Sociedade de classes e violência sexual

Sociedade de classes e violência sexual

em 11 jun

Polêmico artigo de militante neomaoísta indiana sobre o caráter do estupro, dividido em 7 partes e traduzido para o português por Pablo Polese. Por Maya John

Maya John é militante de um grupo neomaoísta chamado Organização da Juventude Revolucionária (KYS), facção ligada à Liga Comunista da Índia (CLI). Além disso, faz parte do Centre for Struggling Women (CSW) e pesquisa as leis laborais no Departamento de História da Universidade de Nova Délhi. Sua análise sobre a violência sexual, “Class Societies and Sexual Violence: Towards a Marxist Understanding of Rape, publicada em 8 de maio de 2013 e traduzida agora por Pablo Polese, se insere no contexto das mobilizações anti-estupro de 2012-2013 na Índia, em resposta a um caso de estupro coletivo ocorrido em Nova Délhi. Passa Palavra.

1) Rumo a um entendimento marxista do estupro

O fato de que todo tipo de gente podia se unir, e de fato se unira, nessa frente anti-estupro, não significa nem podia significar que a questão da libertação da mulher havia se convertido subitamente em uma preocupação geral. Por Maya John

2) Uma história do estupro

À medida que o capitalismo, o direito e a ética burguesa se reforçavam as mulheres adquiriram “liberdade” para consentir ou rechaçar o sexo. Por Maya John


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