Uma troca de experiências sobre “Arte, Comunicação e Política”, com relatos de gente que está envolvida nesta área já há algum tempo. Os convidados refletem a partir da prática, vinculada à tentativa de buscar outras formas de realizar a crítica à sociedade. Organização Babilônia Filmes

Assista aqui à gravação do Debate

Os convidados que trouxeram suas experiências foram:

Fernando Evangelista e Juliana Kroeger, realizadores do documentário “Impasse”, sobre a situação do transporte público em Florianópolis e as resistências às suas condições.

Dino Gilioli e Sigval Schaitel, do Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis (Sinergia), que relataram a Ação Cultural que o sindicato realiza há quase duas décadas com sua base de trabalhadores;

Cauê Fantin e João Tragtenberg, da Comissão de Arte e Cultura da Frente de Luta pelo Transporte Público;

Pepe Pereira dos Santos, da Brigada Mitico e participante das mobilizações contrárias ao despejo dos agricultores tradicionais de Imbituba, que correram o mundo inteiro nos projetos “Imbituba Urgente”, “Sul em Movimento” e “Agência É Novas”;

Victor Khaled, do coletivo Passa Palavra;

O encontro aconteceu na sexta-feira, dia 27 de agosto, no auditório do CED-UFSC.

Organização: coletivo Babilônia Filmes.

4 COMENTÁRIOS

  1. Olá !
    Sou Ale , coordeno um grupo que trabalha com a cultura do Maracatu de Baque Virado que se chama Maracatu Boigy em Mogi das
    Cruzes – sp.
    Estamos juntando a festa e a luta, trabalhando com cultura e o debate a respeito do racismo e das desigualdes sociais, buscando através disso trabalhar a identidade de classe.
    Parabéns pela organização do debate! Muito bacana !
    Visitem nosso blog!!! Vamos nos conectar !
    Saudações a todos!

    http://maracatuboigy.blogspot.com/

    Viva Zumbi, Malunguinho e o Escravo Sebastião !!!!

  2. Olá,

    Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar pelo importante debate e rica iniciativa

    Gostaria de saber se, com todas essas experiências e formas de expressão que se alimentam da prática, as possibilidades de que todo esse material seja tambem “levado de volta” para as pessoas que estão envolvidas nessas lutas também faz parte dessa contrução de uma outra sociedade?

    Ou seja, mostras de vídeos, murais, debates – dentre outras iniciativas – também fazem parte dos relatos e registros que os debatedores relataram? Isso muda a própria forma de entenderem seus trabalhos, a partir desse contato?

    Como os convidados entendem essa perspectiva?

    Pergunto isso, inclusive, pelas próprias experiências da qual eu participo: Movimento Passe Livre/São Paulo, Radio Livre, Passa Palavra.

    Grande abraço e saudade de Florianópolis.

  3. Olá, [email protected],
    Acho que um grande desafio que se coloca para os veículos de comunicação de esquerda é o de saber equilibrar apoio e crítica aos movimentos sociais, sobretudo pelo momento delicado por que passam aqueles mais combativos.

    Isto é, como dar voz a eles, posicionar-se ao lado deles, sem se resumir a ser mero instrumento de denúnica, ou ainda, no pior dos casos, lançar mão de informações distorcidas, argumentação demagógica, promovendo aquilo que neste debate se chamou de “manipulação às avessas”?

    Por outro lado, tendo em vista o pesado avanço da criminalização, nunca os movimentos precisaram tanto de veículos midíaticos que os apoiassem.

    Como essas experiências têm lidado com isso?

    Abraços,
    Taiguara

  4. Gostaria de fazer uma pergunta que acho que todo mundo deve está pensando nesse assunto nos tempo de politica ou não, Mais se nos Brasileiros vivemos em uma Democracia porque nos somos obrigado a ir a uma urna para votar?

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