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	Comentários sobre: Representatividade importa?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Francisco Gonzaga		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155134/#comment-982641</link>

		<dc:creator><![CDATA[Francisco Gonzaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 15:38:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eis uma crítica rara entre os meios que hoje se autodenominam de esquerda. Justamente por se tratar duma crítica essencial para se dar o primeiro passo rumo à superação do estado atual das coisas.

Embora o artigo explicite a falácia do argumento biológico segundo o qual &quot;toda mulher negra é progressista&quot; ou que existe entre elas uma &quot;sororidade natural e biológica&quot;, duvido que os identitários de esquerda se espantassem diante desses exemplos específicos, empíricos e históricos. Normalmente, respondem com explicações superficiais e defendem-se com a frase de Paulo Freire: &quot;quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é se tornar opressor.&quot; Ou seja, diante desses &quot;desvios&quot;, mantêm suas concepções e políticas identitárias inalteradas.

O artigo aponta a hostilidade de figuras como Badenoch e Braverman aos transgêneros, sendo a segunda crítica à cultura woke. Essas posições, do ponto de vista identitário, poderiam ser tomadas como &quot;provas&quot; de verdadeiros desvios. Afinal, a maioria dos intelectuais identitários de esquerda no Brasil e na América do Norte é pró-cultura woke e apoia políticas trans e não-binárias.

Como proposta, sugiro que a reflexão do artigo avance para os casos empíricos, teóricos e políticos de identitários de esquerda. Exemplos como Djamila Ribeiro e Sueli Carneiro no Brasil e Ibram X. Kendi, Kimberlé Williams Crenshaw e Patricia Hill Collins nos EUA.

É igualmente urgente uma crítica a Douglas Rodrigues Barros, um autor que, embora publicasse com frequência no Passa Palavra, agora lança o livro &quot;O que é Identitarismo?&quot; pela Boitempo, com prefácio de Rita von Hunty. O que aconteceu com o autor dos artigos &quot;Resposta a uma identitária: os limites da democracia representativa&quot; (https://passapalavra.info/2016/10/109689/); &quot;Procura-se o Universal&quot; (https://passapalavra.info/2022/07/145200/); &quot;O antifascismo racista ou o antirracismo protofascista&quot; (https://passapalavra.info/2020/06/132703/) e &quot;O identitarismo e o antifascismo&quot; (https://passapalavra.info/2020/06/132197/)?

O artigo vai no ponto quando afirma: &quot;O fato de a esquerda identitária não se identificar com as trajetórias de pessoas como Badenoch, Braverman, Hasina, Weidel e Líber não muda o fato de que essas pessoas estão realizando na prática aquilo que os identitários defendem no plano do discurso, embora esse discurso venha sempre envolto noutras roupagens&quot;.

Mas, aparentemente, o mesmo autor que escreveu todos esses artigos se tornou, agora, um defensor &quot;crítico&quot; do identitarismo. Não creio tratar-se de uma &quot;ruptura&quot; com o passado, mas do desenvolvimento de uma ambiguidade já presente em seus textos anteriores.

&quot;E os novos burgueses e gestores, em vez de empoderarem os grupos sociais oprimidos dos quais emergiram, acessam os corredores e salões frequentados pelas velhas elites apenas para fechar as portas detrás de si.&quot; Pois agora que Douglas Barros alcançou o conforto e a notoriedade oferecidos por uma editora como a Boitempo, por que se preocuparia com um passado passapalavrista, um passado crítico e praticamente oposto ao que escreve hoje?

Como disse, a crítica deve seguir em direção à esquerda identitária que, como o caso de Douglas Barros evidencia, pode estar bem debaixo de nossos narizes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis uma crítica rara entre os meios que hoje se autodenominam de esquerda. Justamente por se tratar duma crítica essencial para se dar o primeiro passo rumo à superação do estado atual das coisas.</p>
<p>Embora o artigo explicite a falácia do argumento biológico segundo o qual &#8220;toda mulher negra é progressista&#8221; ou que existe entre elas uma &#8220;sororidade natural e biológica&#8221;, duvido que os identitários de esquerda se espantassem diante desses exemplos específicos, empíricos e históricos. Normalmente, respondem com explicações superficiais e defendem-se com a frase de Paulo Freire: &#8220;quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é se tornar opressor.&#8221; Ou seja, diante desses &#8220;desvios&#8221;, mantêm suas concepções e políticas identitárias inalteradas.</p>
<p>O artigo aponta a hostilidade de figuras como Badenoch e Braverman aos transgêneros, sendo a segunda crítica à cultura woke. Essas posições, do ponto de vista identitário, poderiam ser tomadas como &#8220;provas&#8221; de verdadeiros desvios. Afinal, a maioria dos intelectuais identitários de esquerda no Brasil e na América do Norte é pró-cultura woke e apoia políticas trans e não-binárias.</p>
<p>Como proposta, sugiro que a reflexão do artigo avance para os casos empíricos, teóricos e políticos de identitários de esquerda. Exemplos como Djamila Ribeiro e Sueli Carneiro no Brasil e Ibram X. Kendi, Kimberlé Williams Crenshaw e Patricia Hill Collins nos EUA.</p>
<p>É igualmente urgente uma crítica a Douglas Rodrigues Barros, um autor que, embora publicasse com frequência no Passa Palavra, agora lança o livro &#8220;O que é Identitarismo?&#8221; pela Boitempo, com prefácio de Rita von Hunty. O que aconteceu com o autor dos artigos &#8220;Resposta a uma identitária: os limites da democracia representativa&#8221; (<a href="https://passapalavra.info/2016/10/109689/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2016/10/109689/</a>); &#8220;Procura-se o Universal&#8221; (<a href="https://passapalavra.info/2022/07/145200/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2022/07/145200/</a>); &#8220;O antifascismo racista ou o antirracismo protofascista&#8221; (<a href="https://passapalavra.info/2020/06/132703/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2020/06/132703/</a>) e &#8220;O identitarismo e o antifascismo&#8221; (<a href="https://passapalavra.info/2020/06/132197/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2020/06/132197/</a>)?</p>
<p>O artigo vai no ponto quando afirma: &#8220;O fato de a esquerda identitária não se identificar com as trajetórias de pessoas como Badenoch, Braverman, Hasina, Weidel e Líber não muda o fato de que essas pessoas estão realizando na prática aquilo que os identitários defendem no plano do discurso, embora esse discurso venha sempre envolto noutras roupagens&#8221;.</p>
<p>Mas, aparentemente, o mesmo autor que escreveu todos esses artigos se tornou, agora, um defensor &#8220;crítico&#8221; do identitarismo. Não creio tratar-se de uma &#8220;ruptura&#8221; com o passado, mas do desenvolvimento de uma ambiguidade já presente em seus textos anteriores.</p>
<p>&#8220;E os novos burgueses e gestores, em vez de empoderarem os grupos sociais oprimidos dos quais emergiram, acessam os corredores e salões frequentados pelas velhas elites apenas para fechar as portas detrás de si.&#8221; Pois agora que Douglas Barros alcançou o conforto e a notoriedade oferecidos por uma editora como a Boitempo, por que se preocuparia com um passado passapalavrista, um passado crítico e praticamente oposto ao que escreve hoje?</p>
<p>Como disse, a crítica deve seguir em direção à esquerda identitária que, como o caso de Douglas Barros evidencia, pode estar bem debaixo de nossos narizes&#8230;</p>
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		<title>
		Por: livro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155134/#comment-982053</link>

		<dc:creator><![CDATA[livro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2024 18:47:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A crítica a ideologia indenitária precisa ser feita em sua totalidade, não é possível igualdade e equidade social no capitalismo. Uma sociedade fundada sobre o roubo, sobre a exploração e sobre o dominação de classe, etc., jamais poderá gerar paz e igualdade social. A pobreza, o racismo, o controle social, a guerra, o extermínio de seguimentos oprimidos é a índole natural da sociedade capitalista. Criar espaços de poder, significa criar espaços de dominação e exploração de classe, exigir participar das estruturas sociais da burguesia, significa pedir para participar  da subjugação de uma outra classe, ter participação na dominação e controle de mulheres, homens, negros, gays em prol da burguesia. A ideologia da identidade é um engodo em todas suas vertentes, não se trata de cor, sexo, homem, mulher, se trata de posição, consciência, valores, sentimentos que vão ao a natureza humana. O compromisso com emancipação humana, significa que a luta é contra o poder político, econômico e cultural da burguesia, que produz miséria e desigualdade  mundo a afora, enfim, o poder não é de para ser conquistado, há de ser destruído.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crítica a ideologia indenitária precisa ser feita em sua totalidade, não é possível igualdade e equidade social no capitalismo. Uma sociedade fundada sobre o roubo, sobre a exploração e sobre o dominação de classe, etc., jamais poderá gerar paz e igualdade social. A pobreza, o racismo, o controle social, a guerra, o extermínio de seguimentos oprimidos é a índole natural da sociedade capitalista. Criar espaços de poder, significa criar espaços de dominação e exploração de classe, exigir participar das estruturas sociais da burguesia, significa pedir para participar  da subjugação de uma outra classe, ter participação na dominação e controle de mulheres, homens, negros, gays em prol da burguesia. A ideologia da identidade é um engodo em todas suas vertentes, não se trata de cor, sexo, homem, mulher, se trata de posição, consciência, valores, sentimentos que vão ao a natureza humana. O compromisso com emancipação humana, significa que a luta é contra o poder político, econômico e cultural da burguesia, que produz miséria e desigualdade  mundo a afora, enfim, o poder não é de para ser conquistado, há de ser destruído.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: granamir		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155134/#comment-981630</link>

		<dc:creator><![CDATA[granamir]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 18:26:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alguns anos atrás, pouco antes da pandemia, surgiram algumas notícias sobre a coincidência de que o cargo de C.E.O. em umas cinco ou seis das principais empresas armamentistas dos Estados Unidos estava ocupado por mulheres. Não acompanhei mais o caso, listei alguns links abaixo, não sei como a situação está hoje. Mas, desde então, fiquei pensando se os palestinos, curdos, libaneses, yemenitas, ucranianos, e outros, homens, mulheres e crianças, vítimas das guerras e bombardeios no mundo inteiro, se sentem menos vítimas porque foram atingidos por armas fabricadas por empresas presididas por mulheres...

https://www.politico.com/story/2019/01/02/how-women-took-over-the-military-industrial-complex-1049860

https://www.latimes.com/business/la-fi-women-defense-ceos-20180808-story.html

https://www.securitywomen.org/post/how-women-took-over-the-military-industrial-complex

https://www.defenceiq.com/air-land-and-sea-defence-services/articles/women-are-leading-top-defence-comapnies-international-womens-day

https://www.eeimfg.com/How-Women-Owned-Companies-in-Defense-Manufacturing-Are-Making-a-Statement-1-13800.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns anos atrás, pouco antes da pandemia, surgiram algumas notícias sobre a coincidência de que o cargo de C.E.O. em umas cinco ou seis das principais empresas armamentistas dos Estados Unidos estava ocupado por mulheres. Não acompanhei mais o caso, listei alguns links abaixo, não sei como a situação está hoje. Mas, desde então, fiquei pensando se os palestinos, curdos, libaneses, yemenitas, ucranianos, e outros, homens, mulheres e crianças, vítimas das guerras e bombardeios no mundo inteiro, se sentem menos vítimas porque foram atingidos por armas fabricadas por empresas presididas por mulheres&#8230;</p>
<p><a href="https://www.politico.com/story/2019/01/02/how-women-took-over-the-military-industrial-complex-1049860" rel="nofollow ugc">https://www.politico.com/story/2019/01/02/how-women-took-over-the-military-industrial-complex-1049860</a></p>
<p><a href="https://www.latimes.com/business/la-fi-women-defense-ceos-20180808-story.html" rel="nofollow ugc">https://www.latimes.com/business/la-fi-women-defense-ceos-20180808-story.html</a></p>
<p><a href="https://www.securitywomen.org/post/how-women-took-over-the-military-industrial-complex" rel="nofollow ugc">https://www.securitywomen.org/post/how-women-took-over-the-military-industrial-complex</a></p>
<p><a href="https://www.defenceiq.com/air-land-and-sea-defence-services/articles/women-are-leading-top-defence-comapnies-international-womens-day" rel="nofollow ugc">https://www.defenceiq.com/air-land-and-sea-defence-services/articles/women-are-leading-top-defence-comapnies-international-womens-day</a></p>
<p><a href="https://www.eeimfg.com/How-Women-Owned-Companies-in-Defense-Manufacturing-Are-Making-a-Statement-1-13800.html" rel="nofollow ugc">https://www.eeimfg.com/How-Women-Owned-Companies-in-Defense-Manufacturing-Are-Making-a-Statement-1-13800.html</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: A jornalista de cultura		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155134/#comment-981254</link>

		<dc:creator><![CDATA[A jornalista de cultura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 22:18:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não sei se existe algo escrito, mas há coincidências fantásticas com os fracassos do obrerismo do pcb das décadas de 1930 em diante, com essas noções liberais de lugar de fala e representatividade.
A história se repete, não é não, primeiro como tragédia, depois como lacre.
Quantas mesas e movimentos foram atravancados, pois deveriam ser compostas exclusivamente por mulheres, que por falta de experiência não conseguiram dar andamento a atividade. burocratizando e problematizando com as coisas que poderiam ser tratadas de modo direto e rápido.
O obrerismo atual, o amplo lugarismo, sufoca e atrapalha os movimentos dos grupos sociais subalternos, que ficam e permanecem, ironia ou consequência, no mesmo &quot;lugar&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se existe algo escrito, mas há coincidências fantásticas com os fracassos do obrerismo do pcb das décadas de 1930 em diante, com essas noções liberais de lugar de fala e representatividade.<br />
A história se repete, não é não, primeiro como tragédia, depois como lacre.<br />
Quantas mesas e movimentos foram atravancados, pois deveriam ser compostas exclusivamente por mulheres, que por falta de experiência não conseguiram dar andamento a atividade. burocratizando e problematizando com as coisas que poderiam ser tratadas de modo direto e rápido.<br />
O obrerismo atual, o amplo lugarismo, sufoca e atrapalha os movimentos dos grupos sociais subalternos, que ficam e permanecem, ironia ou consequência, no mesmo &#8220;lugar&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedro Seeger		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155134/#comment-981198</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro Seeger]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 15:46:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não deu para copiar todos os exemplos, mas essa postagem do The Guardian fala de todas as primeiras vezes  dessa eleição agora nos EUA: primeira pessoa trans eleita, primeiro descendente de coreanos e primeiro condenado eleito presidente (e o mais velho também, para não ter etarismo: 78 anos!)

https://www.instagram.com/p/DCCN7GeoAvy/?igsh=djFwejR0czB4MGh5]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não deu para copiar todos os exemplos, mas essa postagem do The Guardian fala de todas as primeiras vezes  dessa eleição agora nos EUA: primeira pessoa trans eleita, primeiro descendente de coreanos e primeiro condenado eleito presidente (e o mais velho também, para não ter etarismo: 78 anos!)</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/DCCN7GeoAvy/?igsh=djFwejR0czB4MGh5" rel="nofollow ugc">https://www.instagram.com/p/DCCN7GeoAvy/?igsh=djFwejR0czB4MGh5</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcelo Mazzoni		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155134/#comment-981156</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Mazzoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 10:47:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A jornalista de assuntos culturais, durante uma entrevista pergunta ao convidado, um empresário do ramo dos cosméticos:
Representatividade importa?
Claro, respondeu ele, importa e exporta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A jornalista de assuntos culturais, durante uma entrevista pergunta ao convidado, um empresário do ramo dos cosméticos:<br />
Representatividade importa?<br />
Claro, respondeu ele, importa e exporta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nem um nem outra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155134/#comment-981152</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nem um nem outra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 09:55:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João Bernardo não é fascista, mas tem as suas preferências... Que sejam os &quot;clássicos&quot;, homens brancos e de olhos azuis...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Bernardo não é fascista, mas tem as suas preferências&#8230; Que sejam os &#8220;clássicos&#8221;, homens brancos e de olhos azuis&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rosa Negra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155134/#comment-981035</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rosa Negra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 19:06:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sinto que o texto carece do outro lado da moeda. E os burocratas à esquerda, o que fazem frente a este ponto? Melhoram a qualidade de vida de suas minorias? O que Erika Hilton, Jean Wyllis entre outros promoveram às minorias?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto que o texto carece do outro lado da moeda. E os burocratas à esquerda, o que fazem frente a este ponto? Melhoram a qualidade de vida de suas minorias? O que Erika Hilton, Jean Wyllis entre outros promoveram às minorias?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/11/155134/#comment-980975</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 11:52:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=155134#comment-980975</guid>

					<description><![CDATA[Seria uma coincidência que o Passa Palavra tivesse publicado este artigo no mesmo dia das eleições presidenciais num dos países da América do Norte, em que uma candidata é uma mulher, filha de uma mãe indiana e de um pai jamaicano?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seria uma coincidência que o Passa Palavra tivesse publicado este artigo no mesmo dia das eleições presidenciais num dos países da América do Norte, em que uma candidata é uma mulher, filha de uma mãe indiana e de um pai jamaicano?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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