conta de sua ofensiva militar no Irã.

Essa mudança na sociedade civil ucraniana se revela em algumas pesquisas, como da Gallup: em 2022, o apoio da luta armada até a vitória da guerra era de 73% da população; em 2023, 63%; em 2025, o número caiu para 24% e os que apoiam uma solução negociada imediata são 69%.

https://news.gallup.com/poll/693203/ukrainian-support-war-effort-collapses.aspx

Há um movimento de aumento de gastos militares nos países da União Europeia, com receio de que algum dos países da OTAN será atacado em poucos anos. Por lá, existe uma tendência de esquerda antimilitarista que é contra esse aumento de gastos e promove uma linha de “derrotismo revolucionário”. Hoje, parte dessa esquerda se alinha com alguns grupos ucranianos como o Assembly, que é contra qualquer apoio à continuidade da defesa da Ucrânia, dizendo que a defesa equivale a promover o nacionalismo e o Estado burguês do país, além de promoverem a deserção em massa como solução para o fim da guerra, compartilhando notícias sobre protestos contra o recrutamento forçado que ocorre em algumas cidades ucranianas e estimulando fugas para países europeus.

https://assembly.org.ua/

Uma questão evidente que se levanta sobre essa estratégia é como lidar com o lado dos russos, que apesar das deserções massivas, parecem ter muito menos capacidade de realizar movimentos contundentes e organizados em prol do fim da guerra. E essa esquerda europeia parece ter muito mais articulação com ucranianos do que com russos, que seriam os principais atores para parar a guerra em uma tática de deserção, já que a Rússia é o país agressor.

Apesar de tudo, o principal problema da Ucrânia agora parece ser mais de recursos militares do que de recrutamento. De fato, na perspectiva de um combatente, não parece muito motivador ir a uma linha de frente estagnada e com alto índice de baixas, numa guerra que já se mostra longa e sem perspectiva de resolução em breve.

Como você avalia essa situação e a política da esquerda depois desses anos de conflito?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Bernardo,</p>
<p>Nos últimos tempos entramos em um período cada vez mais beligerante, e a invasão russa à Ucrânia se insere cada vez mais num contexto de disputas imperialistas globais. A esquerda dita radical se mostrou dividida desde o início sobre como lidar com a questão dessa guerra em particular, com a maior parte se alinhando à Rússia na disputa contra a Ucrânia, de modo a bater no imperialismo americano, outra parte adotando o discurso antimilitarista de que não valia lutar em nenhum dos lados, e uma parte minoritária defendendo o direito da Ucrânia se defender da invasão.</p>
<p>Dentro da população ucraniana vemos uma mudança após os 4 anos de guerra. No início houve um apoio entusiasmado e um sentimento de unificação nacional contra a conquista pelos russos, o que nos primeiros dias do conflito gerou uma reação extraordinária por parte dos militares ucranianos, que conseguiram repelir as tropas russas para as regiões fronteiriças do leste. Grupos de esquerda dentro e fora da Ucrânia organizaram campanhas de solidariedade em defesa do território. Mas, conforme o conflito evoluiu e os recursos dados pelos países da OTAN e EUA não se mostraram suficientes para desequilibrar a disputa no campo de batalha, já há anos que as regiões em disputa têm suas fronteiras praticamente congeladas. Essa perspectiva de estagnação se acentuou após a eleição de Donald Trump nos EUA, que se mostrou muito mais amistoso à Moscou e esta semana aliviou as sanções ao petróleo russo por conta de sua ofensiva militar no Irã.</p>
<p>Essa mudança na sociedade civil ucraniana se revela em algumas pesquisas, como da Gallup: em 2022, o apoio da luta armada até a vitória da guerra era de 73% da população; em 2023, 63%; em 2025, o número caiu para 24% e os que apoiam uma solução negociada imediata são 69%.</p>
<p><a href="https://news.gallup.com/poll/693203/ukrainian-support-war-effort-collapses.aspx" rel="nofollow ugc">https://news.gallup.com/poll/693203/ukrainian-support-war-effort-collapses.aspx</a></p>
<p>Há um movimento de aumento de gastos militares nos países da União Europeia, com receio de que algum dos países da OTAN será atacado em poucos anos. Por lá, existe uma tendência de esquerda antimilitarista que é contra esse aumento de gastos e promove uma linha de “derrotismo revolucionário”. Hoje, parte dessa esquerda se alinha com alguns grupos ucranianos como o Assembly, que é contra qualquer apoio à continuidade da defesa da Ucrânia, dizendo que a defesa equivale a promover o nacionalismo e o Estado burguês do país, além de promoverem a deserção em massa como solução para o fim da guerra, compartilhando notícias sobre protestos contra o recrutamento forçado que ocorre em algumas cidades ucranianas e estimulando fugas para países europeus.</p>
<p><a href="https://assembly.org.ua/" rel="nofollow ugc">https://assembly.org.ua/</a></p>
<p>Uma questão evidente que se levanta sobre essa estratégia é como lidar com o lado dos russos, que apesar das deserções massivas, parecem ter muito menos capacidade de realizar movimentos contundentes e organizados em prol do fim da guerra. E essa esquerda europeia parece ter muito mais articulação com ucranianos do que com russos, que seriam os principais atores para parar a guerra em uma tática de deserção, já que a Rússia é o país agressor.</p>
<p>Apesar de tudo, o principal problema da Ucrânia agora parece ser mais de recursos militares do que de recrutamento. De fato, na perspectiva de um combatente, não parece muito motivador ir a uma linha de frente estagnada e com alto índice de baixas, numa guerra que já se mostra longa e sem perspectiva de resolução em breve.</p>
<p>Como você avalia essa situação e a política da esquerda depois desses anos de conflito?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/03/156026/#comment-1045199</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 00:04:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carona dupla

Por que Trump deu uma carona a Putin em sua limusine presidencial? 

a) - Devido a complicações logísticas de última hora, Putin acabou esquecendo a dele em Moscou. 
b) - Trata-se de uma tradição de gentileza com o Presidente estrangeiro. 
c) - Na condição de agente de Putin na Casa Branca, Trump não podia deixar seu chefe a pé.
d) - Sendo o espião secreto de Trump no Kremlin, Putin usou a oportunidade para repassar informações sigilosas.
e) - Na verdade ambos são sósias, os autênticos Trump e Putin se encontraram em outro local - provavelmente a bordo de uma nave alienígena.

Show aéreo

Enquanto Trump e Putin caminhavam juntos pela pista da base no Alaska, foram sobrevoados por um par de F-35. Logo em seguida surgiu um B-2 escoltado por mais quatro F-35.
Além disto, o tapete vermelho sobre o qual pisavam tinha em cada lado dois F-35. 
Tratou-se de:

a) - Uma intimidação para Putin aceitar os termos da negociação conforme ditados por Trump.  
b) - Uma demonstração de força para assinalar como Trump está tornando os EUA grandes novamente. 
c) - O fato não teve nenhum significado especial, pois afinal ocorreu  numa base aérea e os aviões já estavam mesmo por ali.
d) - Como circularam vídeos na Internet figurando um atentado a Trump e Putin, os aviões faziam parte do esquema de segurança. 
e) - Não dá para saber ao certo, mas com certeza a mensagem foi recebida pelos destinatários.

 Grandeza

Em Anchorage o chanceler russo Lavrov deu entrevista trajando um agasalho com a inscrição &quot;CCCP&quot;.
Qual a intenção? 

a) - Deixar claro a ambição territorial da Rússia. 
b) - Corroborar a declaração de Putin sobre a &quot;maior catástrofe geopolítica do séc. XX&quot; ter sido a dissolução da URSS.
c) - Trazer à tona que os documentos originais pactuando o fim da URSS foram extraviados, estando a cópia flagrantemente adulterada. 
d) - Tornar a Rússia grande novamente. 
e) - Foi apenas um descuido da governanta da casa de Lavrov, ao fazer as malas.

Escolta

Em seu retorno à Rússia, o avião conduzindo Putin foi escoltado por dois F-35 da Força Aérea Norte-americana. 

a) - Nada demais. Acontece sempre. É procedimento padrão de rotina. 
b) - Foi uma arrojada operação de marketing, para convencer Putin a comprar alguns F-35 para a Rússia
c) - Trump exagerou em suas deferências a Putin e pode sofrer um segundo processo de impeachment. 
d) - Desse jeito, Trump acabará aceitando o convite de Putin para se encontrem em Moscou.
e) - Nem John le Carré imaginaria...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carona dupla</p>
<p>Por que Trump deu uma carona a Putin em sua limusine presidencial? </p>
<p>a) &#8211; Devido a complicações logísticas de última hora, Putin acabou esquecendo a dele em Moscou.<br />
b) &#8211; Trata-se de uma tradição de gentileza com o Presidente estrangeiro.<br />
c) &#8211; Na condição de agente de Putin na Casa Branca, Trump não podia deixar seu chefe a pé.<br />
d) &#8211; Sendo o espião secreto de Trump no Kremlin, Putin usou a oportunidade para repassar informações sigilosas.<br />
e) &#8211; Na verdade ambos são sósias, os autênticos Trump e Putin se encontraram em outro local &#8211; provavelmente a bordo de uma nave alienígena.</p>
<p>Show aéreo</p>
<p>Enquanto Trump e Putin caminhavam juntos pela pista da base no Alaska, foram sobrevoados por um par de F-35. Logo em seguida surgiu um B-2 escoltado por mais quatro F-35.<br />
Além disto, o tapete vermelho sobre o qual pisavam tinha em cada lado dois F-35.<br />
Tratou-se de:</p>
<p>a) &#8211; Uma intimidação para Putin aceitar os termos da negociação conforme ditados por Trump.<br />
b) &#8211; Uma demonstração de força para assinalar como Trump está tornando os EUA grandes novamente.<br />
c) &#8211; O fato não teve nenhum significado especial, pois afinal ocorreu  numa base aérea e os aviões já estavam mesmo por ali.<br />
d) &#8211; Como circularam vídeos na Internet figurando um atentado a Trump e Putin, os aviões faziam parte do esquema de segurança.<br />
e) &#8211; Não dá para saber ao certo, mas com certeza a mensagem foi recebida pelos destinatários.</p>
<p> Grandeza</p>
<p>Em Anchorage o chanceler russo Lavrov deu entrevista trajando um agasalho com a inscrição &#8220;CCCP&#8221;.<br />
Qual a intenção? </p>
<p>a) &#8211; Deixar claro a ambição territorial da Rússia.<br />
b) &#8211; Corroborar a declaração de Putin sobre a &#8220;maior catástrofe geopolítica do séc. XX&#8221; ter sido a dissolução da URSS.<br />
c) &#8211; Trazer à tona que os documentos originais pactuando o fim da URSS foram extraviados, estando a cópia flagrantemente adulterada.<br />
d) &#8211; Tornar a Rússia grande novamente.<br />
e) &#8211; Foi apenas um descuido da governanta da casa de Lavrov, ao fazer as malas.</p>
<p>Escolta</p>
<p>Em seu retorno à Rússia, o avião conduzindo Putin foi escoltado por dois F-35 da Força Aérea Norte-americana. </p>
<p>a) &#8211; Nada demais. Acontece sempre. É procedimento padrão de rotina.<br />
b) &#8211; Foi uma arrojada operação de marketing, para convencer Putin a comprar alguns F-35 para a Rússia<br />
c) &#8211; Trump exagerou em suas deferências a Putin e pode sofrer um segundo processo de impeachment.<br />
d) &#8211; Desse jeito, Trump acabará aceitando o convite de Putin para se encontrem em Moscou.<br />
e) &#8211; Nem John le Carré imaginaria&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/03/156026/#comment-1009242</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 09:46:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=156026#comment-1009242</guid>

					<description><![CDATA[Caro Cícero,

Quanto ao apoio dissimulado, quando não explícito, dado por Putin à extrema-direita europeia e aos fascistas europeus, basta ler a imprensa periódica corrente, europeia e internacional. Entre os governantes, os casos mais notórios são os de Viktor Orbán na Hungria, Robert Fico na Eslováquia e Matteo Salvini na Itália. Mas destaca-se também a proximidade de Putin com o Rassemblement National, de Marine Le Pen, na França, com a AfD e o movimento de Sahra Wagenknecht na Alemanha ou ainda com Călin Georgescu na Roménia. Estes são os exemplos que me parecem mais importantes, mas há outros, a tal ponto que pode considerar-se uma regra geral.

Do mesmo modo, há uma extrema-esquerda que apoia Putin tanto directamente como indirectamente, na medida em que é contrária ao apoio à resistência da Ucrânia às tropas russas invasoras. Os exemplos são numerosos na Europa e pelo resto do mundo, nomeadamente no Brasil, e essa escória até se aproveita do espaço de comentários deste site.

A confluência da extrema-direita com alguma extrema-esquerda no apoio a Putin é precisamente um movimento em que se gera o fascismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Cícero,</p>
<p>Quanto ao apoio dissimulado, quando não explícito, dado por Putin à extrema-direita europeia e aos fascistas europeus, basta ler a imprensa periódica corrente, europeia e internacional. Entre os governantes, os casos mais notórios são os de Viktor Orbán na Hungria, Robert Fico na Eslováquia e Matteo Salvini na Itália. Mas destaca-se também a proximidade de Putin com o Rassemblement National, de Marine Le Pen, na França, com a AfD e o movimento de Sahra Wagenknecht na Alemanha ou ainda com Călin Georgescu na Roménia. Estes são os exemplos que me parecem mais importantes, mas há outros, a tal ponto que pode considerar-se uma regra geral.</p>
<p>Do mesmo modo, há uma extrema-esquerda que apoia Putin tanto directamente como indirectamente, na medida em que é contrária ao apoio à resistência da Ucrânia às tropas russas invasoras. Os exemplos são numerosos na Europa e pelo resto do mundo, nomeadamente no Brasil, e essa escória até se aproveita do espaço de comentários deste site.</p>
<p>A confluência da extrema-direita com alguma extrema-esquerda no apoio a Putin é precisamente um movimento em que se gera o fascismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Cícero Dião		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/03/156026/#comment-1009201</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cícero Dião]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 04:45:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=156026#comment-1009201</guid>

					<description><![CDATA[Caro João Bernardo,

Em quais jornais, ou livros, encontram-se notícias e informações sobre o &quot;apoio que Putin tem concedido dissimuladamente à extrema-direita europeia e aos fascistas europeus&quot;?

Aliás, ressalto que uma certa &quot;esquerda&quot; alegrou-se ao ver a arapuca em que caiu Zelensky. Seus membros torcem para que, diante das consequências, a Rússia e a China saiam beneficiados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João Bernardo,</p>
<p>Em quais jornais, ou livros, encontram-se notícias e informações sobre o &#8220;apoio que Putin tem concedido dissimuladamente à extrema-direita europeia e aos fascistas europeus&#8221;?</p>
<p>Aliás, ressalto que uma certa &#8220;esquerda&#8221; alegrou-se ao ver a arapuca em que caiu Zelensky. Seus membros torcem para que, diante das consequências, a Rússia e a China saiam beneficiados.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/03/156026/#comment-1006302</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 16:15:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No dia 5 de Março, precisamente quando a CIA anunciou a suspensão do fornecimento de informações militares à Ucrânia, o exército russo lançou uma ofensiva em Kursk, deixando praticamente cercados cerca de dez mil soldados ucranianos, que estão agora na iminência de retirar. Se Zelensky pensava usar Kursk como moeda de troca em futuras negociações, esta coincidência evidencia, uma vez mais, a conjugação de esforços entre Putin e o seu agente em Washington.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 5 de Março, precisamente quando a CIA anunciou a suspensão do fornecimento de informações militares à Ucrânia, o exército russo lançou uma ofensiva em Kursk, deixando praticamente cercados cerca de dez mil soldados ucranianos, que estão agora na iminência de retirar. Se Zelensky pensava usar Kursk como moeda de troca em futuras negociações, esta coincidência evidencia, uma vez mais, a conjugação de esforços entre Putin e o seu agente em Washington.</p>
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		Por: ulisses		</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 11:35:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[kraxbrisal &#038; JotaBysmm unidos
jamais serão vencidos
e se calhar mostrarão
quantos among fazem um between]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>kraxbrisal &amp; JotaBysmm unidos<br />
jamais serão vencidos<br />
e se calhar mostrarão<br />
quantos among fazem um between</p>
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