República Fora do Eixo: estratégia de apropriação dos movimentos autônomos

República Fora do Eixo: estratégia de apropriação dos movimentos autônomos

em 25 maio

Documentos revelam as intenções por trás da “República Autônoma” proposta pela Fora do Eixo. Por Passa Palavra

Leia aqui tudo o que já publicamos sobre a empresa Fora do Eixo.

Atualmente, o Fora do Eixo tem constituído e alavancado suas operações no Rio de Janeiro, principalmente com o suporte do seu braço comunicacional, a mídia NINJA. Há algumas semanas têm sido discutido pela Internet textos e artigos sobre as novas estratégias e planos do Fora do Eixo. Disponibilizamos abaixo os documentos oficiais a respeito do novo empreendimento do Fora do Eixo no Rio de Janeiro.

Tais documentos devem ser alvo de escrutínio público de ativistas e militantes, uma vez que revelam como a República Autônoma é um “case” publicitário que será agregado às próprias marcas Fora do Eixo e a União da Juventude Socialista (UJS), juventude do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Da mesma forma como o festival “Existe Amor em SP” serviu-lhes de “case” e rendeu crédito político com a gestão municipal de São Paulo do petista Fernando Haddad, o Fora do Eixo tenta agora aplicar a mesma fórmula em outra cidade tanto com o objetivo eleitoral estadual quanto federal, pois é revelado que não vão “permitir que se caia no jargão ‘Não vai ter copa'”. Os documentos revelam também a existência de um “pacto de confiança” e de “invisibilidade da marca” – da marca, leia bem – entre o Fora do Eixo e o Partido Comunista do Brasil (PC do B), mostrando a relação e participação ativa na estratégia do governo de controle dos movimentos sociais.

Vale ressaltar ainda a política anti-críticos chamada nas atas de “contra-narrativa”, assim é dever de “Todos que participaram da reunião ficarem atentos para disputar qualquer contra-narrativa que seja baseada em falta de entendimento uma vez que a lista de e-mails estiver ‘pública'”.

Abaixo seguem alguns pontos de destaque extraídos de emails, atas e transcrições de reuniões para a constituição de uma “República Autônoma” — título “macro neutro”, conforme denominado pelo próprio grupo — a ter lugar na Cinelândia durante a Copa do Mundo. Em seguida publicamos os documentos na íntegra.

Estratégias de cooptação e captura para desenvolvimento de um “case”/produto

O documento aponta para um pacto entre a Fora do Eixo (FdE) e a União da Juventude Socialista (UJS), pertencente ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). No entanto, ambas as “marcas” devem ser “invisibilizadas”, de forma “a acolher a juventude desorganizada”. O foco recai sobre os “marginalizados da política”: estes deveriam ser “organizados” pelos mandantes intelectuais da “República”. Esse grupo vem realizando um mapeamento prévio de coletivos a serem capturados e, dentre eles, se destaca a Assembleia Popular da Cinelândia. O Conselho de Cultura é mencionado como espaço de articulação e os movimentos de periferia seriam convidados a estar “presentes” na República; porém, em nenhum momento estes são nominados nem participam das reuniões relatadas. Outra estratégia apontada seria a “construção de heróis próprios da República”.

Por fim, fica muito evidente que se trata de uma organização que se baseia numa lógica de desenvolvimento de produto que se dá com a apropriação dos movimentos das ruas. Este fato pode ser comprovado a partir da intenção de configurar um “case da juventude” — denominação utilizada nas próprias atas — capaz de repercutir nacional e internacionalmente.

Autonomia sob controle

A “República Autônoma” é arquitetada de acordo com um conteúdo programático previamente definido. Paralelamente à ideia de “radicalizar na abertura […] abandonando o papo de militante que sabe tudo” e encenando uma ideia de horizontalidade a partir de exemplos como a “circularidade das reuniões” e “assembleias que igualem o poder de decisão”, está sendo construído um documento “constituinte” contendo “nortes da república” a partir da indicação dos seguintes blocos temáticos: mobilidade e transporte público; segurança pública; crise da representação política/reforma política; crise do jornalismo/grande mídia; e regulamentação das drogas.

Não se trata de questionar a pertinência destas pautas, mas de esclarecer a forma vertical com que estão sendo apresentadas neste processo. Ainda de acordo com a proposta, protocolos iniciais são sugeridos, dentre eles, a criação de um “sistema decisório” e a denominação antecipada de um “conselho” da “República”.

Influência governista

A autonomia é colocada como proposta de nome, mas a “interface com o instituído” é um dos principais nortes da ocupação. Dentro das pautas propostas, ressaltam-se pontos programáticos defendidos pelo PT — 10% do PIB para a educação e a defesa da PEC 51 — de autoria do senador Lindbergh Farias, atual candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro. Há também a clara intenção de “construir uma abordagem que desperte e identifique os anseios da juventude que está nas ruas sem permitir que se caia no jargão ‘Não Vai Ter Copa’ ”. Apesar da iniciativa ser da Fora do Eixo/Mídia Ninja, os propositores da “República” pretendem “partir do pressuposto que a Grande Mídia possa achar a ideia interessante para evitar a criminalização (da República)”. Este ponto pode ser comprovado pelas matérias já noticiadas em veículos de comunicação como a Folha de São Paulo e The Guardian — que já anunciaram a “República” meses antes da sua realização.

Documentos

 

1. Atas das reuniões da República da Cinelândia – ATA REUNIÃO – REPÚBLICA DA CINELÂNDIA – Aqui a versão original

2. Transcrição do áudio da reunião da República da Cinelândia – Transcrição de reunião – Aqui a versão original

3. Troca de e-mails sobre a República da Cinelândia

Documento 1: ATA REUNIÃO – REPÚBLICA DA CINELÂNDIA

ATA REUNIÃO – REPÚBLICA DA CINELÂNDIA- 06/05/2014

Presentes: Pablo, Talles Lopes, Filipe Peçanha, Ivana Bentes, Alexandre Santini, Lucas Chequetti, Maria das Neves, Clara Sanchez, Daniel Iliescu, Bruno, Patricia (Completar com os
nomes dos presentes)
– Atrair quem não é organizado e quem está desorganizado / Ampliar
– Organizar os desorganizados para disputar a fundo as contradições
– Discutir a necessidade de uma assembléia nacional local depois da reunião aberta do dia 12 na Cinelândia
– Construir uma agenda de trabalho operacional
– Construir um conteúdo programático
– Incorporar na discussão sobre educação a conquista de 10% do PIB para a educação e os royalties para a educação
– Utilizar plataforma de autogestão
– Pensar na construção de um “banco” da República da Cinelândia que consiga incentivar as doações através do pay pal e garantir a transparência nas contas
– Pacto de confiança entre o Fora do Eixo e a UJS
– Invisibilidade para as marcas Fora do Eixo e UJS, com o objetivo acolher a juventude desorganizada e que não está desorganizada, mas entendendo que a militância de ambas as organizações tem liberdade de expressão
– Construir uma abordagem que desperte e identifique os anseios da juventude que está nas ruas, sem permitir que se caia no jargão “Não vai ter copa”
– Estimular a construção de uma nova ordem social dentro da república
– Utilizar da mídia internacional para abrir um novo diálogo com o mundo
– Desenvolver como legado da República um “case” da juventude
Próximas datas- Plenária de Preparação para a Copa NA RUA, 07/05/2014, quarta-feira, às 18:30 no salão nobre do IFCS/UFRJ;
– Jornada de Lutas da Juventude, 08/05/2014, quinta-feira, HORÁRIO? na ECO/Praia Vermelha;
– Reunião Aberta na Cinelândia, 12/05/14, segunda-feira, às 19h;
– Reunião com parlamentares – Jandira, Lindberg, Randolf, Jean Willys, … – a ser marcada entre os dias 13 e 21 de maio.
– Convocar reunião com o Fórum de Lutas da Juventude em Brasília dia 28/05.

ATA REUNIAO – REPUBLICA AUTONOMA – 05/04/2014
Presentes: Luiz Peixoto, Gustavo Proença, Priscila Prisco, Andre Migueis, Julinho Barroso, Luis Felipe, Edvam, Filipe Peçanha, França, Ale Gabeira, Bel Nogueira, Duda Freyre, Luis Claudio Arcos, Hevelin, Youssef, Daniel Cruz, Silnei Mariachi, Felipe Falcão, Vitor, Caca, Beatriz, Fernando e Renato.
-Utilizar a experiência do Catumbi como laboratório prático da república e avaliar em cima do que pode acontecer
-Pensar em Pós TVs que podem acontecer antecipando esse movimento
-Expedir um documento constituinte que estabeleça os nortes da república
-Construir um movimento que proponha soluções, e não apenas apresente os problemas
-Pensar na possibilidade de expandir a assembléia da república pro nível virtual
-Concentrar nos eventos que acontecem antes e durante a Copa, pensar no pós-Copa depois
-Manter sempre a circularidade durante as reuniões da república autônoma
-Pensar a república autônoma como uma continuação da antiga ocupação da Cinelândia, absorvendo o modo de funcionamento e os GT’s que lá já existiam

-Radicalizar na abertura, abandonar o papo de “militante que já sabe de tudo” e construir uma abordagem que gere desejo na juventude que está nas ruas. Conectar todos os tipos de pessoa.

-Chegar no Catumbi se conectando com as pessoas que são de lá
-Aumentar a objetividade pra fazer a coisa rolar, sem se perder muito nos debates
-Promover uma carreta em uma data de jogo importante, de forma que o trânsito prejudique seriamente a chega ao perímetro ou ao estádio
-Incluir técnicas de equilíbrio corporal nas dinâmicas de grupo da República, aproveitando a militância da Duda
-Realizar menos ações efêmeras e aproveitar o que já acontece, como o FaceRua, OcupaAreia e outras iniciativas para integrar ações da república. Articular a cidade como rede.
-Criar um ambiente para as crianças nos encontros da República Autônoma, de formação
-Criar plataforma virtual para democratizar o acesso
-Criar grupos de estudo e debate em diferentes ambientes para levar a discussão a outros lugares
-Criar escola livre de ocupações na república manter viva a pauta das ocupações
-Contribuir na plataforma PesquisaeAção, que é a criação de uma plataforma que reúna provas de valor jurídico para ajudar na sistematização de dados para garantir o acontecimento das manifestações
-Criar um Banco de Projetos que estariam ocupando a Assembléia da república
-Trabalhar o conceito da panfletagem, com intervenções, grafites, frases, etc. Ex: Arcos da Lapa
-A peça “Andarilho”, do ator Cacá, será sintetizada em 15 minutos para apresentações nos eventos relacionados à República, como no próximo FaceRua
-Criar um plano de evacuação da República, um Plano B como garantia do acontecimento simbólico mesmo que sem a ocupação inicialmente planejada
-Pensar mais o como do que o onde no processo. Intensificar as ações pra acelerar esse processo: debates, transmissão ao vivo, reuniões, intensificar essa agenda.-Ampliar a comunicação para atingir o debate em todos os nichos da sociedade
-Transmissão 24 horas, 7 dias por semana durante a ocupação para a criação de provas que permitam punir e indiciar policiais
-Fazer uma espécie de comissão da verdade dos acontecimentos atuais
-Agregar mais gente do conselho de cultura à construção da república, e aproveitar o espaço no Conselho para realizar articulações
-Ampliar o foco nos temas de debate relacionados à Copa do Mundo, para aproveitar o meme
-Peixoto participará do FaceRua no dia 12 de Abril
-Bel se propõe a colaborar nas traduções em Inglês e Espanhol
-Fazer uma assembléia constituinte ampla e ampliada
-Buscar movimentos de Permacultura
-Definir cronograma exato das próximas reuniões pra que cada um possa vir no horário de interesse e dar mais coesão à dinâmica
-Construir e disputar nossos heróis dentro da República
-Pensar num bastão de fala pra próxima reunião
-Próxima reunião: Ateliê
-Dia 27: reunião no Catumbi

ATA REUNIÃO – REPÚBLICA AUTÔNOMA – 29/03/2014
Presentes: Ricardo Targino, Jeferson Monteiro, Luiz Peixoto, Andre Migueis, Ciro, Julia Mariano, Diogo Lyra, Julinho Barroso, Dani Fi, Lula Carvalho, Natasha, Carol Grillo, Marcus Galina, Luis Felipe, Thiago Dezan, Artur Faleiros, Edvam, Pablo, Felipe Altenfelder, Rafael Vilela, Filipe Peçanha, França, Ivana Bentes, Caio Mota, Caio Ferraz, Ale Gabeira, Bel Nogueira, Kalon, Guilherme e Elizabeth.
Data: 30/03/2014 – Sábado
Horario: 15h
Local: Apê NINJACONCEITUAL; PAUTAS E PROTOCOLOS
● Pensar a república autônoma a partir das redes que cada um conecta

Proposição e crição de protocolos iniciais
● Sistema decisório
● Quais os grupos que vão ocupar?
● Qual constituinte queremos escrever?
● Como ressocializar o debate com o morador de rua?
● Quem é o conselho da ocupação?
● Como será a cobertura/transmissão da ocupação?
● Como será a programação artístico/cultural
● Quais movimentos de periferia estarão presentes?
● Quais documentos oficiais faremos?
● Pra onde queremos ir?
República Autônoma é um nome macro neutro até que se defina um nome final

● Criação de uma constituinte própria.
● Declaração de internacionalidade
● Pensar o Brasil daqui a 30 anos como Norte
● O documento fundador da república pode ser o poema “Os Estatutos do Homem”, de Thiago Mello.
● Criar uma faixa com o mesmo poema para ficar permanentemente na
Ocupação
● 5 blocos temáticos: 1) Mobilidade/Transporte Público 2) Segurança Pública 3) Crise da Representação Política/Reforma Política 4) Crise do Jornalismo/Grande Mídia 5) Regulamentação das Drogas
● Ato pelos direitos de cidadão dos Policiais Militares
● Reforçar direitos policiais, focar na PEC 51
● Se inspirar na desobediência civil, ao invés dos confrontos e violência
● Enfatizar o aspecto pedagógico da experiência

● República é um espaço territorialmente utópico
● Criar uma interface com o instituído, pensar em incidência real em Políticas Públicas
Estabelecer um plano ideal e um plano real de ação para por em prática as ideias conceituadas.

PRODUÇÃO; TÉCNICA E INFRA-ESTRUTURA
● Conseguir um mapa da cinelândia (ou do local a ser ocupado) para avaliar o local e a sua construção do ponto de vista territorial
● Considerar a ocupação no Aterro, pelo tamanho e a maior facilidade de construção de uma ocupação sustentável.
● Criação de laboratórios em lugares menores – como a Praça do Catumbi – a serem desenvolvidos processualmente.
● Promover experiências de campo para acelerar processo de organicidade
● Dia 27 de Abril: Inauguração da Praça Erikson Pires – Catumbi
● Iniciar a aproximação com o aterro transferindo a festa de Domingo para lá, através de Quiosques parceiros
● Sugestão de local: Quinta da Boa Vista, ao lado do Maracanã
● Verificar sobras de comida do CEASA como infra-estrutura
● Cadastramento de hospedagens solidárias que possam dar suporte básico aos que estiverem na ocupação
● Pensar em um cronograma prático para não perder o timing pois falta pouco tempo -> agenda

COMUNICAÇÃO; NARRATIVAS E IMAGINÁRIO
● Disputa de imaginário através de Seriado na TV. Realização das reuniões em outros lugares, da Baixada Fluminense
● Pensar em um programa semanal online para a República
● Pensar em um documentário registro da república
● República Autônoma: nome macro neutro até que se defina um nome final
● Disputar o significado de “Ordem Pública” e “Segurança Pública”
● Partir do pressuposto que a Grande Mídia possa achar a idéia interessante para evitar criminalização
● Realizar ações de guerrilha: projeções em prédios públicos e exibição de filmes em diferentes localidades MOBILIZAÇÃO; ARTICULAÇÃO E AGENDA
● Incluir o máximo de pessoas possíveis marginalizadas da política
● Aproximar os diferentes movimentos que já atuam na cidade a construir a proposta em conjunto
● Definir mapa dos coletivos que participarão
● Criação de uma plataforma de ação/comunicação conjunta para potencializar as ações que cada um já faz para a República
● Instituir a feijoada do França semanalmente para continuar as reuniões

● Utilização da estrutura de GT’s para organização
● Dividir e pensar quais serão os GT’s
● Criar uma cartografia de lutas do Rio
● Tem que haver assembléias na república, igualando o poder de decisão de todos
● Criar metodologias replicáveis de atuação para coletivos se apropriarem
● Pessoas: Kalon da Assembléia do Largo; Ciro da Assembléia Popular, outras Assembléias, Educação Zapatista Libertária. Conectar também a Baixada Fluminense, grupos que atuam no local
● Conectar a região da Maré
● Trazer para perto: Ocupa Carnaval, Acadêmicos, Políticos, outros movimentos, artistas.
● Trazer artistas e pessoas de forte reconhecimento da sociedade civil
● Conectar lideranças comunitárias das favelas do centro
● Ter o início de Maio como limite, pois após isso o Aparelho Repressivo estará armado
● Primeira Experiência: Praça do Catumbi dia 27 de Abril
● Manter a comunicação no e-mail copiado, todos livres para adicionar outras pessoas no e-mail
● Todos que participaram da reunião ficarem atentos para disputar qualquer contra-narrativa que seja baseada em falta de entendimento uma vez que a lista de e-mails estiver “pública”
● Próxima feijoada:
ÁS – Atelier Sustentável
05/04 – Sábado – 13hRua Joaquim Murtinho 587 – Santa Teresa

Documento 2: Transcrição de áudio de reunião

Transcrição de reunião

Documento 3: Troca de Emails

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Filipe Peçanha <[email protected]>
Data: 3 de abril de 2014 19:20
Assunto: Re: ATA Reunião REPÚBLICA AUTÔNOMA
Para: Diogo Lyra <[email protected]>, [email protected]
Cc: Natasha Neri <[email protected]>, “[email protected]”<[email protected]>, “[email protected]” <[email protected]>,”[email protected]” <[email protected]>, Julia Mariano<[email protected]>, “[email protected]” <[email protected]>, “[email protected]” <[email protected]>, “[email protected]” <[email protected]>, Jef Monteiro <[email protected]>, “[email protected]” <[email protected]>, Pablo capile <[email protected]>, Felipe Altenfelder <[email protected]>, Rafael Vilela <[email protected]>, Luis Felipe Marques <[email protected]>, Edvam Filho <[email protected]>, Thiago Dezan <[email protected]>, Caio Mota <[email protected]>, Caio
Mota <[email protected]>, Talles Lopes <[email protected]>, Ricardo Targino <[email protected]>, Ivana Bentes <[email protected]>, Ciro Oiticica<[email protected]>, felipe falcao felipe falcão <[email protected]>, Luiz Peixoto <[email protected]>, [email protected]

Maneiro Diogo!
to incluindo aqui o email do Julinho Barroso, acabou não entrando em cópia.
Se tiverem mais emails que nao entraram podem ir inserindo tbm.
https://docs.google.com/a/foradoeixo.org.br/document/d/1lLZz4WuLzoIgOYvGlMjwU9Il-
qqBR1gNkWkDT6QOEVY/edit
Vamo que vamo, importante irmos chamando mais gente pra colar no nosso proximo encontro, esse sábado no Atelier.
Beijos.
Em 3 de abril de 2014 17:12, Diogo Lyra <[email protected]> escreveu:
queria brainstormiar sobre a composição básica da república autônoma e dos núcleos de atividades permanentes do nosso espaço de utopia participativa.
eu acho que tem que ter algumas coisas fixas por lá, tanto em termos de atividades quanto de ‘serviços’. essas paradas podem funcionar em determinados horários e/ou dias, sei lá. a gente
pode debater isso, ampliar, vetar, etc.
ESTRUTURA
– núcleo de mídia independente (isso eu não sei se precisa tanto, mas seria legal, talvez algo que fortaleça interlocução com midiativistas gringos e de outros estados);
– núcleo de advogados ativistas (prestando assessoria, recebendo denúncias, etc);
– centro de informações (pros gringos, pros nativos, coisas sobre a cidade, nossas atividades, paradas sobre a copa, etc.) – pode ser também a ‘embaixada’, emitindo ‘vistos’ (seria legal pensar um adesivo, sei lá…)
– parlamento popular (como a república vai ficar tipo um mês de pé, dá tempo talvez de extrair algo propositivo de verdade. a experiência do parlamento seria talvez a de um tema por semana, discutido com a galera, e do qual se extrairiam propostas pra gente apresentar);
– núcleo dos socorristas
– dar um jeito de fornecer wi fi (acho um ponto importante). na praça do sol, na espanha, nego criou mini redes locais. não sei como seria, mas…
REPRESENTAÇÕES (aí vai de ocupações permanentes, passando por palestras, oficinas e debates)
1- os sem lugar: mst + sem-teto (experiência urbana e rural de desalento)
2- oca indígena da aldeia (representando a partir do local o cenário nacional dos índios)3- favela fala e vê: fórum de debates, oficinas, trocas de experiências, palestras e etc organizado pela galera das comunidades).
4- zona do amor livre: galera do gênero e afins. idem acima.
5- green power: galera da legalização da maconha. pra fazer bonito, podia colar com o pessoal da redução de danos. nego tem se reunido na nuvem.
6- mobilidade urbana: convocaria a galera militante da bicicleta – pra não ficar só na malhação dos õnibus, trens, metrõ e barca. podia chamar o cara que fez a travessia de stand up paddle de terno; e o bombeiro que vai de niterói pra urca todo dia de caiaque.
– algum fórum com intelectuais e formadores de opinião (da pesada)
– algum fórum com políticos e/ou representações da sociedade civil organizada;
– galera do movimento negro
ESQUERDA FESTIVA
– música; siderais, vulcânicos, mohandas, maracutaia, los vanda, ph lima, mc leonardo, noites do norte, … lista enorme. pensar nomes graúdos também. caetano, tom zé, otto…
– teatro: galera do mundo grampeado, óbvio (vamos exibir a porra da peça!). mas tem também a galera do ‘teatro de operações’, muito doidos, com umas intervenções fodas.
– poesia: pra começar, chacal e a galera do ‘ratos diversos’
video/cinema: porra, galera toda. projetação, cine-ataque, julia, alê, geral do cine alternativo. uma parada foda é que o dinho moreira conhece um cara que monta salas de cinema infláveis
com saco plástico. dá pra fazer uma enorme, se o maluco for avisado e topar com antecedência. seria foda!
– chamar a galera das festas, tipo disritmia, junkie session, vinil é arte – pra fazer mini edições por lá.
– galera do grafitte. vários: roma street art, tavarez, galera do ‘ser hurbano’.
– vinhetando até a copa vai estrear sua bike bloc, levando um clima ligeiramente irresponsável pras ruas e pra república.
– galera da perna de pau, clowns, malabares, circo, pano, etc.
– acho que a gente também pode pensar no espaço como uma grande exposição. usar uns palltes como murais, exibindo fotografias da galera midiativista, trabalhos tipo o do alex frechette…
OUTRAS ATIVIDADES;
– chamar galera que dá aula de tai chi, artes marciais, ioga, etc
– chamar nego do vegetarianismo – oficinas
– pensar em coisas pras crianças
SEMI NONSENSE
– canteiros urbanos com cápsulas de bomba;
– pé no pezão: mural com fotografia do pezão e nego teria à disposição tinta guache pra pintar o pé e ir pisando na cara dele. a gente ia acompanhando com fotos o desenvolvimento da interatividade.
Em 3 de abril de 2014 13:06, Filipe Peçanha <[email protected]> escreveu:

Adicionando os emails que estavam anotados errado, agora sim, todos que estiveram presentes aqui estao recebendo.
Segue de novo a
ATA https://docs.google.com/a/foradoeixo.org.br/document/d/1lLZz4WuLzoIgOYvGlMjwU9Il-
qqBR1gNkWkDT6QOEVY/edit
Bjs

Em 3 de abril de 2014 12:49, Filipe Peçanha <[email protected]> escreveu:
Salve galera,
segue a ATA do nosso encontro no final de semana, onde além de desgustar a extraordinária feijoada do França conspiramos bons pensamentos sobre um novo mundo possivel.
Abaixo os principais encaminhamentos em tópicos e aqui o documento que pode ser editado e comentado:
https://docs.google.com/a/foradoeixo.org.br/document/d/1lLZz4WuLzoIgOYvGlMjwU9Il-qqBR1gNkWkDT6QOEVY/edit
Tentei agrupar os cerca de 50 pontos em 4 áreas macro pra iniciar uma organização geral das ideias. Podemos pensar também outras formas de fazer isso caso achem necessário.
Nosso próximo encontro tá marcado pro sábado agora às 13h no Atelier Sustentável a tarde ;)
*endereço no final da ata!
Vamo que voamos!


Comentários 21

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      maio 26, 2014

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      Platão não poderia imaginar uma apropriação tão publicitária de sua idéia utópica de república. Por favor, sejam coerentes e expulsem os artistas da República!

    • laecio

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      maio 26, 2014

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      quando começa a personificação dos movimentos sociais e revolucionários, evidencia exatamente a existência de controle.

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      maio 26, 2014

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      Jeferson Monteiro = Dilma Bolada
      hub brincalhão destituído de crítica nas redes sociais

    • Maria Flor

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      maio 27, 2014

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      Só esqueceram de dizer que essas atas eram públicas, né? haha

      Não tem nada demais nesses “documentos”, além da escrotice que vocês estão se prestando, ao tentar da forma mais leviana desmoralizar uma rede inteira por ir contra um integrante altamente político e influente, vulgo Pablo.

      O FdE pode ter estourado em 2013 e despertado muita ira por ser limpa, já que têm todas suas atas públicas (por mais erratas que pareçam os envolvidos), mas esse corre começou há mais de 10 anos.
      E é fácil “jogar” atas públicas como privadas, criando um discursinho barato em cima delas e criminalizando pessoas que fazem parte de uma rede “com nome”, anos de estrada e envolvida em causas sociais. Mas pensar que a rede vai cair porque grupinhos de ativistas usam de competição para saber quem corre pelo mais certo é muita inocência e hipocrisia.

      Beijos de luz.

    • Paula

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      maio 27, 2014

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      Maria Flor,

      Retirada essa questão da ata ser pública, privada ou sei lá o quê, confirmam-se as informações?

      Da minha parte, após ler o esclarecimento do FdE, gostaria de saber o que o FdE entende ser “o papel que a UJS tem como movimento de juventude de nosso país”? Sério, gostaria que eles explicassem melhor isso. A posição deles sobre o monopólio das carteirinhas da UNE, por exemplo(que era votado na surdina enquanto a juventude toda estava na rua em junho do ano passado – golpe que felizmente saiu derrotado posteriormente).

      Outro ponto que não deixa dúvidas, como a própria nota fez questão de esclarecer, é a relação já de longa data que o dito “coletivo autônomo” mantem com todo o leque de organizações de juventude atoladas até o pescoço com o governo. Além da já comentada (e deplorável)UJS, o FdE ainda pensa estar se justificando frente aos autônomos ao falar de organizações como juventude do MST e o Levante Popular.

      Me diz, será coincidência o fato de serem estas organizações parte das presentes aqui em reuniões no Instituto Lula?

      http://passapalavra.info/2013/08/82120

      Beijos

    • Rob Batista

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      maio 27, 2014

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      Tenho minhas críticas ao FdE, mas essa “matéria” cheia de “revelações” é a coisa mais escrota que vocês já publicaram. Como podem chamar de “revelações” a apresentação de docs públicos?? UAHUSHUAHUAHSUAHS

      Me desculpem, mas chega ser hilário. Não vou com a cara da UNE, pior ainda da UJS, nem um pouco, mas… e daí? Qual é o problema? Prq tratar isso como teoria da conspiração?

      Quando cliquei no link, achei que veria acusações “assombrosas” e, talvez, argumentos interessantes, mas só vi um monte de balela que não mereceu um segundo sequer da minha atenção.

      Revista Veja fazendo escola – a gente vê por aqui. Bjs

    • Macaco Bang

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      maio 27, 2014

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      Sobre os documentos “públicos”, são tão públicos que só quem tivesse o link tinha acesso a eles. Fossem públicos, poderiam ser encontradas numa pesquisa do Google. Mas só estão públicos agora: nos links ali em cima. Transparência de araque essa aí.

      Isso diz muito sobre o que o FdE pensa da coisa pública: a República dos conchavos para controlar os desavisados.

      O FdE estourou em 2013 com cheiro de podre. É que a coisa fede pelo menos desde 2011: http://passapalavra.info/2014/05/95606

      “Todos que participaram da reunião ficarem atentos para disputar qualquer contra-narrativa que seja baseada em falta de entendimento uma vez que a lista de e-mails estiver ‘pública'”

      Não tem mais falta de entendimento, mano.

      A casa caiu.

    • FORA UPP

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      maio 27, 2014

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      O FORA DO EIXO TEM MILHARES DE ACUSAÇÕES SERÍSSIMAS, PROCESSOS E O ESCAMBAU QUEM AINDA NÃO SABE PESQUISE!! QUEM TA SE FAZENDO DE DESENTENDIDO OU INOCENTE, VAI PRO INFERNO. JÁ A UJS NEM SE FALA, VIVE NO CONGRESSO EM BRASÍLIA TIRANDO FOTO COM A DILMA E O LULA E RECEBENDO MILHÕES ENQUANTO ISSO NUNCA VEMOS SEUS INTEGRANTES EM PESO NAS RUAS, NAS FAVELAS, AO LADO DO POVO DEFENDENDO AS PAUTAS MAIS IMPORTANTES – ATÉ PORQUE, PARTIDO POLÍTICO GOVERNISTA TA SENDO TÃO MAL RECEBIDO QUANTO A GLOBO NOS LUGARES HAHHAHAH POR ISSO ELES QUEREM ESCONDER “AS MARCAS” PORQUE SE SOUBEREM DAONDE VEM NINGUÉM QUER!! ISSO É MOVIMENTO ESTUDANTIL QUE SE PREZE?? E SE ISSO AÍ FOSSE PÚBLICO E TRANSPARENTE NÃO PRECISARIA ESCONDER AS “MARCAS” CONCORDAM? ESSE “INTEGRANTE ALTAMENTE INFLUENTE” AÍ PABLO TENHO CERTEZA QUE OS MOVIMENTOS SÉRIOS NÃO CONHECEM NEM QUEREMOS CONHECER PAREM DE SE ACHAR CENTRO DO MUNDO SEUS GOVERNISTAS DE MERDA QUEM FAZ POLÍTICA DE VERDADE SABE QUEM VCS SÃO!!

    • Contra-Narrativa

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      maio 27, 2014

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      Da ata:“Todos que participaram da reunião ficarem atentos para disputar qualquer contra-narrativa que seja baseada em falta de entendimento uma vez que a lista de e-mails estiver ‘pública’”.

      Da nota do FdE:”as atas reveladas eram publicas, abertas e de livre acesso para toda e qualquer pessoa que acessasse o link disponibilizado na internet.”

      Temos aqui um caso exemplar de duplipensar:”O poder de manter duas crenças contraditórias na mente ao mesmo tempo, de contar mentiras deliberadas e ao mesmo tempo acreditar genuinamente nelas, e esquecer qualquer fato que tenha se tornado inconveniente.”

    • Gustavo

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      maio 27, 2014

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      De onde saiu a ideia de que o PP pretendeu fazer um “furo” jornalístico, apresentando documentos supostamente “secretos”?
      Tudo o que eu vi aqui foi a reprodução de documentos para discussão e análise.
      Bom saber que os militantes do FdE confirmam a autenticidade deles.
      E muito fraquinha essa ideia que eles querem passar de que todos querem ser Assange, o novo Messias…

    • Maria Flor

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      maio 27, 2014

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      Não sou nem de longe uma “militante do FdE”, e por isso mesmo continuo com a ideia de atas totalmente públicas, porque não é nenhum pouco necessário estar dentro pra ter acesso a elas, basta procurar :D
      É claro que é muito fácil ir junto com o grito de todo mundo, quando cada um que queira gritar mais, mas, em nenhum momento o FdE esconde as compilações com outros coletivos, mídias, juventudes e frentes populares.

    • Caio

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      maio 27, 2014

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      Me parece que o Passa Palavra também está de acordo que as atas do Fora do Eixo devem ser públicas. O site inclusive ajudou nessa tarefa: se por algum motivo essas atas aí em cima ainda não fossem públicas, agora com certeza são.

    • glaucia

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      maio 27, 2014

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      Temo muito quando bem intencionados criticam toda tentativa de organização apelando pra desorganização como valor em si e por si. Se não gostamos do FdE temos obrigação de organizarmos algo ainda melhor. Essa coisa de demonizar não me agrada nem um pouco…

    • |

      maio 27, 2014

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      Mas gente, calma. Nem começou a análise ainda. Este texto começa com “Tais documentos devem ser alvo de escrutínio público de ativistas e militantes, uma vez que revelam como a República Autônoma é um “case” publicitário que será agregado às próprias marcas Fora do Eixo e a União da Juventude Socialista (UJS), juventude do Partido Comunista do Brasil (PCdoB).”

      Ou seja, não se esgota neste artigo. É o acúmulo das informações e processos que ajuda na crítica. O texto e os artigos não são para “resolver” o FdE, ou apontar rumos/saídas, ou ainda fazer denúncia. É material embrutecido de política acontecendo, fazemos o que for mais estratégico com estas informações: aprofundar e submergir.

    • Taiguara

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      maio 28, 2014

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      Capilé começa a mostrar a que veio:

      “Enquanto no Brasil tem uma parte de movimentos pós junho que criminalizam todo e qualquer dialogo com partidos, na espanha a juventude das ruas elegeu 5 representantes para o Parlamento Europeu. Eu acho muito foda, parabéns pros caras! Colocando a cara a tapa e construindo novas institucionalidades!”

      Duas operações linguísticas: 1) posicionamento político crítico a partidos políticos e via parlamentar é, discretamente, transformado em “criminalização” – o que ao mesmo tempo demoniza os críticos e vitimiza aqueles que “dialogam” com partidos; 2) a opção pela via institucional é antecipada pelo adjetivo “novas”. Assim, substancialmente pratica-se o de sempre, mas no plano “narrativo” tudo aparece maquiado pela agregação abundante de adjetivos.

      É isso aí: Capilé parece preparar o terreno para em futuro próximo aparecer como Pós-Candidato à Nova-Presidência.

    • Vavá

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      maio 28, 2014

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      Taiguara abordou algo fundamental.

      O FDE se sustenta numa ilusão narrativa:

      O velho parlamento torna-se “nova institucionalidade”.

      E a velha empresa capitalista torna-se “projeto de vida em rede pós-rancor” (mas sem salário, é claro).

    • Lucas

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      maio 28, 2014

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      E tem também o novo projeto do Bruno Torturra, o Fluxo, que faz “experiências em jornalismo e não-ficção”. [e que após receber um telefonema do Haddad apagou um comentário no Facebook em troca de uma entrevista exclusiva com o mesmo].

    • Gustavo

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      maio 28, 2014

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      Se o material crítico produzido pelo Passa Palavra a respeito do FdE fosse transformado em livro, o texto acima figuraria nele como apêndice, nota de rodapé, referência, no sentido de ilustrar aquilo que está sendo dito.
      Apenas isso.
      Que os simpatizantes/integrantes do FdE acusem o Passa Palavra de pretender fazer uma revelação bombástica de documentos supostamente secretos é uma deturpação sem fundamento (o Passa Palavra em nenhum momento assumiu essa posição) e uma tentativa de desviar a atenção de todo o material crítico já produzido aqui a respeito do FdE. (ver o link que abre – não à toa – este artigo)
      Não deixa de ser sintomático e, isto sim, revelador que o tom e a forma adotados por esses comentadores sejam tão semelhantes ao tom e à forma que o governo do PT e os seus asseclas adotam sempre que rebatem críticas oriundas do campo da esquerda: pela via da deturpação e da desqualificação moral do adversário. É a estética do ressentimento e da mesquinharia no poder, que transforma qualquer debate em um chororô sentimentalóide de novela barata mexicana. (Mas dá voto…)
      Se esse material crítico produzido pelo Passa Palavra pudesse ser resumido, eu escolheria esta frase:

      […] nós nunca criticámos o Fora do Eixo por ser uma empresa. Vivemos no capitalismo, nada mais natural do que haver empresas e todos os dias surgem novas. Nós criticámos o Fora do Eixo por fingir que não é uma empresa. Estabelecemos que o era, desvendámos as relações internas e externas de exploração e o desenvolvimento de mecanismos fiduciários destinados a reforçar a esfera — no caso, o cubo — dessa exploração. (Da Primavera ao Inverno, um texto que poderia muito bem ser incluído no Dossiê Fora do Eixo que o Passa Palavra vem produzindo – o link de abertura do artigo acima, que os simpatizantes/integrantes do FdE insistem em ignorar, quando encenam essa tática discursiva mesquinha tão em moda hoje no círculo do poder)

      Ou seja, o Mesmo (piorado) querendo se passar por Novo, como bem resumiu o Taiguara.

    • Passa Palavra

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      maio 28, 2014

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      Caro Gustavo,
      Por lapso nosso esquecemos de incluir o artigo “Da primavera ao inverno” ao Dossiê, mas já está lá. Muito obrigado pela lembrança.
      Cordialmente,
      o coletivo do Passa Palavra

    • le

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      jun 25, 2014

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      o link para o artigo “Da primavera ao inverno” no comentário do Gustavo está incorreto.

    • Manoel

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      ago 4, 2014

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      Aquilo que o FDE pretenda com partidos, pode ser entendido como objetivos deles… informo que fora o dialogo existente com a dep do PCdoB que ao que todos sabem tem agenda comum com todos os movimentos de cultura do Brasil, ao ser presidente da com. de Cultura da Câmara, todo os restante do argumento, cai por terra… problema do FDE, sem partidos… Me informando, nada foi confirmado sobre qualquer acordo com o PCdoB. a fonte do artigo se vale de uma ata de um coletivo, com qualquer representante de movimento estudantil que tenha ido a uma praça, e que tenham dito qualquer coisa, que conste de atas publicas e deforma envolvimento de organismos com agendas politicas, que diferem das do coletivo. Um simples encontro de uma UJS cadastrou em apenas um estado em alguns meses mais de 8.000 estudantes. Estou acompanhando online a “República Autônoma” e noto… nenhum membro do PCdoB… Nenhuma cobertura no portal Vermelho, evento com umas 100 pessoas (se fosse da UJS, teria milhares de jovens). Nenhuma conversa relacionada a agenda dos partidos de esquerda, nem dos de esquerda governistas… mas muita fala sobre novas formas de se organizar social e economicamente como midialivristas, preacariado e cognitariado… falta analise de discursos para vocês entenderem a diferença entre falas e falas..? Os discursos dizem… tem problemas com o FDE… OK.. Meter outros no rolo, porque o FDE… pretende… ? rssss

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