Mais de 10 anos se passaram, aquele que outrora foi um dirigente trotskista e por anos defendeu o giro da proletarização em prol da revolução estava com a sua vida girada e aproveitava a festa anual que sempre se realiza na única praça daquela cidadezinha do interior do Brasil, dessas onde não há qualquer indústria, casado com a filha de uma família da elite local, e ela, a esposa, ocupando um cargo de confiança na prefeitura. Passa Palavra

Kkkkkk
É de lascar. “Não quero lembrar que eu erro também”
Fui um desses….menos badalado,era bem de base nessa organização. Fiquei dois anos no chão de fábrica. Hoje sou espírita e funcionário público federal.
Fantástico