Por João Magalhães

Uma manifestação na Avenida Paulista e a ocupação do escritório da presidente Dilma reuniram uma fábrica ocupada, sem terra e movimentos da Frente de Resistência Urbana. Os movimentos conseguiram marcar uma reunião com o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, no próximo dia 19, em São Paulo, para tratar das desapropriações para terra, moradia e trabalho.

Trabalhadores da fábrica ocupada Flaskô, militantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Sem Terra da região de Campinas, Movimento Sem Teto da Bahia (MSTB), Movimento Urbano Sem Teto (MUST) da ocupação Pinheirinho de São José dos Campos e Ocupação Dandara de Belo Horizonte realizaram na quinta-feira, 8 de dezembro, um ato na Av. Paulista, em São Paulo. Cerca de 3 mil pessoas participaram do ato. O objetivo da ação era conseguir uma reunião com representantes do governo federal para pedir uma política nacional de desapropriações para trabalho, moradia e reforma agrária.

O ato tomou a Avenida Paulista do MASP (Museu de Arte de São Paulo) até o escritório da presidente. Com pressão popular conseguimos marcar uma reunião com o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para o próximo dia 19, em São Paulo, para tratar das desapropriações.

Também se solidarizaram com o ato diversos sindicatos, estudantes e trabalhadores da USP (Universidade de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Araraquara e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Por lapso, do qual o Passa Palavra não foi responsável, durante vários dias as fotografias deste artigo não eram as de Natasha Mota. O erro está agora corrigido.

Fotografias de Natasha Mota

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