As ideias, de facto, não voltaram a ser perigosas — como se escrevia nos muros de 68 — mas transformaram-se na matéria-prima da nova etapa do capitalismoPor Passa Palavra

Domingo na Marcha (1ª parte)

Os limites das fábricas foram rompidos não para libertarem os trabalhadores do trabalho e da vigilância dos inspetores, mas para incorporar todas as dimensões da vida na mesma lógica da produtividadePor Passa Palavra

Domingo na Marcha (2ª parte)

A “geração 2.0″ não nos é estranha; é quando tiram dela o “rancor” que ela se transforma em estranha mercadoria. Por Passa Palavra

Domingo na Marcha (3ª parte)

As ideias, de facto, não voltaram a ser perigosas — como se escrevia nos muros de 68 — mas transformaram-se na matéria-prima da nova etapa do capitalismoPor Passa Palavra

Domingo na Marcha (4ª parte)

Já era chegada a hora de, neste País, se ‘baratear o que é caro’ e ‘encarecer o que é barato’” Por Passa Palavra

Domingo na Marcha (5ª parte)

O trabalho na área cultural é estruturalmente instável e, por esta razão, o trabalhador é forçado a aceitar e não rejeitar projetos e condições de trabalho que profissionalmente não o satisfazem. Por Passa Palavra

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