Soldado Mike Prysner contra a guerra (legendado)

6 de Janeiro de 2010  
Categoria: Ver e Ouvir

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No decurso de uma série de acções da associação Iraq Veterans Against War (IVAW - Ex-combatentes no Iraque contra a guerra), operação intitulada “Winter Soldiers” (Soldados de Inverno), o cabo Mike Prysner conta a sua experiência no Iraque e explica como tomou consciência da natureza da guerra que o mandaram fazer. Este vídeo foi amplamente divulgado nos EUA, entre outros pelo site do realizador Michael Moore (www.michaelmoore.com) e pelo site alternativo Common Dreams (www.commondreams.org).

Site da IVAW: www.ivaw.org.

Legendado em português pelo Passa Palavra.

Comentários

9 Comentários on "Soldado Mike Prysner contra a guerra (legendado)"

  1. Newton Gama Netto em 7 de Janeiro de 2010 21:36 

    É gratificante ouvir pelas palavras de um ex-combatente americano, através de seus relatos, aquilo que sustentamos sobre a natureza das ocupações norte-americanas. Divulgar o vídeo é uma bela forma comunicar nossas certezas àqueles que ainda têm dúvidas ou não sabem o que pensar.

  2. Hugo em 10 de Janeiro de 2010 17:42 

    Muito bom.

  3. Eurídice Rocha em 12 de Janeiro de 2010 03:56 

    Este americano é que merecia o prémio nobel da paz! ou talvez não …porque se lho dessem era sinal que já estava consporcado.
    é vergonhoso que o sistema mais terrorista do mundo continue livre - o poder americano de bushs e obamas.
    fim às ocupações abusivas do afeganistão e iraque
    viva a paz

  4. Avelino Gonçalves em 15 de Janeiro de 2010 13:44 

    Justas palavras as deste soldado!
    Juntemos a nossa voz à sua para construir a esperança!

  5. jose henrique gonçalves em 16 de Janeiro de 2010 18:16 

    Devia ser visto por todas as pessoas dos países ditos “civilizados”
    Espero que a imprensa “LIVRE” destes paises tenham a coragem de o passar quer na imprensa escrita quer na audio-visual

  6. Cláudia. em 26 de Janeiro de 2010 22:28 

    É realmente impressionante como a imagem que nos passam da situação no Iraque é um tanto ou quanto diferente da descrição feita deste soldado. A forma como os meios de comunicação são usados para manipular as pessoas também é outra coisa que me deixa parva, porque o dever de informar as pessoas morreu, agora só se mantém devidamente informado quem quer, quem vai procurar saber mais sobre. Ainda bem que temos meios de comunicar que fogem às redes do sistema. Ainda bem que existe a internet e sites como este. Um excelente vídeo que só vem sustentar aquilo que nós já sabíamos. Espero que seja divulgado em grande escala para consciencializar aquelas mentes cegas que apoiam os EUA e o seu imperialismo descarado.

  7. Paulo Roberto em 1 de Março de 2010 19:12 

    Assim como este soldado foi a guerra, outros tantos foram manipulado pela mídia maldita, achando que estariam fazendo alguma coisa de valor moral. Diante de tudo isso sabemos o quanto os americanos são manipulados por falsas verdades.
    Um poderoso exercito manipulado por uns poucos homens de má fé, que defendem seus próprios interesses econômicos, acima de tudo, não respeitando a dor alheia. Não pensam duas vezes em destruir um pais, se isso financeiramente for compensador.
    O ataque as torres gêmeas foi uma reação à politica agressiva dos EUA.

  8. David em 18 de Junho de 2010 23:29 

    Está na hora de uma nova REVOLUÇÃO!!

    Se estás na tropa ou progrediste na carreira militar…!!!

    DEIXEM DE SER!!!!

    P*** que os pariu!!!

    PS: e se trabalhas em “MAC’s” Manda-os F****!!

  9. LUIZ NELMO BETELI em 26 de Julho de 2010 18:20 

    O discurso do soldado foi inflamado e emocionante e realmente nos leva a refletir sobre as reais motivações de uma guerra. Mas, como advogado que sou, aprendi que toda história tem duas versões. Será que não seria interessante houvir o lado dos maiores afetados, ou seja, dos Iraquianos e dos Kwaitianos que foram os que sofreram na pele tanto os horrores da guerra, como também os horrores da ditatura de Saddam Husseim, para saber se essa guerra foi pior ou melhor para a vida deles? Tenho essa dúvida comigo há muito tempo e gostaria muito de esclarecer para não cometer a injustiça de condenar antes de houvir todos os lados envolvidos. Abraços a todos.