Dona Severina, aos 68 anos, conta como foi o enterro do marido, vítima de covid: “O pessoal do cemitério falou que eu não deveria estar lá. Então eu tive de ficar olhando pelo buraquinho do muro do cemitério. Só para ver de relance o caixão passando. Eu só vi porque o túmulo é perto do muro. Era como se ele fosse um bicho ali. Sem ninguém por perto. E eu nem podendo me despedir”. Passa Palavra

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