Aqui o leitor pode encontrar os Eventos anunciados no Passa Palavra no mês de ABRIL 2009, ordenados pelas respectivas datas.

01 ABR (qua) 22h, PT Beja Apresentação do livro A Importância da Luz, de Isidoro Augusto, Prémio de Poesia Cidade de Almada 2006.

Local: Galeria do Desassossego, Rua da Casa Pia, nº 26/28, em Beja (tm 966 278 887).

Integrada no ciclo Quartas-Feiras de Poesia da Galeria do Desassossego, terá lugar a 1 de Abril (é verdade!) o lançamento em Beja do livro de poemas A Importância da Luz, de Isidoro Augusto, Premio de Poesia Cidade de Almada 2006.

Além de poeta, Isidoro Augusto é fotógrafo consagrado e dado a outras artes, em especial a SOLIDARIEDADE…

É assim que desde 1994, mais do que padrinho, tem sido o braço direito (e ambas as pernas) do jovem Luís Miguel Figueiredo, baleado pela Polícia na Ponte 25 de Abril em 25 de Junho de 1994, quando tinha 18 anos.

ev090401_bejaluismiguel2Com a companhia sempre presente do Isidoro Augusto, o Luís Miguel refez a sua vida e, desde 1999, virou-se também para as telas e os pincéis, sendo presença regular em diversas exposições individuais e colectivas de pintura.

Estas iniciativas artísticas, em que se enquadra também o lançamento em Beja de A Importância da Luz, revertem para a campanha de SOLIDARIEDADE ao Luís Miguel, que só recentemente viu o Estado português assumir parte da sua responsabilidade cível por este crime que “cortou as pernas”, mas não a alma, a este jovem hoje com 33 anos.

Ao lado, o cartaz de divulgação deste evento, e um quadro e uma serigrafia do Luís Miguel. Só para dar um cheirinho… mas nada que substitua a vossa presença no dia 1 de Abril a partir das 22 horas na Galeria do Desassossego.

E, se quiseram, venham jantar connosco às 20 horas.

☛ 02 ABRIL (qui), a partir das 10h, PT Lisboa/Oeiras Manifestação de apoio aos “25 de Caxias”, frente ao Tribunal de Oeiras.

Treze anos depois, com absoluto despudor, a “Justiça” portuguesa decidiu julgar 25 cidadãos acusados de “amotinamento” a 23 de Marco de 1996, no Reduto Norte do Forte de Caxias.

A farsa judicial iniciou-se no passado dia 5 de Março, tendo como palco o Tribunal de Oeiras. A diatribe acusatória não é mais do que uma espécie de “Operação Tide” [“branqueamento”, referência ao conhecido detergente] com que a “Justiça” pretende branquear o iníquo sistema prisional português – inúmeras vezes referido, em relatórios internacionais, como violador relapso dos Direitos Humanos.

Por sugestão de um grupo de activistas solidários com os 25 de Caxias, está convocada para a segunda audiência do julgamento, a ter lugar dia 2 de Abril, uma CONCENTRAÇÃO INTERNACIONAL, a partir das 10 horas desse dia, em frente ao Tribunal de Oeiras.

A ACED [Associação contra a Exclusão pelo Desenvolvimento], que se associou à iniciativa, vem apelar à participação de organizações e personalidades, pelo que as convida a subscrever [para o email [email protected]] o texto a seguir.

CORTAR OS TEXTÍCULOS AOS MINUTEIROS
(A propósito do chamado “Motim de Caxias”)

Num país onde o Dias Loureiro é conselheiro de Estado [ex-ministro e dirigente do PSD, agora suspeito de ilicitudes graves no sistema bancário, enquanto administrador] e onde Paulo Pedroso é recebido no parlamento entre aclamações [deputado e quadro destacado do PS que esteve preso por suspeita de pedofilia], o “aparelho de justiça” tem de entregar-se ao lumpen como lógica decorrência. O lumpen é caracterizável de vários modos. Para a Direita, por exemplo, o lumpen caracteriza-se pela vacuidade moral. Assim o vêem. E assim o usam. Umas cervejas mais uns cobres e o lumpen atravessava-se, em horda, nas manifestações operárias, travando-lhes o passo e transformando-as nos confrontos que davam à polícia pretextos para afirmar legítima a sua violência, invocando a necessidade de pôr termo a violência maior. Havia até uma retórica para isto de onde transbordavam as frases feitas de Hauriou e Maritain, ao menos na Europa Meridional.

Mas trazer, “sem complexos”, o lumpen aos Serviços de Justiça é a grande inovação do país de Dias Loureiro e Cavaco [ex-primeiro-ministro, actual presidente da República], do país de Paulo Pedroso e quejandos, do país do cardeal Policarpo [chefe da Igreja Católica em Portugal]. Nisto se salda o pragmatismo, afinal. Nisto vem o valor do “deixem-nos trabalhar”. O lumpen veio e instalou-se. E vomita minutas cujo léxico não domina. Anula qualquer seriedade capaz de fazer reconhecível um tribunal europeu. Faz dispensável qualquer discussão ou reflexão teórica sobre o Direito (que aliás persegue, mesmo em sentença). E acumula trágicas anedotas em cima de vidas alheias, em textos a que chama “jurisprudência”, ostentando os seus iletrados desde os tribunais de primeira instância – com as suas jus-flausinas que não destoariam em nenhum “bar de pegas”, mais umas ventas de mulheres-a-dias, ou as do tasqueiro que lhes correspondem – até ao “tribunal constitucional”, instrumento tão fora de quaisquer parâmetros de utilidade mínima que até a Direita propõe a extinção daquilo. E entende-se. Em terra onde a servidão se impôs – ao ponto de se fazer amar pelos servos – o emprego violento do lumpen é, ele próprio, uma “solução ultrapassada” (para usar expressão cara aos conservadores à moda da terra). O presidente do tribunal constitucional apresenta no site oficial daquele órgão a sua fotografia (oficial), com a boca aberta. A imagem resulta repulsiva. Mas essa coisa repulsiva é uma assunção oficial.

A verdade é que – muito embora Pedroso e Policarpo, como Loureiro e Cavaco não sejam senão lumpen – para a delicada sensibilidade dos burgueses que ainda vai havendo, e que (mais mal que bem) ainda vão determinando algumas coisas, “isto passou das marcas”. Realmente passou. Foram até buscar uma velha com reputação e aspecto de boa dona de casa a ver se, “com sensibilidade”, a velha consegue “fazer alguma coisa”. E, francamente atordoada, a velha matrona microcéfala propôs a “suspensão” da Democracia, em alta voz. É quanto lhe ocorre. Coitada. Boa discípula da Guardiola, como se vê. Mas não há, nesta terra, alguma coisa mais suspensa que a Democracia.

ev090402_25caxiasExigir o Direito positivado, toma-se como “motim”, “insubordinação”, “desobediência”, “resistência e coacção a funcionário”. As minutas condenatórias crepitam em rajada nas frases feitas dos seus textículos, a vitimar jornalistas e advogados, ou simples cidadãos comuns que pretendiam apenas defender os seus direitos, ou direitos alheios. Mas é preciso cortar estes textículos. Por mais que protestem os respectivos minuteiros. O Direito positivado existe apenas como instrumento de marketing, mas a sua invocação com o conteúdo de um compromisso de todos com todos, deve ser – e tem sido – reprimida. Politicamente reprimida. O policiamento e repressão politicas destas invocações, criticas, protestos, ou, simplesmente, desesperos… faz-se pelos serviços de justiça em violação constante, obstinada, enraivecida, até, das sentenças condenatórias do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem contra um tal Estado. E pela ignorância ostensiva dos critérios jurisprudenciais do Tribunal Europeu. O inteiro aparelho de Estado vive sobre o delito. E sustenta-se assim. É preciso suscitar a vigilância directa desta gentalha pelo Comité de Ministros do Conselho da Europa ao abrigo da evidência da violação do art. 46º da Convenção Europeia dos Direitos do Homem. Ninguém nesta terra susterá nenhuma barbaridade, enquanto isto não se mostrar efectivado.

Entre a delinquência mais violenta está a das forças de segurança. Superando em crueldade qualquer outra. Em frequência, também, se bem vemos. Uma degolação com a cumplicidade de um grupo de guardas, um tiro disparado pelo recto acima como modo de matar um rapaz, uma bala metida na cabeça de um garoto de 14 anos, com disparo a dez centímetros, são coisas que os gangs não se apresentam a fazer com esta facilidade e frequência. Nem deve ocorrer-lhes tal coisa. Às forças de segurança, sim. Visivelmente. Embora estas patologias estejam ao abrigo do princípio do “isso não se pode dizer”. Mas se não discutir evidências é indiferente, não as dizer é grave. Mas é de lumpen. E o lumpen é a regra.

Nas cadeias tudo se passa em conformidade com isto. Morre-se mais nas prisões portuguesas que nas turcas, ou nas russas, onde a indiferença pela sorte dos presos atinge níveis inquietantes. Mas essa indiferença mata menos que nas cadeias portuguesas, onde o Ministério Público nada investigou alguma vez sobre as mortes ocorridas no cárcere. Comunicou-se-lhes o apelo dos que sabiam que iam morrer. E nada. Comunicou-se-lhes depois a notícia do óbito classificado como suicídio. E nada. Nada se pode fazer. Nada se pode esclarecer. Significando isso e apenas que nada disto pode existir. Nem o Ministério Público neste estado, evidentemente.

O “lumpen” vem hoje julgar o pretenso motim de Caxias cujos factos teriam ocorrido há treze anos. Esteve a defender carreiras e promoções? Esteve à espera que morressem testemunhas? Esteve à espera que a opinião pública fosse mais moldável pelas “preocupações securitárias”? Ou esteve simplesmente à espera que o lumpen subisse ao Supremo e que os últimos juristas formados pela Universidade Liberal abandonassem os tribunais superiores por imposição do limite de idade?

O pretenso motim de Caxias é emblemático. Os presos reivindicavam o direito positivado. Isso foi tratado como motim. E esse tratamento foi pretexto para ultrajes extraordinários, sempre com aquele estranho cunho das “forças de segurança” portuguesas: espancamentos de indivíduos isolados por um grupo de guardas, indivíduos a passar em corrida por corredores de guardas que lhes batiam à passagem e até há notícia de um caso em que enfiaram um bastão pelo recto a um homem de mais de cinquenta anos e este, embora desfeito com pancada, ainda foi algemado à cama do Hospital prisional diante do Director Clínico (!), resta ainda como informação da primeira audiência este detalhe interessante da cadeia ter distribuído naquele dia uns psicofármacos – não identificados – mas não alimentos.

É importante assistir a este julgamento. E ainda aqui – sendo caso disso, como presumivelmente será – ter a preocupação de cortar os textículos aos minuteiros. Recorrendo sem cerimónias à vigilância e solicitude das organizações internacionais de defesa dos Direitos do Homem. Os juristas e os sociólogos devem assistir atentamente aos debates.

☛ 02 ABRIL (qui), 21h30, PT Lisboa ACED e CMAJ: Vigília ao Estabelecimento Prisional de Monsanto.

Local: Estabelecimento Prisional de Monsanto, no Parque de Monsanto (Lisboa), ao cruzamento da Avenida Tenente Martins e da Avenida de Janeiro.

FIM AO TERROR!
PELOS DIREITOS HUMANOS!

ev090402_monsantoaced1Desde que reabriu portas, o Estabelecimento Prisional de Monsanto tem-se destacado por reiteradas violações dos Direitos Humanos, traduzidas em agressões físicas e psicológicas à integridade dos presos, bem como a tratamentos carcerários humilhantes e não legitimados pelo ordenamento jurídico português – que, aliás, nem reconhece a existência de estabelecimentos prisionais de “segurança máxima” ou de “alta segurança”, como [nuns casos por ignorância, noutros por má-fé manipulativa] Monsanto tem vindo a ser apresentado.
São inúmeras as referências na comunicação social, várias as denúncias expressas em relatórios internacionais, perante a cobarde e criminosa passividade das autoridades portuguesas que fecham os olhos às denúncias e legitimam práticas arbitrárias.
Desde logo, os Serviços Prisionais permitem-se ao livre arbítrio de determinar quem é e não é “perigoso”, ajustando contas com presos malquistos ao conceito de “bom comportamento”, que não decorre de nenhuma apreciação objectiva de conduta e carácter, mas sim da punição – por processos indirectos – àqueles que recusam a institucionalização da sua consciência e se permitem ao “arrojo” de assumir uma visão crítica.
Ainda recentemente, a 12 de Março, conforme foi oportunamente denunciado, dois presos de Monsanto foram agredidos por elementos da Guarda Prisional, num contexto à margem de qualquer “coacção legítima” (só para utilizar um jargão sistémico), mas sim de forma cobarde e desproporcionada e (convenientemente) no resguardo de uma sala sem videovigilância.
Estas práticas deveriam envergonhar o Estado português. Isto, se este fosse “pessoa de bem” – o que, objectivamente, não é o caso. A nós envergonhar-nos-ia não denunciar, sendo cúmplices pelo silêncio!

ACED
Associação Contra a Exclusão pelo Desenvolvimento

CMA-J
Colectivo Múmia Abu-Jamal

Contactos: António Alte Pinho (91 823 78 87)

☛ 03 ABR (sex), 21h00, PT Setúbal Segundo colóquio sobre a vida e obra de José Afonso: “Na cidade do Sado”, AJA (Associação José Afonso).

Local: sede da AJA (Associação José Afonso), Rua Damão, 26-28, em Setúbal.

A AJA realiza, às 21h de sexta-feira, dia 3 de Abril de 2009, o segundo de uma série de colóquios sobre a vida e a obra de José Afonso,
desta vez sobre o tema
Na Cidade do Sado
com a participação de Helena Afonso, Henrique Guerreiro, Jorge Luz e Álvaro Arranja.

O cantor José Afonso, principal referência da cultura popular portuguesa do séc. XX, viveu uma parte importante da sua vida na cidade de Setúbal [importante cidade operária e piscatória, situada no estuário do rio Sado, 40 km ao sul de Lisboa], onde faleceu em 23 de Fevereiro de 1987. A sua vivência nesta cidade é evocada pela sua filha mais velha, Helena, e por alguns dos seus amigos mais próximos.

Foi na Cidade do Sado é o título de uma canção de José Afonso.

☛ 07 ABR (ter), 14h20 e 19h, BR SP/Campinas Debate “A questão palestina: ontem e hoje” e filme Occupation 101.

Local: Auditório do IFCH/Unicamp (ver mapa no fim).

7 de Abril, às 14h20
DEBATE
A questão palestina: ontem e hoje

com Arlene Clemesha (Universidade de São Paulo – USP) e Abdel Latif Hassan Abdel Latif (Federação das Entidades no Brasil – FEPAL)

ev090407_filmeoccupation1017 de Abril, às 19h
EXIBIÇÃO DO FILME
Occupation 101: vozes da maioria silenciada

(Direção: Sufyan Omeish e Abdallah Omeish, 88 min., EUA, 2006)

Um documentário poderoso, e que dá que pensar, acerca das causas actuais e históricas que estão na origem do conflito israelo-palestino. Diferentemente de todos os filmes já produzidos sobre o conflito, Occupation 101 dá-nos uma análise completa dos factos e das verdades escondidas que envolvem a interminável controvérsia e desmontam muitos dos seus persistentes mitos e enganos.

O filme também mostra, em pormenor, o que é viver sob a lei militar de Israel, o papel dos Estados Unidos no conflito e os principais obstáculos que se interpõem no caminho para uma paz viável e duradoura. As raízes do conflito são explicadas através de experiências inéditas no terreno, vividas por académicos do Médio Oriente, activistas da paz, jornalistas, líderes religiosos e trabalhadores humanitários, cujas vozes são demasiadas vezes silenciadas nos médias estadunidenses.

O filme aborda um amplo leque de tópicos. Entre eles, a primeira vaga de imigração judaica vinda da Europa nos anos 1880, as tensões de 1920, a guerra de 1948, a guerra de 1967, a Primeira Intifada de 1987, o Processo de Paz de Oslo, a expansão dos colonatos, o papel do governo dos Estados Unidos, a Segunda Intifada de 2000, o muro de separação e a retirada israelita de Gaza, assim como muitos outros testemunhos dilacerantes de vítimas desta tragédia.

(Sinopse do filme no seu site oficial www.occupation101.com, tradução Passa Palavra)

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☛ 08 ABRIL (qua), 12h, BR Sumaré/SP Ato contra a ameaça de retirada de máquinas da Fábrica Ocupada Flaskô.

☛ 14 ABR (ter), 21h, PT Lisboa Colóquio “A Palestina na primeira pessoa”, com jornalistas que viveram a realidade dos Territórios Ocupados, org. MPPM, no Teatro Cinearte/A Barraca.

Local: Teatro Cinearte/A Barraca, Largo de Santos, 2, em Lisboa.

O MPPM vai realizar um Colóquio sobre a situação na Palestina relatada por quem a viveu de perto: jornalistas especializados na cobertura dos acontecimentos no Médio Oriente.

Convidamo-lo(a) a participar e a divulgar esta iniciativa.

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☛ 15 ABR (qua), 19h, BR São Paulo “Diálogos da Agenda”, sobre o tema “Questão agrária e criminalização dos movimentos sociais”, no prédio novo da PUC/SP.

LOCAL: 3o andar do Prédio Novo da PUC de São Paulo, no Campus
Monte Alegre.
Rua Monte Alegre, 984. Perdizes – São Paulo – SP. CEP: 05014-901 Fone: (11) 3670-8000 (PABX).

“Diálogos
da Agenda” discutem questão agrária e ofensiva contra os movimentos sociais no próximo dia 15 de abril na PUC-SP”

Os “Diálogos da Agenda Latino-Americana”, evento promovido pelo Grupo Solidário São Domingos e Departamento de Jornalismo da PUC-SP, debaterá a questão agrária, incluindo a medida provisória 458/2009 que trata da regularização de terras públicas na Amazônia Legal e a criminalização dos movimentos sociais no Brasil, com a presença dos professores Ariovaldo Umbelinode Oliveira (Geografia-USP) e José
Juliano de Carvalho Filho
(FEA-USP), membros da Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA), além de representante do MST. O debate será mediado pela Profa. Rachel Balsalobre, do Departamento de Jornalismo da PUC SP.

O evento será dedicado à memória dos 13 anos do Massacre de Eldorado de Carajás, quando no dia 17 de abril de 1996 dezenove sem-terra foram mortos pela Polícia Militar do Estado do Pará.

O encontro pretende aprofundar as discussões a partir do tema da Agenda Latino-Americana de 2009 (PARA UM SOCIALISMO NOVO A UTOPIA CONTINUA, proposto por Dom Pedro Casaldáliga), com a
colaboração de um dos homenageados quando do lançamento da agenda, caso do Professor Ariovaldo Umbelino de Oliveira, Professor titular de Geografia da Universidade de São Paulo (USP).
Intelectual engajado nas lutas sociais com destacada atuação na análise dos processos de apropriação das terras no Brasil, o Prof. Ariovaldo é estudioso da questão agrária e dos movimentos sociais no campo. Fez parte da equipe coordenada por Plínio de Arruda Sampaio para elaboração da proposta de um plano nacional de reforma agrária para o governo Lula. A proposta foi rejeitada e hoje prevalecem os interesses do agronegócio. Tem denunciado como ”crime de lesa à
Pátria” o processo de legalização da grilagem das terras públicas na Amazônia. A análise do Prof. Ariovaldo será comentada pelo Prof. José Juliano de Carvalho Filho, economista, professor da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo e membro do grupo Solidário São Domingos. O Prof José Juliano também integrou a equipe que elaborou a proposta do 2º Plano Nacional de Reforma Agrária para o governo Lula, em 2003, e atua principalmente nas áreas de economia agrária, poder público e meio ambiente. É uma das vozes que se erguem contra o agronegócio, a morosidade na reforma agrária e a destruição ecológica.

☛ 15 a 19 ABR, BR São Paulo Ciclo de cinema “Guerra Civil Espanhola 70 Anos”, na Cinemateca Brasileira.

Local: Cinemateca Brasileira, Sala Cinemateca Petrobrás, Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, em São Paulo (próximo ao metrô Vila Mariana).

GUERRA CIVIL ESPANHOLA 70 ANOS
15 a 19 de abril de 2009

Em parceria com o Instituto Cervantes, a Cinemateca Brasileira exibe neste mês uma seleção de filmes sobre a Guerra Civil Espanhola, um dos mais importantes episódios da história contemporânea, que há 70 anos, no dia 01 de abril de 1939, chegava ao fim, às vésperas da 2a Guerra Mundial. A mostra GUERRA CIVIL ESPANHOLA 70 ANOS reúne documentos preciosos sobre o conflito entre republicanos e franquistas.
Reportagens pioneiras, feitas em 1936, com imagens de Barcelona sob os destroços, registros dos primeiros dias de guerra em Madri, filmes de propaganda e produções recentes que reveem a experiência da guerra.
Entre os destaques da programação, España heroica, de Joaquín Reig Gosálbez, filme-manifesto do novo Estado franquista, e um programa de curtas produzidos pela CNT – Confederación Nacional del Trabajo, sindicato de operários espanhóis. A mostra de cinema GUERRA CIVIL ESPANHOLA 70 ANOS é acompanhada por três outras atividades, igualmente promovidas pelo Instituto Cervantes – uma exposição de cartazes originais, feitos pelos republicanos; um colóquio com historiadores e uma leitura dramática de poemas escritos durante a guerra. Veja a programação completa no site www.saopaulo.cervantes.es.

Não indicado para menores de 14 anos

Programa

dia 15/4, quarta-feira

18h30 CURTAS-METRAGENS DA CNT
20h30 ESPAÑA INDÓMITA

dia 16/4, quinta-feira

18h30 ESPAÑA HEROICA
20h30 ESPAÑA INDÓMITA

dia 17/4, sexta-feira

18h30 ISPANIJA
20h30 MADRID

dia 18/4, sábado

17h00 CURTAS-METRAGENS DA CNT
19h00 ISPANIJA
21h00 ESPAÑA HEROICA

dia 19/4, domingo

15h30 MADRID
18h00 ESPAÑA INDÓMITA
20h00 ISPANIJA

España heroica, de Joaquín Reig Gosálbez
Alemanha/Espanha, 1937, 35mm, pb, 86’ | Versão original em espanhol |Exibição em DVD
Considerado um dos melhores filmes de propaganda do franquismo, tornou-se o filme-manifesto do novo Estado. Joaquín Reig trabalhou como montador em Berlim durante toda a guerra a serviço dos
franquistas. España heroica reúne imagens que ele obteve na época clandestinamente. O filme trata da história da Espanha destacando como o país foi alvo de numerosas invasões estrangeiras. Mostra também a inquietude política dos anos 20 e a conflituosa etapa republicana que desembocou na sublevação militar.
qui 16 18h30 | sáb 18 21h00

España indómita (Unbändiges Spanien), Kurt e Jeanne Stern
República Democrática Alemã, 1962, 100’ | Legendas eletrônicas em português | Exibição em DVD
Filme de montagem que inclui o clássico Tierra de España, de Joris Ivens, fotomontagens do dadaísta John Heartfield e imagens de Francisco de Goya. Ilumina aspectos da história posterior, desde o regresso da Legião Condor – força militar nazista que apoiou as tropas franquistas – a Berlim, até a cooperação entre os dois estados.
qua 15 20h30 | qui 16 20h30 | dom 19 18h00

Ispanija (Ispaniya), de Esfir Shub
URSS/Estados Unidos, 1939, 35mm, pb, 85’ | Legendas eletrônicas em espanhol | Exibição em DVD
Balanço ideológico sobre a derrota da República pelo exército franquista. O filme se propõe a apresentar esta nova realidade sob uma perspectiva não derrotista. Tomadas feitas pelo documentarista russo Roman Karmen combinam-se a imagens captadas por cinegrafistas
espanhóis e a sequências da propaganda fascista.
sex 17 18h30 |  sáb 18 19h00 | dom 19 20h00

Madrid, de Basilio Martín Patino
Espanha, 1987, cor, 114’ | Versão original sem legendas | Exibição em DVD
Luis Barbero, Luis Ciges, Félix Dafauce, Ana Duato
Cineasta alemão chega a Madri para rodar um programa de TV sobre a Guerra Civil Espanhola. Perseguido por dúvidas sobre sua incumbência e desencontros com os produtores, é substituído numa produção que começava a lhe apaixonar.
sex 17 20h30 | dom 19 15h30

Programa de CURTAS-METRAGENS DA CNT
qua 15 18h30 | sáb 18 17h00

Bajo el signo libertario, de Les
Espanha, 1936, 35mm, pb, 15’ | Versão original sem legendas | Exibição em DVD
Documentário militante, com seqüências encenadas, sobre um grupo de cinegrafistas que segue até um povoado na região de Aragón para registrar o cotidiano de trabalho de uma comunidade que, sob a
inspiração da CNT, adotou as práticas da coletivização da agricultura. O filme revela as concepções anarquistas sobre a organização da sociedade revolucionária.

El frente y la retaguardia, de Joaquín Giner
Espanha, 1937, 35mm, pb, 22’ | Versão original sem legendas | Exibição em DVD
Filme de propaganda, construído a partir de seqüências documentais e de ficção. Na parte documental, mostra-se a dinâmica de trabalho nas fábricas e no campo a partir dos novos princípios revolucionários que inspiram a sociedade. Na parte ficcional, combatentes lutam contra os fascistas no front de Aragón.

La defensa de Madrid, de Ángel Villatoro
Espanha, 1936-1937, 35mm, pb, 22’ | Versão original sem legendas | Exibição em DVD
A cidade de Madri nos primeiros dias do cerco, tomada por trincheiras e barricadas. Treinamento de combatentes. A atriz Montserrat Blanch canta uma balada heróica sobre o 02 de maio, dia em que os espanhóis se levantaram contra a invasão de Napoleão Bonaparte em 1808. Um ato de escritores e intelectuais: Louis Aragon, Gastón Lafarge, Gustav Regler, etc. Rafael Alberti, em trajes de operário, recita um poema.

Reportaje del movimiento revolucionario en Barcelona, de Mateo Santos
Espanha, 1936, 35mm, pb, 22’ | Versão original sem legendas | Exibição em DVD
Primeira reportagem sobre a Guerra Civil Espanhola. Rodado em Barcelona, registra o início do conflito, entre os dias 19 e 23 de julho de 1936. Imagens da cidade, das barricadas nas ruas e dos
destroços produzidos pelos combates, são acompanhadas por uma locução que assinala as atrocidades fascistas, e pela Internacional Comunista. Reportaje del movimiento revolucionario en Barcelona foi restaurado pela Filmoteca Española a partir de nove materiais distintos, recuperados pelo arquivo e pela CNT. Esta versão é a mais próxima à original.

☛ A partir do dia 15 ABR (qua), BR São Paulo EXPOSIÇÃO “HABITE-SE”, na Galeria Olido.

LOCAL: Galeria Olido
Abertura: 15 de abril de 2009, às 19h.

SERVIÇO
Habite-se
Local: Galeria Olido, 1o. andar.
Duração: 15 de abril a 30 de maio.
Horários: ter. a sex. das 12h às 20h30; sáb., dom. e feriados das 13h às 20h30
Entrada Franca.

A exposição Habite-se reúne, pela primeira vez, olhares de
diversos artistas sobre o cotidiano dos ex-moradores dos edifícios São Vito e Mercúrio, localizados na região central de São Paulo.
Vídeos e fotos mostram a transformação dos dois prédios, que já foram densamente habitados mas que hoje aguardam vazios por um destino comum.

Todos os projetos podem ser vistos agora juntos, sob a curadoria de Rita Toledo Piza. As fotos, instalações em vídeo e cenografia
recriam, dentro da galeria, elementos do cotidiano dos dois edifícios, com um resultado surpreendente.
Com 26 andares, os compridos corredores de ambos os prédios, reuniam a multiplicidade de tipos de São Paulo, com pessoas das mais diferentes origens, profissões e credos.
A exposição traz o trabalho da documentarista Camila Mouri, que passou doze meses em visitas quase diárias ao Edifício São Vito, entre 2003 e 2004. Na época, ela convidou alguns fotógrafos a participarem doprojeto e registrarem o cotidiano e as inseguranças dos moradores prestes a deixarem suas casas. No final do ano passado, foi a vez do coletivo de fotógrafos Garapa investigar o vizinho Mercúrio.

SOBRE O SÃO VITO E O MERCÚRIO

Os dois prédios fazem parte da história do centro de São Paulo, e são ícones do processo de desenvolvimento urbano da cidade. Construído em 1959, o São Vito ficou conhecido como o mais famoso “treme-treme” da capital, chegando a ter mais de três mil moradores. Em 2004, foi desapropriado pela prefeitura, como parte de um projeto de revitalização do centro.
Quatro anos depois, o Mercúrio, prédio vizinho e geminado ao São Vito, passou pelo mesmo processo. O prédio foi desapropriado e os seus quase 500 moradores foram retirados no início deste ano.
Apesar do intervalo de quatro anos, o processo de desapropriação de ambos os prédios é muito parecido. A história pessoal de cada morador se misturou a uma grande questão, comum a todos: o que fazer quando se é obrigado a deixar para trás a sua própria casa e ter que recomeçar de novo?

☛ 17 ABR (sex), 22h, PT Lisboa MayDay: Festa contra a precariedade, no Ateneu Comercial de Lisboa.

Local: Ateneu Comercial de Lisboa, Rua das Portas de Santo Antão, 110, em Lisboa (perto do Coliseu dos Recreios).

Festa contra a precariedade

ev090417_festaprecNo dia 17 de Abril, sexta-feira, a partir das 22h, há luta e festa no Ateneu Comercial de Lisboa. É uma iniciativa do MayDay Lisboa deste ano, um movimento de precários contra a precariedade. No trabalho e na vida.
Não, não vamos festejar a precariedade, a exploração de quem nos rouba, as nossas vidas sem tempo e espaço para fazermos o que queremos. Vamos, sim, criar um espaço e um tempo em que quem está insatisfeito e quer lutar contra tudo isto se possa encontrar, conversar, ter ideias, ouvir as músicas que protestam e apontam outros caminhos, criar objectos de luta e palavras de desordem.
Para além de música e dança, haverá um espaço de jogos contra a precariedade, a passagem de vídeos de acções passadas, e uma zona de construção de materiais para levarmos na manifestação do dia 1 de Maio. O encontro do MayDay no dia do trabalhador já está marcado: será às 12h no Largo Camões, onde haverá comida, bebida e música, e onde reuniremos todos esses materiais criados na festa: faixas, pancartas, bonecos, palavras. Desceremos depois até ao desfile da CGTP, que partirá do Martim Moniz e seguirá até à Alameda.
Na festa de 17 de Abril contaremos também com a presença de várias associações e grupos que têm coisas a dizer sobre a situação e o mundo. Não estamos sozinhos. Somos muitos mais do que julgam. Somos muitos mais do que nós próprios julgamos.
Não é uma festa só para abanar o capacete – é uma festa para preparar a luta, ajudar nas despesas e divulgação do MayDay Lisboa 2009, e dar ânimo a todos os combates anticapitalistas que estão para vir. Para não baixarmos os braços.
Passem palavra!

Diana Dionísio, participante do MayDay Lisboa

#ff0000;">Vem festejar a recusa da precariedade! Contamos contigo!
17 de Abril, 6ª feira :: a partir das 22h

Ateneu Comercial de Lisboa
Rua das Portas de Santo Antão, 110 (perto do Coliseu)
Metro: Restauradores

:: CONCERTOS de #ff0000;">As Tucanas e #ff0000;">Pedro e Diana ::

:: #ff0000;">DJ’s Crew Hassan ::

:: JOGOS :: FILMES :: Music battle* :: Construção de materiais para o 1º de Maio :: BANCAS ::

O Precariado dá luta!

* traz o teu leitor de música portátil com as tuas músicas para também fazeres a festa! Na “Music battle” cada pessoa que queira pode escolher uma música com a ajuda do DJ e levar a festa ao rubro!!

☛ 18 ABRIL (sab), 15h, PT Lisboa Passa Palavra: Mesa-redonda & Debate “A luta dos professores e a defesa da Escola Pública”, no Teatro da Comuna, com dirigentes sindicais e dos Movimentos de professores.

Local: Teatro da Comuna, Praça de Espanha, em Lisboa (metro Palhavã).

#ff0000;">A luta dos professores
e a defesa da Escola Pública

MESA-REDONDA & DEBATE

#ff0000;">sábado, 18 de Abril, às 15 horas
no Teatro da Comuna (Praça de Espanha, Lisboa)

com

António Avelãs
presidente do SPGL, do secretariado da Fenprof

Carmelinda Pereira
da CDEP (Comissão de Defesa da Escola Pública)

Ilídio Trindade
do MUP (Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores)

Jaime Pinho
do MEP (Movimento Escola Pública)

Mário Machaqueiro
da APEDE (Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino)

Octávio Gonçalves
do PROMOVA (Professores – Movimento de Valorização)

Sérgio Niza
do MEM (Movimento da Escola Moderna)

VENHA ASSISTIR E PARTICIPAR

uma iniciativa do
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☛ 18 ABR (sab), 15h, BR São Paulo O papel da mídia na democracia e durante a ditadura militar – Debate e Lançamento de Livros, no Memoria da Resistência.

Local: Memorial da Resistência – Largo General Osório, 66 – Luz.

O PAPEL DA MÍDIA NA DEMOCRACIA

E DURANTE A DITADURA MILITAR

O recente debate levantado pelo jornal Folha de São Paulo, que tentava relativizar a importância da Ditadura Militar ao dizer que no Brasil houve uma Ditabranda, reacendeu a antiga questão sobre o papel da mídia na derrubada do Governo Constitucional de João Goulart e a sua colaboração na destruição do processo democrático de então. O apoio ao Golpe de 1964 acabou por defender o regime de Terrorismo de Estado e alguns órgãos de comunicação passaram a ser coniventes com as torturas e os assassinatos.

Com que direito a mídia pode ajudar na derrubada de governos? Quais seus interesses? Quais os meios para conter esse poder devastador da mídia? Qual deve ser a relação da Sociedade Civil com a mídia?

O Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência convidam para um debate sério sobre este importante assunto.

COORDENAÇÃO:

Alípio Freire

Jornalista, ex-preso político e membro do Núcleo de Preservação da Memória Política

DEBATEDORES:

Rodrigo Vianna

Jornalista e editor do site O Escrivinhador

Trabalhou na Rede Globo e rompeu publicamente com a empresa por discordar da cobertura tendenciosa das últimas eleições presidenciais. Hoje trabalha na Rede Record.

Beatriz Kushnir

Historiadora e autora do livro Os Cães de Guarda, que tem como foco central o papel do Grupo Folha durante a ditadura e sua colaboração com a repressão política, principalmente com o DOI/CODI-SP.

Na ocasião, haverá o re-lançamento dos livros: No corpo e na alma (autobiográfico) de autoria de Derlei De Lucca, ex presa política catarinense, e Os Cães de Guarda, de Beatriz Kushnir.

O Sábado Resistente é promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência. É o espaço de discussão entre companheiros combatentes de ontem e de hoje, amigos, estudiosos, estudantes e visitantes do Memorial da Resistência para o debate de temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime militar, implantado com o golpe de Estado de 1964.

Nossa preocupação é estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação.

☛ 19 ABR (dom), 09h, BR Rio de Janeiro Mostra de filmes e Debate sobre o tema: “Da Ditadura Militar à Ditadura do Choque de Ordem”, na Cinelândia – Centro.

DOMINGO É DIA DE CINEMA
dia 19 de abril, às 9h da manhã
ODEON – PETROBRAS, Cinelândia -Centro

PROGRAMAÇÃO:

DEBATE:
Da Ditadura militar à
Ditadura do Choque de Ordem

DEBATEDORES:

ANDRÉIA MENDES PIMENTEL
Moradora da Ocupação Chiquinha Gonzaga e militante na luta por Moradia.

IVO LESBAUPIN
Sociólogo, Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da equipe Instituto de Estudos da Religião – ISER-Assessoria.

EMIR SADER
Atualmente dirige o Laboratório de Políticas Públicas na UERJ, onde é professor de sociólogo

☛ 21 ABR (ter),  18h, PT Lisboa Lançamento de História de uma Vida, de Francisco Martins Rodrigues (Edições Dinossauro), no 1º aniversário da sua morte, na Biblioteca-Museu República e Resistência.

Local: Biblioteca-Museu República e Resistência, Rua Alberto Sousa, 10-A (ao Rego), em Lisboa.

Vamos também passar um filme com imagens dele, ler pequenos extractos do livro, exibir uma exposição bio-iconográfica, vender livros Dinossauro e a Política Operária, e convidar meia dúzia de assistentes a falar sobre o Chico. Gostaríamos de contar com a tua presença.

História de uma Vida
Francisco Martins Rodrigues
Edições Dinossauro
136 páginas – PVP: 13,65 euros
ISBN: 978-972-8165-52-9

Francisco Martins Rodrigues (FMR) nunca compôs uma autobiografia.
O seu Os Anos do Silêncio, livro publicado pelas edições Dinossauro em 2008, eram um projecto ainda sob forma de notas e registo de recordações, para ser completado quando houvesse tempo. Foi esse tempo que lhe faltou.
Assim, compusemos uma “autobiografia” a partir de respostas de FMR a várias entrevistas. Esta montagem de relatos na primeira pessoa foi possível a partir de depoimentos seus ao longo dos últimos dez anos, que de certo modo reconstituem os passos mais importantes da sua vida.
Acompanhados de comentários e reflexões pessoais sobre os temas
políticos que o preocuparam ao longo desse trajecto, são transcrições fiéis e literais do que ele disse, sem nenhum acrescento de outros autores.
Por isso lhe demos a autoria sem partilhas.

☛ 20, 21, 22 e 23 ABR, 21h30, PT Porto Ciclo de Cinema sobre perversão: Homenagem a Saguenail, organizado pelo Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (FLUP)

Local: Centro Comercial Cidade do Porto, Rua Gonçalo Sampaio (à Rotunda da Boavista), no Porto.

ev090421_ciclosaguenailSegunda-feira, dia 20 de Abril, 21h30, 2
Pier Paolo Pasolini, La Ricotta
Saguenail,  A Imitação
Livraria Leitura Books & Living Centro Comercial Cidade do Porto

Terça-feira, 21 de Abril, 21h30,
Robert Wiene, O Gabinete do Doutor Caligari
Saguenail,  Mau Dia

Livraria Leitura Books & Living Centro Comercial Cidade do Porto

Quarta-feira, 22 de Abril, 21h30,
Chris Marker, La Jetée
Saguenail,  Pas Perdus

Livraria Leitura Books & Living Centro Comercial Cidade do Porto

Quinta-feira, 23 de Abril, 21h30,
Saguenail, Ma’s Sin
DEBATE
Cinema Medeia Centro Comercial Cidade do Porto

ENTRADA LIVRE

ESTE CICLO É ORGANIZADO PELO INSTITUTO DE LITERATURA COMPARADA MARGARIDA LOSA (FLUP)

☛ 22 ABR (qua), 9h, PT Oeiras/Lisboa 3º acto da ópera bufa que é o julgamento dos “25 de Caxias”, Tribunal de Oeiras.

Local: Tribunal de Oeiras (Bairro da Medrosa, em Oeiras).

ev090422_julgoeiras

☛23 a 25 ABR, BR Curitiba, Florianópolis e Joinville 1º Colóquio do Anarquismo Social

coloquio-anarquismo-social-cartaz_geralNos dias 23, 24 e 25, respectivamente em Curitiba, Florianópolis e Joinville, será realizado o Primeiro Colóquio sobre Anarquismo Social, que terá o lançamento de livros e debates com militantes da FAG, FARJ e de grupos locais.

DEBATES COM:

FEDERAÇÃO ANARQUISTA DO RIO DE JANEIRO (FARJ)

FEDERAÇÃO ANARQUISTA GAÚCHA (FAG)

GRUPOS LOCAIS

DATA, HORÁRIO E LOCAIS:

23.04 – 18:30h – Curitiba (Reitoria da UFPR, Anfiteatro 100, General Carneiro nº 460, Centro)

24.04 – 18:00h – Floripa (Auditório do Sintespe, Praça Olívio Amorim, nº 82, paralela da av. Hercílio Luz, Centro)

25.04 – 16:00h – Joinville (Associação de Moradores do Itaum, Rua Monsenhor Gercino, nº 890)

LANÇAMENTO DOS LIVROS:

Anarquismo Social e Organização (FARJ)

Catecismo Revolucionário (Mikhail Bakunin)

A Concepção Libertária da Transformação Social Revolucionária (Rudolf de Jong)

História do Anarquismo

A Idéia dos Sovietes (Pano Vassilev)

Os Enganadores (Mikhail Bakunin)

ORGANIZAÇÃO:

FARJ – www.farj.org

FAG – www.vermelhoenegro.org/fag

ED. FAÍSCA – www.editorafaisca.net

GEIPA – www.geipajoinville.blogspot.com/

Cartazes de Divulgação e Programação Completa nas Cidades:

Curitiba

Florianópolis

Joinville

☛24 ABR (sex), 18h30, PT Porto Café Zapatista dedicado ao 25 de Abril: música, cinema e poesia, na Casa Viva.

Local: Casa Viva, Praça Marquês de Pombal, 167, no Porto.

ev090425_cafezapatista“A melhor forma de serem solidários connosco é desenvolverem as vossas próprias lutas nos vossos locais”, disse-nos um dia um apoiante zapatista de que não lembramos o nome, quando veio ao Porto, há já tempo, a convite de um colectivo de solidariedade com a rebelião zapatista.
Seguindo esse espírito, o Café Zapatista, que, de vez em quando, acontece na CasaViva, decidiu deixar de se focalizar em exclusivo na sua temática e procura novos caminhos, mais próximos. Para primeira experiência, escolheu-se o 25 de Abril.
25 de Abril sempre, Windows nunca mais abre o programa pelas 19h00, ao som de cinco décadas de música de intervenção, de Léo Ferré a Jadakiss, com muitos sons reconhecíveis, alguns lógicos, outros bastante improváveis. Por essa hora, também já se deverá sentir o cheiro do jantar de sabor chipaneco, previsto para as 20h30.
Às 22h00, o Cinema Comunitário junta-se à festa e apresenta-nos o filme Torre Bela, de Thomas Harlan: registos de Abril de 1975, no Ribatejo, de um movimento campesino de 500 desempregados que ocupam as quatro propriedades do Duque de Lafões.
Às 24h00, já com o dia 25 a nascer, a poesia do ROMP mostrar-se-á, trazendo-nos a força, a raiva e a esperança das palavras.
Tal como o café da cooperativa zapatista Mut Vitz que haverá para tomar, o cartaz que anuncia as actividades foi feito em ambiente livre. Essa liberdade, no caso do cartaz, conseguiu-se fazendo as coisas fora de horário de trabalho, utilizando o Gimp, em ambiente Kubuntu.

casa-viva.blogspot.com

☛ 25 ABR (sab), a partir das 10h30, BR São Paulo Debate e lançamento do livro Dossiê Ditadura – Mortos e Desaparecidos Políticos no Brasil (1964-1985), da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos.

Local:Estação Pinacoteca – Memorial da Resistência, Largo General Osório, 66 – 5º andar, Bairro da Luz, São Paulo.
Telefone 11 3337 0185.

ev090425_dossieditadura2

☛ 25 ABR (sab), 20h, PT Lisboa Festa do 25 de Abril “Dá-lhe agora Liberdade!”, do GAFFE.

ev090425_gaffe25abrilLocal: Espaço Regueirão dos Anjos, (ex-Associação Abril em Maio), R. Regueirão dos Anjos, 68, em Lisboa. Metro: Anjos (linha verde). Autocarro: 7, 12, 30, 40, 60, 708, 726, 208. Mapa.

PROGRAMA

20:00h-22:00h: Música de intervenção; sopa do povo e petiscos
22:00h-22:30h: Poesia, percussão e Bob da Rage Sense
22:30h-23:30h: Mick Trovoada & Guto Pires
00:00h: DJ Cucurucho

Organização: GAFFE – Grupo A Formiga Fora da Estrada
http://blogdogaffe.blogspot.com/
[email protected]

☛ 25 ABR (sab), 23h, PT Porto Festa MayDay Porto: “Não há Liberdade enquanto houver Precariedade”, no Espaço Maus Hábitos.

Local: Espaço Maus Hábitos, Rua Passos Manuel, no Porto.

ev090425_festa-maydayportoNo dia 25 de Abril, a partir das 23h00, o MayDay Porto promove uma festa no espaço Maus Hábitos (Rua Passos Manuel) sob o lema ‘NÃO HÁ LIBERDADE ENQUANTO HOUVER PRECARIEDADE’.

Porque somos dois milhões de pracárias/os em Portugal;
Porque acreditamos que a precariedade não está inscrita na ordem do Universo;
Porque sabemos que não tem que ser assim;
Porque acreditamos em trabalho com direitos para todas/os;

NO DIA 1 DE MAIO, DIA DO/A TRABALHADOR/A, VAMOS SAIR À RUA E FAZER OUVIR A FORÇA DA NOSSA VOZ!

PORQUE SE TODAS/OS AS/OS PRECÁRIAS/OS BATEREM O PÉ, O MUNDO TREME!

☛ 26 ABRIL (dom), a partir das 12h30, BR São Paulo Almoço Beneficente ao Espaço Ay Carmela!‏

Local:Espaço Ay Carmela!
Rua dos Carmelitas, 140. Sé – São Paulo
Metrô Sé (Saída Poupatempo)
Fone: 55 (11) 3104-4330
e-mail: [email protected]
site: ay-carmela.birosca.org

DOMINGO – 26/04

* 12:30 às 14:30: Almoço (R$10)
Cardápio: Salada, Paella Vegetariana, Sobremesa e Suco

* 15:00: Plenária de apresentação do espaço, grupos e projetos (entrada
gratuita)

Reservas e informações: [email protected]
Por favor, confirma com antecedência a sua presença. Obrigado.

ay-carmelaO Espaço Ay Carmela! é um centro político-cultural autogestionário mantido
por grupos e indivíduos autônomos da cidade de São Paulo. A proposta é ser um lugar de construção de ações conhecimentos coletivos, além de um pólo de produção, reunião e dispersão de informações, saberes e transformações. O Ay Carmela! é localizado no centro de são Paulo, próximo ao marco zero. E é mais uma forma de afirmar que o centro é nosso, das pessoas, de quem vive e circula por essa cidade e não do capital, das corporações ou do estado.

O Ay Carmela! iniciou suas atividades em setembro de 2008 depois que alguns grupos autônomos – Centro de Mídia Independente, Biblioteca Anarquista Terra Livre e Fórum Centro Vivo – e indivíduos se juntaram ao CEEP e ao CEDISP, dois grupos que mantinham o prédio para a realização de algumas de suas atividades. A partir disso, tais grupos se integraram e formaram um “coletivo gestor” para manter o espaço. Desde setembro de 2008 as atividades foram organizadas em conjunto. Agora o Espaço passa por uma transição. Houve uma reestruturação do coletivo gestor, resultando na saída do CEEP e do CEDISP.

No momento decidimos assumir a gestão do espaço contando exclusivamente com grupos autônomos. A idéia é continuar no espaço, mesmo sem condições atuais de sustentá-lo financeiramente. O prédio é grande e bem localizado com um custo relativamente baixo para a sua localização e tamanho. Desejamos manter o prédio e construir o projeto do Ay Carmela! nesse mesmo endereço, no centro de São Paulo

Esse evento, o almoço beneficente no próximo domingo, marca o início de uma campanha para arrecadar fundos para nos mantermos no imóvel e viabilizar os projetos que temos para o local. Hoje o aluguel é pago com as contribuições mensais dos grupos e indivíduos que compõem o coletivo gestor do Ay Carmela! e com o dinheiro arrecadado em eventos realizados no local. Mesmo assim temos um déficit mensal considerável. Precisamos de mais colaboradores e demais atividades no espaço. A idéia é conseguirmos doadores fixos (indivíduos) e aproximar outros grupos e indivíduos que tenham interesse em compor o espaço e colaborar de alguma maneira para mantermos o imóvel e o projeto de se ter um espaço autogestionário e autônomo na cidade de São Paulo (não só com dinheiro, mas com trabalho, realização de atividades, projetos etc..).

Por isso, depois do almoço teremos uma plenária para apresentar os grupos e projetos do espaço, fazer um balanço do que já realizamos, apresentar os planos futuros e ouvir as propostas e opiniões das pessoas presentes.

Venha contribuir com a manutenção e construção do Espaco Ay Carmela!

☛ 28 ABR (ter), 9h, BR Goiás Dia de Mobilização e Debate Contra a Crise!!!, org. Centro Acadêmico de História da UFG.

Local: Anfiteatro da FCHF – UFG- Campus Samambaia.

9h Mesa-redonda com os participantes João Pedro Stédile (MST), Ivo Poletto (CNBB) e Martiniano Cavalcante (MTL).

Os dados indicam que a crise mundial do capitalismo será mais destrutiva do que muitos imaginavam. É impossível prever sua duração e dimensão. Como em toda crise sistêmica, os mais penalizados serão os trabalhadores. Nos EUA, somente em fevereiro, houve perda de cerca de 700 mil empregos; desde dezembro de 2007 são quase 4,5 milhões de empregos perdidos. O número de pobres aumentou drasticamente, já são 31 milhões de pessoas que utilizam cupons de alimentação. A Europa também se encontra em recessão. Em países como a Alemanha, o PIB está negativo, as exportações caíram grandes bancos e empresas faliram. Estados Unidos e União Européia torraram mais de um trilhão de euros para salvar empresas e bancos, mas o sistema financeiro como um todo está apodrecido. Nos chamados países emergentes o cenário também é preocupante. Na China as vendas externas tiveram em fevereiro uma queda de 25,7% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Foi o quarto recuo consecutivo. No Brasil a luz vermelha está acesa: o PIB recuou 3,6% no último trimestre de 2008 e forçou o Banco Central a mudar sua política de juros estratosféricos. A produção industrial tem encolhido, o desemprego tende a aumentar. Afinal, qual é a verdadeira natureza desta crise mundial? Quais são as conseqüências para a sociedade brasileira? Que tipo de saídas tem sido propostas? Elas bastam? Como devem reagir os movimentos sociais e a sociedade civil organizada? Quais são as perspectivas que se abrem?

☛ 29 ABR (qua), 22h, PT Lisboa Debate “A questão cigana: discursos flutuantes”, org. Le Monde Diplomatique-edição portuguesa.

Local: Associação O Bacalhoeiro, Rua dos Bacalhoeiros, 125, junto à Casa dos Bicos, em Lisboa.

Com a participação de Rahul Kumar (sociólogo) e Raquel Carvalheira (antropóloga).

Entrada livre. Participe!

Este debate terá como base o artigo A questão cigana, de Rahul Kumar e Raquel Carvalheira, publicado na edição de Abril do Le Monde diplomatique – edição portuguesa. O artigo analisa dois livros sobre o tema recentemente publicados pelo Instituto de Ciências Sociais: Deriva Cigana – Um Estudo Etnográfico Sobre os Ciganos de Lisboa, de Daniel Seabra Lopes, e Os Aleluias. Ciganos Evangélicos e Música, de Ruy Llera Blanes.

No debate, estarão também presentes os antropólogos
Micol Brazzabeni e Paulo Raposo,
que organizarão um ciclo de cinema sobre o tema
na Associação O Bacalhoeiro durante o mês de Maio.
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Do artigo:
A questão cigana
Por Rahul Kumar e Raquel Carvalheira

Recentemente, vários casos trouxeram de novo os ciganos para a esfera mediática. A história de uma turma composta exclusivamente por alunos de «origem» cigana que foi colocada a ter aulas num contentor em Barqueiros (Barcelos) ou o tiroteio na Quinta da Fonte, em Loures, no Verão do ano passado, que capturou a atenção do país, exemplificam a forma como a questão cigana é habitualmente enquadrada e analisada no discurso público em Portugal. […]

Continue a ler este artigo na edição de Abril do Le Monde diplomatique – edição portuguesa.

☛ 29 ABR (qua) a 03 MAI (seg), BR São Paulo Ciclo de Projeções Independentes em Espaços Libertários.

Locais: vários (ver em baixo).

ev090429_ciclofilmesesplibertEspaços libertários e autônomos da grande SP começam a se juntar e, para começar, esta é a nossa…

“PRIMEIRA MOSTRA DE CINEMA AUTÔNOMO”

DEBATES, VÍDEOS, MÚSICA, SUBSTRUÇÃO

Produções fílmicas Independentes sobre Produção Independente da Vida!
Solidariedade sim, mas em busca da independência em relação ao
capital. Fazendo imagens mostrarem modos libertários de fazer…

29/4 (Quarta-feira) 20h
Ay Carmela
Mostrar o fazer autonomista da MÍDIA
Filme: Não começou em Seattle, não vai terminar em Quebec (CMI)
Endereço: Rua das Carmelitas, 140 – Metrô Sé (Saída Poupatempo)
ay-carmela.birosca.org/

30/5 (Quinta-feira) 20h
CICAS (Centro Independente de Cultura Alternativa e Social)
Mostrar o fazer autonomista da MÚSICA
Filmes: Ilha das Flores e Sabotage (documentário) + curtas
Endereço: Pça Padre João Bosco Penido Burnier – Vila Sabrina
(Esquina da Avenida do Poeta x Rua Carlos Calvo)
projetocicas.blogspot.com

1/5 (Sexta-feira) 16h
Formigueiro
Mostrar o fazer autonomista da MARGEM
Filmes: O Espaço do Baixo e Vil, Periferias Paulistas, Botinada + curtas
Shows de: Água Pesada, Popstars Acid Killers, Roswell
+ Expo de fotos “Brisas Fotográficas”
+ Expo de Quadros : Heavy
+ Stencil ao vivo : Píer Mauriz
+ Banca de Camisetas : Tomate
Endereço: Rua Dr. Paulo de Queirós, 990 – Jd. Nove de Julho

2/5 (Sábado) 17h
Casa Aberta
Mostrar o fazer autonomista da INTERVENÇÃO URBANA
Butantã (prox. Corifeu de Azevedo Marques)
okupaixaocasaberta.blogspot.com
[email protected]

3/5 (Domingo) 14h
Casa da Lagartixa Preta “Malagueña Salerosa”
Mostrar o fazer autonomista da COMIDA
Filmes: O poder da comunidade + filme surpresa sobre a Monsanto
www.fotolog.net/ativismoabc
[email protected]
R. Alcides de Queirós, 161 – Bairro Casa Branca, Santo André (SP)

ENTRADAS GRATUITAS!

Realização:

Ativismo ABC, Ay Carmela, Casa da Lagartixa Preta “Malagueña Salerosa”, Casa Aberta, CICAS – Centro Independente de Cultura Alternativa e Social, CMI – Centro de Mídia Independente / Coletivo São Paulo, Coletivo Anarquista Terra Livre, FCV – Fórum Centro Vivo, Formigueiro Rock Bar, Sinfonia de Cães

☛ 30 ABR (qui) a 05 MAI (ter), BR São Paulo III REVIRADA cultural.

Locais:

CANIL Espaço Fluxus de Cultura – ao lado da ECA, atrás dos Bancos, nos fundos da Antiga Reitoria, USP.
BiXXigão – Rua Maria José, n. 140, Bexiga.
Teat(r)o Oficina – Rua Jaceguai, n.520. Bexiga

A REVIRADA Cultural se faz necessária, por uma outra relação cultural, LIVRE! Desde a primeira REVIRADA realizada no primeiro final de semana de Ocupação da REItoria da USP, muitos dialogos vivos romperam a bolha para além do castelo intectual. Hoje o processo da III REVIRADA Cultural, funde e espande a possibilidade de interação criativa junto de outros núcleos, fora da universidade e do estado de São Paulo, que lutam por uma outra cultura. Por um outra Ocupação do mundo. Segue a agenda da III REVIRADA proposta em conjunto pelo CANIL Espaço Fluxus de Cultura, Movimento Dulcynelandia e ponto de cultura BiXXigão.
Como sempre, a REVIRADA começa antes e termina depois da Virada Cultural.

PROGRAMAÇÃO – PARTE UM: de 30 de abril a 05 de maio

QUI – 30 de abril, 22h no CANIL Teat(r)o – 1.o Quadro d’À MORTA

SEX – 1º de maio, 16h no BiXXigão – Imersão no Bixiga

SÁB – 2 de maio – São Paulo Ocupa as ruas (Intervenções na Virada Cultural)

DOM – 3 de Maio – OcupAÇÃO, 17h59 no Teat(r)o OFICINA – III CHUTE de REVIRADA, III REVIRADA Cultural na Virada. (2 anos do ritual de tomada da REItoria da USP, que deu início a I REVIRADA)

SEG – 4 de maio, 18h no CANIL – 3 anos do ritual de tomada do CANIL

TER- 5 de maio, 18h no CANIL- Debate 18h: Financiamento da Cultura e a produção independente?

http://www.reviradacultural.blogspot.com
http://www.amortadulcynelandia.blogspot.com
http://www.myspace.com/bandadocanil
http://viradacultural.org/programacao/palco/bar-do-beto-beltiquim-cultural