Na edição do dia 17 de fevereiro, a Folha de S.Paulo afirmou: “As chamadas ‘ditabrandas’ [por oposição a ‘ditaduras’] – caso do Brasil entre 1964 e 1985 – partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e de acesso à Justiça”. Assim se estabelece um conceito que considera “brandas” as torturas e a militarização da política. Nada mais natural em um país onde é aceita a tortura e execução sumária pela Polícia Militar. Decerto, o suporte que o referido órgão de imprensa dera ao regime ajudaria-nos a entender o motivo pelo qual agora sugere esta estranha distinção entre boas e más ditaduras. Em breve, publicaremos um artigo que desenvolverá o tema com a devida atenção. Passa Palavra

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